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AMULETOS



Juarez Santos



A magia no Egito Antigo data da época em que os habitantes pré-históricos do Vale do Nilo acreditavam que a terra, o mundo inferior, o ar e o céu, eram povoados por seres visíveis e invisíveis, amistosos e inamistosos em relação ao homem. 
Do temor desses seres, e ignorantes dos princípios que regiam as manifestações dos elementos na natureza, floresceu a magia e a crença nos elementos portadores de efeitos sobre estas forças, os amuletos e talismãs. O favor dos seres placáveis e amistosos era conseguido mediante presentes e oblações, mas o dos inimigos, somente com agrados, carinhos, lisonjas, ou por meio de amuletos, nomes secretos e fórmulas mágicas, figuras ou imagens com poder mágico. Os amuletos e imagens tinham por efeito trazer sobre seu possuidor, o auxílio de um ser cujo poder era superior ao do inimigo que o ameaçava. 
A primitiva magia visava transferir para o homem o poder de um ser sobrenatural.
Assim, a imagem de um deus ou demônio, o nome ou emblema de uma Divindade, poderia converter-se em amuleto com virtudes protetoras. 
Os amuletos egípcios são de duas espécies: - Os que contém inscrições e fórmulas mágicas - Os que não contém inscrições. Os amuletos com inscrições possuem um duplo efeito: o do material em si e o da inscrição nele contido.
Em tempos primitivos, eram recitadas preces e fórmulas mágicas sobre os amuletos, passando-se posteriormente a se inscrever orações e palavras mágicas sobre os mesmos. Os amuletos que não contém inscrições evocam símbolos hieroglíficos, elementos vegetais ou atributo de alguma divindade, e encerram por vezes um sentido abstrato. 
O primeiro nome que se deu à fórmula escrita num amuleto foi HEKAU, termo que significa, mais ou menos, "palavras de poder". 
No Livro dos Mortos, inúmeros capítulos são dedicados ao modo de se fazer um amuleto para a múmia, e ainda, vários capítulos tratam da força de "HEKAU" e de como pronunciar as palavras mágicas para vencer este ou aquele espírito, e chegar salvo ao Tribunal de Osíris e nos campos de bem-aventurança. A seguir, apresentamos a relação dos amuletos mais importantes:



ANKH



O Ankh, também conhecido como "Chave da Vida" ou "Cruz Ansata" é o antigo emblema da vida. Conhecido também como símbolo da vida eterna. 
Os egípcios a usavam para indicar a vida após a morte. A forma do ankh assemelha-se a uma cruz, com a haste superior vertical substituída por uma alça ovalada.
Representava a vida, a plenitude da existência e a ressurreição.
Símbolo de proteção usado indistintamente por vivos e mortos, sempre com o sentido de vida, do poder vivificante. Os próprios deuses possuem o seu “ankh” como seres capazes de dar a vida.



CORAÇÃO AB



O coração representava a sede da consciência, da força da vida e dos pensamentos, bons e maus. Feito de lápis-lázuli ou cornalina, este amuleto tinha por finalidade proteger o morto no momento da pesada da alma no Tribunal de Osíris, permitindo-lhe assim ser admitido nos Campos da Paz. Vários capítulos do Livro dos Mortos foram dedicados à proteção desse órgão contra os espíritos ladrões do coração.



DJED



O simbolismo deste emblema é controvertido. Para alguns egiptólogos, representa os quatro pilares do céu, para outros a coluna vertebral do deus Osíris. Parece que na realidade, o DJED representa o osso sacro do deus. 
É um símbolo de Osíris, da sua ressurreição, pois uma cerimônia muito importante, em princípio realizada pelo faraó, tinha lugar em determinada época, e esta cerimônia consistia na elevação do pilar DJED. 
Simbolicamente, elevar uma coluna DJED significava dar o poder da vida, ressuscitar o deus Osíris. 
Interessante notar, que o amuleto se liga ou se relaciona com a coluna vertebral e as forças que por aí fluem. 
Quando representado com braços e olhos, o símbolo DJED alude à árvore que, segundo o mito osiriano, abrigou e envolveu o corpo inerte do deus. 
Deve-se relacionar a idéia da elevação do pilar DJED com uma das passagens do Ritual da Abertura da Boca, onde a múmia era colocada em posição vertical, pois a postura horizontal tinha para o egípcio, o significado de inércia, de morte. O uso de um amuleto DJED significava, pois, ressurreição, equilíbrio, estabilidade, resistência, força e vida eterna.



ESCARAVELHO



O escaravelho é o simbolo do deus KHEPER, o sol da manhã.
Regeneração, estado potencial de Transformação, o escaravelho simboliza a força criadora que tudo transforma num novo estado de existência, como o sol nascente dissipa as trevas e dá a vida com sua luz. 
O poder invisível de Deus, sob a forma de KHEPER-RÁ, obrigou o sol a rolar nos céus. 
O sol contém o germe da vida e o escaravelho foi identificado ao sol, como criatura que produz vida de um modo especial. 
O amuleto do escaravelho simboliza vida, ressurreição em um novo estado de consciência, boa sorte, felicidade.



NÓ DE ISIS



Este amuleto, ou fivela, para alguns egiptólogos, representa os órgãos genitais da deusa Ísis. 
Segundo uma lenda, a deusa teria feito este nó e colocado em seu sexo, embebendo-o em sua menstruação. 
Em seguida, Ísis teria enterrado o nó e em seu lugar, surgiu a mandrágora, ou romã, árvore considerada sagrada.
Os textos mágicos referem-se ao nó de Ísis, ou símbolo TET, como "o poder e a mágica do sangue de Ísis".
Era um amuleto muito usado tanto no pescoço quanto como fivela, e conferia fertilidade, potência, saúde, vigor. 
Também era colocado na porta das casas, para trazer a proteção da deusa, conferindo ainda sorte e felicidade, e o poder de curar doenças.



NEFER



O símbolo NEFER era largamente utilizado em jóias de toda espécie. O hieróglifo NEFER representa um alaúde e o uso de uma jóia ou amuleto representando este símbolo, evoca felicidade, alegria e boa sorte. 
O próprio hieróglifo exprime a qualidade de perfeição, do que é bom e belo, e era usado por homens e mulheres.



SHED-SHED



Desde os tempos mais antigos, os ribeirinhos do Delta utilizavam uma tira de pano amarrada na testa, para impedir que o vento lhes atirasse os cabelos sobre os olhos, durante a caça ou a pesca. 
Essa tira, ou SHED-SHED, tornou-se um emblema iniciático e sofreu uma evolução natural, originando certos diademas reais. Interessante ressaltar que nas cerimônias fúnebres, o shed-shed costumava ser portado à cabeça pelos parentes do falecido, bem como largamente usado em festas profanas. 
Seu significado é de proteção, pois o CHED evoca o círculo e o sinal SHEN, e tudo o que fosse circular para o egípcio, possuía a propriedade de defesa, de proteção contra qualquer forma de malefício.



WADJET



O WADJET simboliza, por um lado, o olho de Hórus, que o deus Seth ferira numa luta, e que o deus Toth havia curado; por outro, representa olho divino do deus Rá, que, metamorfoseado em serpente, o deus colocara em sua fronte, para consumir seus inimigos com a chama expelida por essa serpente (Uréus). 
O amuleto representa a Trindade de Rá, Osíris e Hórus. 
Este amuleto confere força, vigor e saúde. Protege contra doenças, em especial as dos olhos. 
Era utilizado, ainda, para afugentar o mau-olhado e possuía a virtude de curar feridas, sendo um dos amuletos mais difundidos na crença popular.



WDJAT



Este amuleto representa uma haste de papiro que se destinava a dar ao morto vigor e renovar-lhe a juventude. 
Geralmente feito de esmeralda ou porcelana verde claro, por vezes azul, sobre ele era recitado as palavras do capítulo CLIX do Livro dos Mortos, e em seguida colocado ao pescoço da múmia, no dia do sepultamento. 
Seu uso entre os vivos, conferia juventude, força e vigor.




OLHO DE HÓRUS




Amuleto com o olho de Hórus, 
no Museu do Louvre, França.

Olho de Hórus ou 'Udyat' é um símbolo, proveniente do Egito Antigo, que significa proteção e poder, relacionado à divindade Hórus. Era um dos mais poderosos e mais usados amuletos no Egito em todas as épocas. Segundo uma lenda, o olho esquerdo de Hórus simbolizava a Lua e o direito, o Sol. 
Durante a luta, o deus Seth arrancou o olho esquerdo de Hórus, o qual foi substituído por este amuleto, que não lhe dava visão total, colocando então também uma serpente sobre sua cabeça. 
Depois da sua recuperação, Horus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Seth. Era a união do olho humano com a vista do falcão, animal associado ao deus Hórus. 
Era usado, em vida, para afugentar o mau-olhado e, após a morte, contra o infortúnio do Além. 
O Olho de Hórus e a grande serpente Anaconda que foi encontrada no rio Nilo proveniente da Amazonia na grande divisão da pangea, cuja serpente simbolizava o poder real tanto que os faraós passaram a maquiar seus olhos como o Olho de Hórus e a usarem serpentes esculpidas na coroa. 
Os antigos acreditavam que este símbolo de indestrutibilidade poderia auxiliar no renascimento, em virtude de suas crenças sobre a alma. Este símbolo aparece no reverso do Grande selo dos Estados Unidos da América,sendo também um símbolo frequentemente usado e relacionado à Maçonaria.
O Olho Direito de Hórus representa a informação concreta, factual, controlada pelo hemisfério cerebral esquerdo. Ele lida com as palavras, letras, e os números, e com coisas que são descritíveis em termos de frases ou pensamentos completos. Ele aborda o universo de um modo masculino. 
O Olho Esquerdo de Hórus representa a informação estética abstrata, controlada pelo hemisfério direito do cérebro. Lida com pensamentos e sentimentos e é responsável pela intuição. Ele aborda o universo de um modo feminino. 
Nós usamos o Olho Esquerdo, de orientação feminina, o lado direto do cérebro, para os sentimentos e a intuição. Hoje em dia, o Olho de Horus adquiriu também outro significado e é usado para evitar o mal e espantar inveja (mau-olhado), mas continua com a idéia de trazer proteção, vigor e saúde.

http://olhodehorus-egito.com.br/egito.htm

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Respostas a este tópico

Estes amuletos do antigo Egito representam o TRABALHO INTERIOR feito aqui e nos mundos superiores por aquele que fazia o CAMINHO DE VOLTA AO PAI.

É bem interessante. Tudo isso vem ainda da Atlântida, pois os Egípcios são descendentes daquela época.São aqueles que trabalharam com o Grande Arcano. Dái veio a questão de que a Arca salva. Mas não existiu Arca de madeira... mas sim o Arcano 9... que significa TRABALHAR NA NONA ESFERA ou seja, transmutar as Energias Crísticas.

Foi o que fizeram os Alquimistas autênticos medievais. Eles sim enganaram muito bem os Inquisidores, os quais queriam o ouro... Mas o ouro é alma limpa e corpos solares criados com a transmutação e a morte dos defeitos. Quem não elimina os defeitos obviamente chega a um ponto que fica no meio do CAMINHO. Pois o CAMINHO PARA A LUZ exige que se limpe a Alma.

E quem faz o CAMINHO conquistará mais adiante os "amuletos que simbolizam os graus alcansados".

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