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"Interessante artigo. Ser diferente causa muita inveja. É muito difícil."
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As opiniões sobre a origem da nossa augusta Ordem são bem diversos. Ao que parece vem dos antigos Mistérios, outros falam que vem de Adão e até Jesus seria maçom! É costume dos antigos atribuir a origem das coisas a um personagem fabuloso.  O que se tem na atualidade, a Maçonaria moderna,  pode ser apenas um empréstimo de nome, que antecede a 1717... incluindo conhecimentos ancestrais alegorizado e simbolizado. É sabido que no passado havia um Conhecimento ou Gnose que traria a plenitude do ser humano, podemos ver isto nos textos de Hermes, Pitágoras e Platão. Outras ordens como a rosacruz e gnose também são empréstimos de nomes fortes do passado...  mesmo o cristianismo, é possível que nunca tenha existido um cristo histórico. O Império Romano, que era bem organizado e documentado não tem registros de Jesus datando de sua época...somente décadas depois há menções de um ser místico e excelso. 

Teria a Maçonaria sua origem no antigo Egito, na Atlântida, na visita dos seres estelares, nas associações de construtores, na guildas ou nos filósofos da antiguidade?

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Respostas a este tópico

Ola I.'. Kojji, apesar da maçonaria regular considerar sua existência a partir de 1717...vemos que isto não confere, pois sabemos que a operativa, que é a origem da simbólica sempre esteve em atividade. Um dos exemplos que podemos citar são os adornos existentes em Roslyn, na Escócia que sabemos que foi construida entre 1490 e 1500...então pelos sinais alí encontrados, e isto pode perfeitamente ser avaliado por nós, aparecem no filme "O Código DaVinci" e acabam por desmontar esta hipótese... documentos não podem valer mais do que o que se encontra registrado nas pedras...instrumento de trabalho dos maçons...testemunho indelével e isento de falsificações. Ali estão registrados os símbolos do 2º grau. O que acha?

Boa  Noite Irmãos .´.

Desde o século quatorze existe na Inglaterra registro público de companhias de pedreiros ou maçons e maçons livres. Inglaterra e França são berços da Maçonaria especulativa hodierna. Seus criadores aproveitaram-se da estrutura de funcionamento disciplinada, ordeira e fechada das antigas guildas para estabelecer o ambiente próprio ao debate de temas profundos das ciências e da sociedade.

O século das luzes, 1650-1750, foi o berço da Maçonaria - o resto é lenda, meras conjecturas ou considerações românticas. O Egito possuía cabedal na construção da pedra, haja vista as grandes obras que chegaram até nossos dias, mas de forma alguma é origem da Maçonaria. Outras civilizações antigas também nos apresentam os resultados de suas técnicas do trabalho na pedra e tijolo e igualmente nada contribuíram para a formação das agremiações de pedreiros.

Nos laços da Paz,Luz e Caridade.

Olá Ir.'.Jzan

creio que a pergunta inicial da discussão nao foi bem formulada.

Maçonaria é um termo genérico para indicar a instituição(externo) e o Conhecimento (interno). E mesmo nesses há subníveis de significantes e signficados.

T.'.F.'.A.'.

Olá meu Ir.'. concordo plenamente que 1717 foi apenas um registro oficial, embora uma das Lojas fosse expúria - e eles ainda querem se dizer os representantes oficiais que regulam e aceitam o que é ou não Maçonaria.

T.'.F.'.A.'.

De acordo com Mackey (1898) é possível classificar as origens da Maçonaria de acordo com sua característica, considerando que este nome designa a Instituição e o Conhecimento. A instituição “Franco-Maçonaria” e o conhecimento “Maçonaria”, sua História e sua Pré-História:

 

 “The historical statement relates to the Institution as we look at it from an exoteric or public point of view; the traditional refers only to its esoteric or secret character.”(Mackey,1916).

 

Como Conhecimento ela data de uma antiguidade remota, estando presente em diversas civilizações que conheciam os princípios cósmicos, que sabiam que há uma Harmonia no universo. É a Gnose ou Verdade que sempre existiu, assim como os Números, que não foram criados pelo homem, mas foram descobertos aqui, ali e acolá. “Esses princípios são coexistentes com o Universo” (Makoy, 1872).

 

Como Instituição ela origina em grupos de pessoas que tinham conhecimentos avançados de construção e organizavam-se hierarquicamente a semelhança da atual.

 

Por outro lado, a Maçonaria é o Conhecimento em si mesmo, a filosofia, os símbolos, a ritualística, a Iniciação, sendo que, a instituição é apenas sua roupagem, que, no entanto, faz sê-la como é. Ao mesmo tempo em que os feitos dos ilustres Maçons lhe confere a sua grandiosidade, o que possibilitou o destaque destes se deve ao Conhecimento que faz o ser humano melhor, que impulsiona seu progresso geral.

Hilggins (2010) atribui este Conhecimento à origem Divina, como sendo Revelada ao homem, por isso se diz que sempre existiu, pois vem de Deus, coube ao homem dar uma roupagem a este Conhecimento:

 “devemos considerar que os seus fundadores estavam lidando com um sistema de perpetuar a verdade por meio de símbolos imperecíveis, e que eles devem ter previsto inicialmente que este sistema sobreviveria sem a ajuda de qualquer registro escrito ou gráfico, chave para seus mistérios.../... Cada frase de nosso ritual é repleta de tal significado, cada obrigação é expressa em uma linguagem que não admite nenhuma outra construção. A Maçonaria possui o mais estupendo e inspirador segredo sempre transmitido pela Revelação da Divindade para a humanidade.” Hilggins (2010).

 

E esta roupagem, no dizer de Hilggins, é a mais estupenda e inspiradora. Que contém em si toda Beleza, Sabedoria e Força Divina.  Uma vez que o ser humano percebe estes princípios cósmicos, ele transcende sua natureza e dá um enorme salto evolutivo.

 

Victor Hugo (apud Higgins, 2010, p.7) atribui as origens do conhecimento maçônico há mais de 6.000 anos atrás (4995 a.C.) inscrito nas edificações antigas, considerando que a Arquitetura tem sido o grande  manuscrito da raça humana.  Cada edificação contém os conhecimentos cósmicos ancestrais: “Arquitetura começou como toda a escrita. Foi a primeira de um alfabeto. Uma pedra foi plantada na posição vertical, e que era uma letra, e cada letra era um hieróglifo, e em cada hieróglifo repousava um grupo de idéias.”

 

Mackey (Op.Cit.) menciona, nas origens lendárias da Maçonaria, que a Geometria, a mais elevada das Sete Ciências antigas, surgiu com Jabell, um dos filhos de Lamech, antes do dilúvio citado na Bíblia, que Abraão havia estudado as sete ciências, que a Torre de Babel teria sido uma das  primeiras construções erigidas pelos maçons e que o Rei Davi amava os maçons e dera início à construção do Templo de Jerusalém, continuado por seu filho Rei Salomão.

Historicamente, ou seja, com documentos historiológicos concretos, ela teve origem nos canteiros de obras de pedreiros da Idade Média, conduzidos pela ICAR (Igreja Católica Apostólica Romana), que depois deram origem às Guildas (Gild em Inglês) e posteriormente à Maçonaria contemporânea, denominada como Franco-Maçonaria.

 

Em 1884  fundou-se a “Quatuor Coronati” nº. 2076 a primeira Loja Maçônica de Investigação jurisdicionada pela  Grande Loja Maçônica Unida da Inglaterra, com sede em Londres. Esta Grande Loja surgiu da fusão de 1813 da Grande Loja Maçônica da Inglaterra, fundada em 1705, na cidade de York, e da Grande Loja Maçônica de Londres criada em 1717.

 

O Quartor Coronati tem por objetivo estudar as origens da Maçonaria com bases historiográficas, pois as versões antigas, datadas de 1723, colocavam suas origens em Adão, baseadas no texto bíblico; porém em 1850 quando Charles Darwin trouxe dados científicos  que confrontavam com as crenças da época, fez-se necessário repensar sobre as origens embasando em fontes seguras.

De acordo com estes estudos (Herrera Michel, 2007) podemos dividir a história da Maçonaria nas seguintes fases: Pré-história, Proto-história e História.

 

1.1  PRÉ HISTÓRIA MAÇÔNICA

 

De acordo com Herrera Michel (2007 p.12), a pré-história maçônica inicia-se em Roma, pois os Colégios de Arquitetos (Collegia Fabrorum) fundados pelo segundo Rei de Roma, Numa Pompílio, possuem organização similar com as Lojas Maçônicas da baixa Idade Média:

“Como nestes colégios se combinava a adoração religiosa com os trabalhos do ofício, em cada um havia um Sacerdos ou Sacerdote que dirigia as cerimônias religiosas. Outra analogia com a organização Maçônica era que os membros de um Colégio estavam divididos em Seniores ou Superiores diretores do ofício equivalente aos Mestres, e em Jornaleiros e Aprendizes, análogos aos Companheiros e Aprendizes Maçons. Em seus arquivos se encontrou que tinham formalidades semi-religiosas e atribuíam interpretações simbólicas a suas ferramentas de trabalho, tais como o esquadro, o compasso, o nível e o prumo.

Os membros dos Colégios praticavam seus ritos, e, com o transcorrer do tempo, foram iniciando militares, chegando a ser o teatro de todas as iniciações e doutrinas secretas, mesclando-se assim seus ritos com os dos palestinos e dos mitraicos que os soldados de Tito e Vespasiano tinham aprendido, enquanto estiveram acantonados na Pérsia. Mas, basicamente, seu sistema de doutrina era pitagórico.” 

Durante mil anos estes Colégios se desenvolveram e expandiram junto com o Império Romano, construindo e estabelecendo-se em todos os seus domínios. Após a queda do Império Romano, em 476 d.C., a arquitetura pré-românica fica por conta, inicialmente, dos construtores que se radicaram na ilha de Como, em  um lago do norte da Itália. Eles se tornaram famosos e eram conhecidos como Magistri Comacini, a eles se atribui à difusão de um estilo italiano pré-românico amplamente difundido na Alemanha, França, Inglaterra e Espanha.

 

De acordo com Leader Scott, em seu livro The Catedral Buildres: The Story of a Great Masonic Guild, os Magistri Comacini constituem o elo que une os antigos Colégios romanos com as Guildas (Grêmios) de ofícios medievais, e, portanto, são os verdadeiros precursores da  Franco-Maçonaria.

 

No século V, após a queda do Império romano, surgiu o movimento monacal, os jovens se retiravam para oração e estudos e eram conhecidos como Monajos ou Monges. Entre esses se destacou Benito, que em 529 fundou o monastério de Montecassino.  A Ordem Beneditina foi de considerável relevância na Idade Média e entre outros ofícios, especializaram-se na construção dando origem ao estilo Românico.

1.2  PROTO HISTÓRIA MAÇÔNICA

 

Em seguida vieram os monges de Cluny e Del Cister, que organizaram-se nas primeiras associações corporativas, que iriam dar origem às corporações da baixa Idade Média (século X), chamadas de Grêmios, Guildas, Caritas e Fraternitas.

 

Essas Corporações de Ofícios se organizavam com estatutos que hierarquizavam-se em Mestres, Companheiros e Aprendizes, a mesma hierarquia presente na Maçonaria atual.

 

1.3  HISTÓRIA MAÇÕNICA

 

Segundo Herrera Michel (Op. Cit.), alguns historiadores atribuem a origem da Maçonaria Especulativa à presença  dos Templários que sobreviveram ao matança de 1307-1314 e se refugiaram nas altas Terras da Escócia,  vinculando-se `economia local, em especial às Guildas de Construtores.

 

No século XIV, na Inglaterra surgiram o Poema ou Manuscrito Régio ou Manuscrito de Halliwell (1380) e o Manuscrito Cooke (1420) “que são reputados como a compilação essencial dos antigos preceitos Franco-maçônicos comunicados oral e reservadamente entre os membros da Fraternitas e o elo fundamental entre as antigas associações de cortadores de pedra e trabalhadores de pedreira e a Maçonaria Operativa”  (Herrera Michel, 2007, p.21).

Conforme Mackey (Op. Cit.),  o Manuscrito de Halliwell, admitido como o mais antigo documento maçom existente, narra a origem da Maçonaria no Egito com Euclides e passa imediatamente  para  a lendária Assembléia do Rei Athelstan na Inglaterra:

“a partir de Lameque para Nimrod, que "descobriu" ou inventou o ofício da Maçonaria na construção da Torre de Babel e, em seguida, para Euclides, que estabeleceu no Egito, de onde foi trazido pelos israelitas para a Judéia, e novamente estabelecido por David e Salomão, na construção do Templo. Daí, por um anacronismo maravilhoso foi trazido para a França por Namus Grecus, que tinha sido um trabalhador no Templo, e que organizou a Ciência na França sob os auspícios de Charles Martel. Desde a França foi trazida para a Inglaterra no tempo de St. Alban. Depois de uma longa interrupção em conseqüência das guerras entre dinamarqueses e saxões, ele finalmente tomou raiz permanente York, onde o príncipe Edwin convocou uma assembléia, e deu aos maçons seus encargos, sob a autoridade de um Foral concedido pelo rei Athelstan.” (Mackey 1898).

 

Conforme Herrera Michel (Op. Cit.), em 1459 se reuniram no Regensburgo os Mestres trabalhadores de pedreira de Estrasburgo, Constanza, Berna, Colônia e outras cidades alemãs, e aprovaram um texto conhecido como Regulamentos da Associação de Lojas Maçônicas de Construtores ou Livro dos Irmãos, um código maçônico alemão.

 

Em 1600 é iniciado em uma Loja de Edimburgo um Maçom aceito, ou seja, que não era construtor. A partir daí começa-se a formar o que hoje temos de Maçonaria Especulativa e não Operativa. Grandes intelectuais, autoridades e burgueses da época foram se filiando à Maçonaria. Estas Lojas cresceram e se espalharam rapidamente na Inglaterra, França, Alemanha e Espanha.

Devido ao bom relacionamento de séculos com os Reis e a ICAR (Igreja Católica Apostólica Romana), a Maçonaria tinha diversos privilégios e imunidade, esse foi o cenário ideal para que nela ingressassem livres pensadores e intelectuais, onde estariam protegidos de perseguições.

 

Em 1646 entra para Maçonaria Elias Ashmole, versado em História da Antiguidade, Alquimia e Cabala, que redigiu o Ritual do Aprendiz, onde incluiu os princípios filosóficos fundamentais da Ordem.

 

No transcurso do século XVII os Maçons não construtores  passaram a usar toda a simbologia dos construtores para uma construção interior de moral e ética, passando assim, à Maçonaria Especulativa.

 

Em 24 de Junho de 1717, reunem-se  4 Lojas, à saber, Goose and Gridiron (O Ganso e a Grelha), Queen's Head (A Cabeça da Rainha), Apple Tree (A Macieira) e a Rummer and Grapes (O Copo e as Uvas) , oficializando a fundação da Grande Loja da Inglaterra.

 

Desde então a Franco-Maçonaria, como é conhecida na atualidade, tem se estabelecido em todos os continentes, nos mais diversos países, exercendo considerável influência na sociedade. A sua maioria já não constrói catedrais, mas esmeram-se por se tornar um ser humano melhor e ajudar a humanidade na construção de um mundo mais justo e igualitário.

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