GOOGLE SITE TRANSLATOR

Registre-se em 1 minuto!

PUBLICIDADE

Últimas atividades

Posts no blog por Edilza

CORAÇÕES VALENTES

CORAÇÕES VALENTESCORAÇÕES VALENTES5 de junho de 2020: Eclipse Lunar no 16º grau de Sagitário.Sarah…Ver mais...
4 horas atrás
Edilza curtiu a foto de ERALDO BORIS
ontem
Posts no blog por Edilza
ontem
Ana Bela G: Pestana curtiu a postagem no blog TEM TIDO SONHOS ESTRANHOS ULTIMAMENTE? de Edilza
terça-feira
ERALDO BORIS curtiu a foto de Edilza
segunda-feira
ERALDO BORIS postou fotos
segunda-feira
ERALDO BORIS curtiu a postagem no blog ATUALIZAÇÃO DE ENERGIAS: OS PRÓXIMOS DIAS de Edilza
segunda-feira
ALMIR TENÓRIO entrou no grupo de Allan Keyroz
Miniatura

Alta Magia - Teoria e Prática

Grupo de Alta Magia, e formas de estudos que a elevam como Meditação, Yoga, Autoconhecimento, Práticas Saudáveis para melhor praticarmos esta grande Arte e outros assuntos.Quando uma pessoa tem interesse em saber sobrer o assunto e pesquisa sobre…Ver mais...
segunda-feira
ALMIR TENÓRIO atualizaram seus perfis
segunda-feira
ALMIR TENÓRIO curtiu a postagem no blog A fonte da juventude! de Jorge augusto gonçalves bandeira
segunda-feira
Posts no blog por Edilza
segunda-feira
Tânia curtiu a postagem no blog O PORTAL DO TRIPLO ECLIPSE de Edilza
segunda-feira

Mensagens de blog

Curta Nossa Página no Facebook

A MISTERIOSA VIDA APÓS A MORTE NO EGITO ANTIGO

A MISTERIOSA VIDA APÓS A MORTE NO EGITO ANTIGO

Os antigos rituais egípcios garantiam o reencontro do corpo com o espírito

LUISE DE OLIVEIRA RODRIGUES PUBLICADO EM 22/11/2019, ÀS 08H00

A mumificação assegurava a volta do espírito ao corpo após a morte
A mumificação assegurava a volta do espírito ao corpo após a morte - Reprodução

Na História, o pós-morte sempre esteve cercado de mistérios e questões. O povo egípcio era muito ligado aos rituais funerários, com os quais demonstrava a importância que dedicava à conservação dos corpos e como isso era fundamental para que esses corpos realizassem uma boa passagem para o mundo dos mortos.

A preparação dos egípcios para a viagem para o além começava cedo. Era essencial ter consigo uma cópia do Livro dos Mortos, uma série de encantamentos que auxiliariam o morto a chegar com segurança ao julgamento de Osíris (deus da mitologia egípcia associado à vegetação e à vida no além).

Era Osíris que julgava o morto ao pesar seu coração na balança da Justiça, com a pena de Maat, a deusa da Verdade, da Justiça, da Retidão e da Ordem. O coração tinha que ter o mesmo peso que a pena.

Se fosse mais pesado, o morto seria devorado por um monstro horrendo, mas, se tivesse o mesmo peso, ele havia sido uma boa pessoa, então desfrutaria de todos os privilégios do além. Os egípcios acreditavam que passar pelas divindades e pelo processo da pesagem do coração não era uma tarefa fácil se o falecido não estivesse preparado.

Com a mumificação – que incluía o processo de secagem do corpo com natrão (um mineral composto por carbonato de sódio hidratado), retirada do cérebro pelo nariz, remoção de alguns órgãos, enfaixamento com tiras de linho e goma e enterrar no sarcófago –, os egípcios confiavam que o morto realizaria uma viagem tranquila no pósmorte, uma vez que teria um corpo para onde retornar.

Eles também identificavam o nome do falecido no ataúde, porque acreditavam que a alma (Ba, para eles) não teria para onde voltar e ficaria “perdida” caso a identificação fosse incorreta ou o nome fosse apagado. Toda a população, teoricamente, tinha acesso à mumificação, da mais luxuosa à mais simples.

E todos os tipos tinham seu valor perante os deuses. As tumbas mais luxuosas
mostram com riqueza de detalhes como se davam os rituais, que além do processo da mumificação havia a chamada “cerimônia de abertura da boca”. Objetos como os vasos canopos, muletos, shawabtis, esquifes, entre outros, eram presença obrigatória nos cerimoniais.

Nos vasos canopos eram guardadas as vísceras, e cada vaso correspondia a um deus específico, assim como o órgão depositado nele.

No sarcófago o corpo do falecido seria depositado após um processo de 70 dias de mumificação. Nesse método, as feições do rosto do falecido deviam ser preservadas, tudo para que a alma achasse o corpo mais facilmente. Os shawabtis eram pequenas estatuetas em forma humana depositadas na tumba.

Elas representavam empregados e sua função era trabalhar para o morto no além (segundo os egípcios, “já que trabalhamos arduamente durante toda uma vida, por que necessitamos trabalhar no além igualmente?”).

Além da balança da Justiça, o morto também passava pela Confissão Negativa, texto presente no Livro dos Mortos, que deveria ser recitada diante dos deuses na Dupla Sala da Verdade e Justiça. Daí a importância do coração como peça-chave no julgamento dos mortos e a preocupação em preservá-lo tão ardentemente. Para chegar bem ao outro lado, ele precisava ser puro e limpo.


+Saiba mais sobre o Egito Antigo através de importantes obras

O Egito Antes dos Faraós: E Suas Misteriosas Origens Pré-Históricas, Edward F. Malkowski

link - https://amzn.to/2r3pgNe

https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/almanaque/como-func...

Exibições: 6

Comentar

Você precisa ser um membro de Ignotus Rede Social para adicionar comentários!

Entrar em Ignotus Rede Social

© 2020   Criado por Edson Luiz Pocahi.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço