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PORTAL 11:11 de 2018

Postado por Edilza em 11 novembro 2018 às 6:11 0 Comentários

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A saída é para dentro

E não é que há momentos em que os pensamentos pipocam em nossa mente de maneira desenfreada? Se parássemos por um minuto e déssemos atenção à todos eles com intuito de separar o que presta e o que é completamente dispensável, poderíamos manter tudo arrumado e ainda sobraria espaço para alguma “intuição” se alojar.

É como arrumar uma gaveta. Quantos papéis, contas de  anos atrás, fora as quinquilharias que vão se amontoando até que, para abrir ou fechar a gaveta você se sinta numa quase maratona de paciência. Tente se desfazer de tudo o que não é necessário e verá o quanto de espaço livre sobrou.

Assim é com a nossa mente. Ela adora criar situações, especialmente as problemáticas, não é? Até que, se deixarmos ela “correr frouxo” vamos nos sentir exaustos de tanto buscar uma saída para a solução das questões. E olha só:  a saída é pra dentro! Toda a luz que você precisa está lá. Acredite!!!

O texto de Carlos Cardoso Aveline ilustra o tema e nos leva a refletir.

“Como um barco movido por sua própria dinâmica, a mente de cada indivíduo avança através de um vasto mar astral cuja “água” é feita de todo tipo de pensamentos, sentimentos, sonhos, lembranças e intenções.

Nesse oceano, navegar é preciso, e viver também é preciso. O mar oferece perigos. Perder o rumo não é difícil. De que modo se pode manter a consciência individual navegando a caminho da sabedoria, em meio a tantas distrações, tantos ventos laterais, e tamanhas correntes marinhas que a cada momento de desatenção podem desviar o barco para longe do rumo escolhido?

Estamos na cabine de comando das nossas consciências. Talvez estejamos adormecidos, mas isso não diminui nossa responsabilidade. Deixar-se arrastar pela correnteza é uma opção soberana – e ela é exercida todos os dias pelos mais desinformados.

O oceano da consciência tem águas superficiais e profundas, conscientes e inconscientes. Ele tem marés, tempestades e bonanças. A vigilância e a determinação de quem está no comando de cada barco de autoconsciência devem ser constantes e regulares, para que se mantenha o rumo correto e o foco da consciência não naufrague na ilusão.

O leme do barco é o pensamento. O seu comando é possível através do livre arbítrio. Um bom uso do leme consiste em concentrar a mente em pensamentos, ações e sentimentos que têm pelo menos três características fundamentais:  1. construtivos, 2. altruístas  e 3. verdadeiros.

Os pontos dois e três são decisivos porque nenhuma construção é possível sem altruísmo ou sem sinceridade. Criando hábitos corretos no mundo emocional, no mundo mental e no mundo físico, o barco da autoconsciência ganha força e resistência, e isso é extremamente útil quando surgem as inevitáveis tempestades.

Para que o barco responda facilmente ao leme, é preciso que não esteja sobrecarregado. Uma mente entulhada de coisas é difícil de dirigir. A carga de preocupações excessivas pode afundar um navio até mesmo em um mar tranquilo. É necessário esvaziar a consciência para que ela se encha naturalmente de Intenção Espiritual e para que possamos confiar plenamente no Oceano da Vida.

Uma consciência leve, desapegada, é fácil de comandar. Quando reduzimos a bagagem pessoal, podemos pensar com nitidez no rumo da viagem, e erguemos facilmente o olhar para o mundo celeste. Isso tem sua importância, porque é do céu que vem o sentido de orientação. É pela luz das estrelas que o bom navegador sabe o seu Norte.”

E não se esqueça:  a saída é para dentro!

Beth Michepud

 

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