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PORTAL 11:11 de 2018

Postado por Edilza em 11 novembro 2018 às 6:11 0 Comentários

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TROIA - REVISITANDO A HISTÓRIA

Qualquer um de nós, já ouviu falar de Tróia (Ílion). Sabemos que Homero, um poeta grego, escreveu a muitos séculos atrás o poema “Ilíada” (dizem que foi escrita no século 8º A.C.), e ali, ele narra os feitos dos guerreiros gregos num cerco à Tróia. A história narrada é simples; um príncipe troiano (Páris), rapta Helena, mulher de Menelau, Rei de Esparta e irmão de Agamenon Rei de Micenas. Agamenon, convoca todos os grandes guerreiros gregos de então, para junto com ele vingarem o irmão e trazerem Helena de Tróia. A maior frota jamais reunida de navios ruma para Tróia (dez mil naus). O cerco dura dez anos e durante este, os heróis de ambos os lados se defrontam. Seus nomes são hoje conhecidos: Aquiles, Heitor, Pátroclo, Ulisses, Ajax, Heitor e até mesmo Páris combatem encarniçadamente para manterem Helena. No final, através de um estratagema, Ulisses inventa uma forma de romper as muralhas de Tróia, que são gigantescas e inexpugnáveis. Um cavalo é deixado na praia e dentro dele os guerreiros encarregados de abrirem os portões de Tróia. Os gregos se retiram cansados de dez anos de guerra. O troianos, cansados de guerra, com a partida dos gregos resolvem comemorar; as muralhas foram derrubadas e o cavalo colocado dentro da cidade. A noite quando todos dormem depois de uma festa, os guerreiros saem de dentro do cavalo e abrem os portões...Tróia é invadida e seus habitantes mortos. A guerra termina; nela morre Aquiles o guerreiro invencível, pelas flechas de Páris. Agamenon, retorna para Micenas.
Durante mais de 3.000 anos este poema foi considerado por todos como sendo apenas uma lenda, uma grande história inventada e contada por Homero, assim como, a lenda de Atlântida; esta contada por Platão. ???
A Íliada é considerada uma obra prima da literatura antiga, existem outras duas obras que combinam o mesmo tema e dão sequência aos fatos narrados nela. A Eneida de Virgílio (que narra as aventuras de Enéias, remanescente troiano) e a Odisséia (de Homero), que narra os feitos de Odisseu (Ulisses, rei de Ítaca) este último remanescente da Guerra de Tróia e um dos principais protagonistas; o que deu o desfecho à guerra.
Do ponto de vista histórico, considera-se que o período em que os fatos deveriam ter acontecido, se fosse realidade, seria em pleno final da Era do Bronze, por volta de 1250 A.C.
O peculiar em todas as duas histórias citadas é que ambos os autores, já as conheciam desde pequenos, suas famílias as contavam. Deduz-se que eles apenas narraram as mesmas e acrescentaram elementos dramáticos para que as mesmas ficassem mais eletrizantes e atraíssem todo tipo de público. Se isto fosse baseado na realidade; mas, para nossa civilização até o século XIX esta história era ficção.
Por séculos a história da Guerra de Tróia alimentou a imaginação de outras culturas, os gregos, romanos e estruscos dedicaram milhares de manifestações alusivas à ela, em vasos, túmulos esculturas e pinturas. Ficou gravada no subconsciente destes povos os feitos de heróis que somente existiram na história contada por Homero. Mas, porque será que estes povos que são de outra época, e que curiosamente contaram que eram remanescentes da Tróia narrada, fizeram isto?...sabemos que os romanos sempre foram muito práticos, que eram fanáticos pela cultura grega e conseguiram salvar para a posteridade muito desta civilização. Através deles foi que conhecemos não só estas histórias, mas, muitas outras!....como é natural em mitologia, a história de Tróia e seus fundadores se misturam com a dos deuses e mitos destas culturas, no caso de Tróia por exemplo, se diz que Héracles (Hércules) sitiou e matou a família real troiana, só se salvou Príamo, o rei que seria o pai de Pàris e que morreu na queda de Tróia.
Recentemente Hollywood produziu um filme com este nome: TRÓIA!...a história mais uma vez é contada e mostra, como principal destaque Aquiles (e seu amor por Briseis, sacerdotisa de Apolo e da família real) e não o do casal Helena e Páris, curioso notar que o enfoque dado a história é político (no poema o centro é a ira de Aquiles) e não o romântico (amor de Páris por Helena) mas, a ambição de Agamenon em conquistar e destruir Tróia de qualquer jeito!...isto nos dá um motivo um mais plausível para uma guerra tão extensa, cruenta e dispendiosa como esta. È mesmo?...porque milhares de homens sairiam de seus países e abandonariam seu lares para ficar dez anos longe de tudo, para conquistar uma cidade e matar todos seus habitantes?...será que foi mesmo?...
Só entenderemos isto, se analisarmos com os olhos de hoje esta região. Mas, conforme a própria história conta, Tróia era uma cidade muito importante para a região. Através dela fluía um grande comércio, seu porto devia despachar para todo o ocidente as mercadorias que vinham do oriente próximo, sua posição privilegiada, controlava as águas do Helesponto, ponto de acesso ao Mar Negro e para a Ásia. Agora sim!..tudo faz sentido!!!...
Se recordem, que Agamenon diz a Menelau que, mesmo que Pàris devolva Helena, a sorte de Tróia, já foi lançada!...é isto!....de qualquer maneira ele vai destruir Tróia. Tudo bem, entendemos isto, mas, até aqui Tróia, é somente uma lenda, mas, sua conexão com a realidade, me parece indestrutível. Tudo aponta para isto!....se ela não existiu, algo muito parecido com certeza sim.
Estamos no século XIX – Turquia – Içarlik – um comerciante alemão abastado de nome Heinrich Schiliemann, chegou e contratou operários para iniciar uma escavação. O mais incrível de tudo isto, é que, a arqueologia, ainda não existe, mas, este alemão, com o livro de Homero nas mãos “A Guerra de Tróia” diz que ali, naquele local está enterrada Tróia!?
Eles começam a cavar, mas, o governo interrompe os trabalhos e ele tem que explicar melhor o que está fazendo e o que pretende; após um ano, finalmente Ele consegue a autorização e continua de onde parou. Schiliemann, não é um especialista, nem mesmo é professor de história, é um apaixonado por ela, que casou com uma turca chamada Sofia e que agora afirma, que ali está Tróia. Após alguma tempo, para assombro de todos ele começa a revelar em suas escavações restos de muralhas, especialista alegam que ele está destruindo sitio e que o prejuízo será irreparável, pois ele, não conhece os métodos de escavação. Depois de algum tempo ele percebe que ali, existe não uma mas várias cidades, que suas dimensões são gigantescas e que sinais de fortificações existentes apontam para a a exatidão de sua tese. Nestas escavações ele descobre diversos artefatos de bronze e ouro, em uma delas uma máscara de ouro, que ele denomina de “Máscara de Agamenon”, outras joias e capacetes de bronze são descobertos, o acervo é enorme e ele através de suborno, retira dalí estas peças e as leva para a Alemanha. Sua esposa Sofia, posa para fotos com os artefatos encontrados, ali se tem uma ideia de como as mulheres de Tróia se apresentavam na época. O governo turco, só percebe depois que foi enganado, Schiliemann é obrigado a pagar uma indenização pelo tesouro retirado, o valor é de 60.000 libras. O tesouro vale muito mais que isto. Analisando mais tarde as escavações e seus extratos conclue-se que existiram ali várias Tróias, que são classificadas do I ao VII. As denominadas de VI e VII são as que mais se aproximam daquilo que é descrito na obra de Homero. Nas ruínas deste período se encontram diversas marcas de incêndio, e muitas pontas de flechas, restos de corpos etc. O sítio até hoje, não foi totalmente explorado, atualmente estão escavando próximo ao mar, onde acreditam terem ficado os navios e também muitos restos dos guerreiros mortos em batalha. No local existe hoje um museu, que inclusive expõe um cavalo de madeira, onde os visitantes podem entrar e de lá, ver o sítio ao redor. Investiga-se hoje, nas cartas diplomáticas remanescentes do império hitita (referentes à Willusa ou Willion). Schiliemann morreu acreditando que encontrou Tróia que ela era realmente verdadeira. E você?..o que acha?...vc acredita que lendas tem mesmo um fundo verdadeiro?...
Hoje a arqueologia incorporou um novo arsenal de ferramentas que a auxiliam em suas pesquisas e ajudam a desvendar mistérios, que antigamente não tínhamos condições de fazer. Um moderno arsenal utilizando técnicas forenses, analisam restos mortais e até mesmo DNA, para procurarem se aproximar cada vez mais de um resultado que seja aceito próximo da verdade. Recentemente no Egito se utilizou até mesmo aparelhos de Ressonância Magnética para estudarem restos mortais dos faraós e seus familiares.
Satélites são utilizados na localização de sitios arqueológicos e a sondagem por meio de infravermelho e sonar tem ajudado demais na localização e demarcação destes locais.

Patroclo a Marte igual, medonho urrando,
Três vezes rui, três vezes mata a nove;
Mas ah! da quarta, ó campeão divino,
Luziu teu fim! Terrível sai Apoio;
Oculto em nevoeiro, a mão pesada
Lhe carrega no dorso e largos ombros;
Vidra-lhe os olhos súbita vertigem;
Desenlaçado o esguio capacete,
Rola aos pés dos unguíssonos tinindo;
Sangue e pó suja as crinas e a cimeira,
Nunca dantes manchadas, quando ornavam
Do divo Aquiles a venusta fronte:
Na cabeça de Heitor, para seu dano,
Pôs Jove esse elmo. Reforçado e rijo
De Patroclo nas mãos rebenta o pique;
Dos loros o pavês se lhe desliga;
Mesmo Febo a coiraça lhe desprende.
Quedo e estúpido, os membros entorpece:
Traspassa-o pelas costas o Pantóídes
Jovem Euforbo, auriga e hasteiro ínsigne,
Celérrimo e adestrado, que dos carros
Novel já despenhou vinte inimigos,
E a ti, Menécio, te feriu primeiro,
Sem derribar-te; e, assim que extrai a lança,
Mete-se no tropel; pois não se atreve
Encarar com Patroclo, bem que inerme. (trecho da "Íliada" XV estrofe)

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Comentário de Edson Luiz Pocahi em 8 maio 2014 às 17:39

Espetacular!! Obrigado pelo ótima matéria! Estarei divulgando a todos do Ignotus!

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