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À medida que a humanidade evolui espiritualmente, rumo a um Mundo de Regeneração, aumenta o entendimento acerca da brevidade da vida terrena diante da eternidade. Nessa caminhada, depreende-se que os bens materiais são empréstimos divinos dos quais será cobrado o uso que tenhamos feito em favor da coletividade, pois “aquele que dá aos pobres, salda a dívida que contraiu com Deus”.


A distribuição desigual dos bens materiais oportuniza diferentes tipos de prova, consoante as necessidades de cada Espírito. Além disso, mesmo que todos os bens fossem distribuídos de modo igualitário, em pouco tempo, eles seriam encontrados de modo desigual, haja vista o labor e a utilização das coisas, de acordo com a valorização, a capacidade intelectual e o grau evolutivo de cada ser. 


A riqueza pode promover todo tipo de excessos, fomentando o egoísmo, o orgulho, o materialismo, vaidade, a avareza e a crença de que nunca possuímos o suficiente. Entretanto, é oportunidade que enseja a prática da caridade, da benevolência e da abnegação. Com efeito, sem dúvida, pelos arrastamentos a que dá causa, pelas tentações que gera e pela fascinação que exerce, a riqueza constitui uma prova muito arriscada, mais perigosa do que a miséria.
Se o rico está mais sujeito às tentações da matéria, também possui maior responsabilidade e oportunidades de auxiliar os que sofrem de privações. Ao que possui muitas facilidades materiais cabe realizar a caridade, erguendo seu irmão, sem humilhá-lo. Também lhe compete instigar a caridade nos meios mais abastados, prevenindo a miséria através de programas sociais que visem propiciar saúde, educação, emprego e dignidade a todos. A riqueza deve, portanto, ser utilizada de modo cristão, em benefício da coletividade.

(Allan Kardec)

Fonte: http://planetaazul.ning.com

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Comentário de maria do ceu silva vieira amaro em 19 novembro 2013 às 14:54

não sou rica acho que tenho o que preciso e tenho ideia que se tivesse muito dinheiro não era isso que fazia de mim uma pessoa mais feliz.

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