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O Caminho Solitário do Processo de Ascensão

O Caminho Solitário do Processo de AscensãoTenho a maior gratidão em meu coração por ter a honra e o privilégio de ser uma precursora neste processo de ascensão. No…Ver mais...
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Eu sou Anael, Arcanjo, novamente entre vocês, para prosseguir seus questionamentos.

Tomemos algumas respirações, para instalar-nos, juntos, na Unidade, no coração.
… Silêncio…
Questão seguinte.
Questão: você pode redefinir o processo de aproximação da Infinita Presença ou da Última Ausência?
Como estabilizá-lo, facilmente?
Bem amado, assim como eu respondi, em parte, quando da primeira questão, eu volto ali, então, mas para completar isso do modo seguinte: a partir do instante em que isso é obtido e vivido, ainda que apenas um tempo ínfimo, permite a reprodução, ao idêntico, em tempos cada vez mais longos.
Não há técnica, propriamente dita, há técnicas iniciais, elas lhes foram desenvolvidas durante um ano, concernentes ao que eu, aí também, evoquei, tanto o reencontro com os Elementais, tanto a respiração em hiperventilação ou, ainda, exercícios interessantes no corpo, como a Dança do Silêncio.
Não há, propriamente falando, técnica nem fórmula para dar-lhes, porque é a própria consciência que experimenta seu próprio desaparecimento.
Assim, nenhuma palavra nem qualquer técnica permitirá a você realizar isso de outro modo que não por si mesmo e em si mesmo.
Contudo, eu dei elementos como, por exemplo, portar, novamente, a consciência em uma parte do corpo, de modo temporário ou, ainda, modificar, de olhos fechados, o modo de ver, ou seja, imaginar que você olha no interior de si.
Obviamente, seus olhos não podem reverter-se ao interior de si, mas eles podem desencadear um movimento.
Esse movimento pode ser de duas naturezas.
Ele consiste, sempre de olhos fechados, em fazer, como se você olhasse, alternativamente, à esquerda e à direita, de modo cada vez mais rápido, o que provoca, desta vez – os olhos fechados e não como algumas técnicas que preconizam os olhos abertos, no objetivo terapêutico –, simplesmente, desencadear o reflexo que se produz ao nível do que é nomeado o tronco cerebral, e que permite liberar os engramas de sobrevida inscritos no tronco cerebral, ao nível dos reflexos automáticos, como a respiração, por exemplo.
Mas, bem mais profundamente, isso vai induzir, pelos movimentos oculares rápidos, esquerda-direita, direita-esquerda, repetidos várias vezes, uma estabilização.
Isso deve ser realizado antes, é claro, que você tenha adormecido.
Essa é a primeira técnica.
A segunda técnica foi-lhes, também, comunicada.
Ela consiste em meditar, se posso dizer, no som interior e tornar-se, você mesmo, esse som, do mesmo modo que a Onda de Vida permitiu-lhe tornar-se, você mesmo, a Onda de Vida, para aqueles de vocês que a viveram, na integralidade.
Do mesmo modo, a um dado momento, você se tornará o som, e o som primordial é ligado ao Coro dos Anjos, ele é a primeira manifestação da própria consciência a partir do Absoluto, a primeira criação, se preferem.
A terceira técnica, ela também, vai consistir em utilizar os olhos, não em um movimento que alterna esquerda-direita, direita-esquerda, mas, bem mais, fixando, sempre de olhos fechados, a ponta de seu nariz.
Isso permitirá, também, uma convergência ao nível das estruturas ligadas à visão, inscritas em seu cérebro, e permitirão estabelecer uma comunicação entre os dois hemisférios do cérebro ligado à Androginia Primordial e, portanto, à ponta do nariz, ao nível do que foi nomeado o décimo segundo corpo.
Isso é para encontrar por si mesmo, nada há de melhor, se posso dizer, do que experimentar, por si mesmo, essas muletas de que eu acabo de falar.
A partir do instante em que você tiver identificado a Infinita Presença, como ao situar-se à beira de algo no qual não há nem luz, nem forma, nem consciência, chamado de diferentes modos, nomeado Absoluto, manter a consciência à porta do Absoluto, se posso dizer, dá-lhe a viver a integralidade de todas as consciências, presentes, passadas, futuras, tanto nesse mundo como em qualquer mundo, como em qualquer universo ou em qualquer multiverso.
O interesse não é de ver nem de viver a experiência, mesmo se seja preciso vivê-la ao menos uma vez, mas, sobretudo, beneficiar-se dos frutos da experiência que corresponde ao que eu nomeei a Alegria sem objeto ou, se prefere, a uma das formas de expressão do contentamento.
Assim, portanto, não há protocolos, como você poderia dizer, em relação a isso; não há, tampouco, cristais, propriamente ditos, mas há artifícios da própria consciência, que põem em jogo a visualização ou a atenção ou, ainda, os movimentos oculares ou, eventualmente, a concentração no som interior.
Aqueles que viveram a Onda de Vida podem, também, reativar essa Onda de Vida, mesmo se ela já tenha subido, para tornar-se, eles mesmos, a Onda de Vida, e, naquele momento, desembocar na Infinita Presença.
Mas lembre-se de que, independentemente do que pode ser visto pelo olho da própria consciência, o que pode ser percebido como desenvolvimento de consciência, o importante é que a supraconsciência, no Coração do Coração, beneficia-se, de algum modo, da informação do Absoluto na supraconsciência, o que dá, então, em seu retorno à consciência comum, esse famoso estado de contentamento ou de Alegria sem objeto e sem sujeito.
Existem inúmeros humanos que, atualmente, despertam de modo que eu qualificaria de abrupto, o que dá a viver estados de alegria, estados de deslocalização que essas consciências têm dificuldade a identificar; e por um bom motivo: eles jamais o viveram.
Assim, portanto, inúmeros seres humanos, hoje, presentes na Terra, que jamais tiveram o mínimo interesse pelas ciências do Espírito ou pela multidimensionalidade, encontram-se a viver, sem poder nomeá-los, esses estados consecutivos ao fato de tocar a Infinita Presença.
Existem, é claro, mecanismos memoriais que podem dar-lhe acesso, sem saber o que você viveu, para aqueles que não o vivem.
Eu não falo, é claro, de vocês, aqui presentes ou que lerão, e que viveram o que é a energia, o que é a vibração, mas isso se dirige, essencialmente, eu diria, ao comum dos humanos, que ainda não viveram o Despertar ou o acordar ou a Liberação, e que se encontram em situação de estarem nessa alegria, sem poderem, mesmo, nomeá-la, nem, mesmo, compreendê-la.
Existem reminiscências da própria consciência, que provam, de algum modo, a deslocalização da consciência, antes, mesmo, de ser identificada em uma forma, em um nome ou uma história.
Tudo isso são processos ligados não mais à sua individualidade, mas aos fenômenos coletivos descritos nesses últimos meses, concernentes à aproximação da Luz ao nível das Portas, ao nível dos vórtices e, diretamente, agora, ao processo ascensional resultante da fusão do efêmero e do Eterno.
Há numerosos anos, havia sido evocada a Obra no Azul, a fusão dos Éteres.
Hoje, o que se realiza é uma fusão da matéria e da Luz, que desencadeia a Ascensão da matéria e a Ascensão no sentido coletivo.
Assim, portanto, você vai constatar, ao seu redor, mesmo entre seus próximos que, até agora, estavam, como dizer, refratários a qualquer noção de espiritualidade ou a qualquer coisa que não a vida entre o nascimento e a morte, abrir-se a realidades incompreensíveis para eles e que, entretanto, são vividas.
Por quê?
Porque essas consciências estavam mais próximas da realidade da vivência do Amor do que a maior parte dos seres humanos que começaram, há muito tempo, para inúmeros de vocês, uma busca dita espiritual.
Recair na inocência, recair no Caminho da Infância ou da simplicidade necessitava, para inúmeros de vocês que viveram os processos vibratórios, uma conscientização do processo, uma necessidade de marcadores, uma necessidade de protocolos, como vocês o evocavam, mas, também e sobretudo, há, hoje, crianças, adultos ou velhos que jamais tiveram a mínima abordagem espiritual, que se comportavam, em sua humanidade limitada, entre o nascimento e a morte, com um coração de criança.
Estes, é claro, são, doravante, os mais aptos, se posso dizer, a captar e a metabolizar e a realizar a fusão do corpo e do Espírito.
Isso corresponde, também, ao que lhes havia sido relatado, em inumeráveis reprises, concernente aos primeiros e os últimos.
Os primeiros e os últimos, no sentido temporal; não tomem isso no sentido de qualquer evolução, de qualquer superioridade ou de qualquer inferioridade.
Seu papel principal, a partir das Núpcias Celestes até o ano de 2012, foi o de ancorar e de semear a Luz.
Hoje, a Luz está presente por toda a parte, ela se torna visível aos seus olhos.
As forças da Confederação Intergaláctica dos Mundos Livres manifestam-se cada vez mais abertamente, ao nível de seus céus não, unicamente, os Anjos do Senhor, mas o que nós nomeamos, com vocês, embarcações-mães, de qualquer dimensão que eles venham, são visíveis em seus Céus, mas, também, na Terra e sob as águas.
Existem observações cada vez mais consequentes do que se desenrola em seus céus.
Todos os balés celestes anunciam, é claro, a chegada do corpo celeste, nomeado de «segunda Estrela».
As condições são mais do que propícias, como o disse o Comandante dos Anciões, há pouco tempo, para a realização coletiva da Ascensão, com um mínimo de desordem, se posso exprimir-me assim.
Ora, vocês observam, por si mesmos, que a desordem torna-se cada vez mais aparente, ao nível das condições de vida social da Humanidade, em qualquer país que seja.
Isso prefigura, grandemente, e antecipa, grandemente, a chegada da segunda Estrela visível em seus céus, mesmo se aqueles que pretendem ser seus governantes, suas elites, sirvam-se, eles também, para qualquer outra finalidade.
Assim, portanto, a sombra faz, também, o jogo da Luz, sem sabê-lo ou sem vê-lo.
Resulta daí a abertura espontânea de alguns seres, que não sabem, mesmo, o que é a energia, que não sabem, mesmo, o que é a espiritualidade e que sabem, ainda menos, o que é a vibração.
Eles não podem, portanto, pôr palavras ou pôr um determinado quadro de referência em relação ao que é vivido, mas a evidência do que é vivido tem um poder transformador bem mais importante do que vocês puderam viver, para alguns de vocês, há mais de trinta anos, a partir da primeira descida do Espírito Santo.
… Silêncio…
A questão que segue.
Questão: após ter vivido a Última Presença, eu tive dificuldade, agora, para aproximar-me disso, apesar dos exercícios de hiperventilação que me põem em um estado de grande paz e de Amor.
Bem amado, a vivência da grande paz, do contentamento e do Amor resulta, como você disse, da Infinita Presença.
Hoje, alguns de vocês não têm mais necessidade disso, e lembre-se de que isso não pode, tampouco, ser desejado, mas é, simplesmente, a consequência de sua consciência, em todos os seus componentes.
Hoje, não perca, jamais, de vista, que a finalidade é seu desaparecimento como pessoa, no momento do Apelo de Maria.
Não será possível, naquele momento, prender-se ao contentamento, mesmo se ele estiver, efetivamente, presente, o que foi nomeado a estase.
Mas as condições da estase e, sobretudo, o retorno da estase, não se acompanharão das mesmas condições de vida nesse mundo, para aqueles que ali permanecerão durante o período dos cento e trinta e dois dias, que vocês conhecem.
Assim, portanto, se você já viveu isso, nada force, mesmo se, é claro, haja benefícios e frutos muito agradáveis a viver na consciência comum.
A partir do instante em que isso tenha sido tocado, como para o Absoluto, há uma certeza em relação ao que você é.
Essa certeza é ligada, diretamente, à vivência, ela não é ligada à rememorização de uma vivência que se produziu há alguns meses ou alguns anos, uma vez que o trabalho já foi feito.
Assim, portanto, contente-se em viver sua vida, o mais simplesmente e o mais harmoniosamente possível, mesmo na personalidade, porque ela, mesmo se seja ela que se exprima, ainda hoje, tendo sido, já, confrontada, se posso dizer, à Infinita Presença ou à Última Presença, nada tem a temer, no momento vindo.
Lembre-se, também, de que, a partir do instante em que você tenha ancorado a Luz, ela emana de você, espontaneamente, ela não tem necessidade de ser dirigida ou canalizada.
Seus campos de energia, chamados de auras ou casulos de Luz, não têm mais, absolutamente, a mesma densidade de Luz nem a mesma estrutura, mesmo ao nível dos casulos efêmeros.
Eu o lembro de que os marcadores essenciais da Liberação são, antes de tudo, a ativação das Coroas radiantes – uma dessas Coroas radiantes –, a presença do Canal Mariano, conjuntas ou não, e a Onda de Vida, no momento da Liberação da Terra.
Todo o resto é para viver em função do que a vida oferece a você.
Aí também, é o Abandono à Luz.
É claro, viver a Infinita Presença, e revivê-la, hoje, é muito gratificante, não para a pessoa, mas para a própria consciência.
Alguns de vocês continuarão a desaparecer, apesar dos elementos de técnicas que eu pude dar-lhes para aproximar-se disso ou que vocês encontraram, por si mesmos.
Mas o importante não está aí, o importante é ter, já, manifestado essa Infinita Presença, em um determinado momento ou em outro.
Porque isso escapa do tempo.
E, mesmo se, nesse tempo, você tem a impressão de não poder revivê-la à vontade, à saciedade, isso traduz, simplesmente, que há um desejo e não uma intenção.
O desejo, como eu o exprimi há mais de uma hora, corresponde ao que é nomeada a vontade; a intenção corresponde ao coração.
Não há necessidade de focalizar a consciência na própria experiência, ela se produzirá e reproduzir-se-á à vontade, durante este período, mesmo se, hoje, alguns de vocês não consigam reencontrar o que aconteceu há vários anos.
Isso não tem qualquer espécie de importância.
Mas, de maneira global e geral, vocês serão cada vez mais numerosos a viver diferentes percepções da consciência nos tempos que se abrem agora.
Quer seja um sentimento de irrealidade nesse mundo, quer sejam sonhos muito mais coloridos e muito mais significativos, que os põem em face de ambientes desconhecidos em mundos carbonados que vocês não conhecem, aparentemente.
Tudo isso corresponde à fusão do efêmero e do Eterno e à dissolução do efêmero.
Vocês estão nesse processo.
Alguns de vocês põem-se a viver coisas que não pensavam possíveis, reencontros que não ousavam, mesmo, considerar, por exemplo, com os dragões, por exemplo, com os elfos, mas, também, conosco, nos pedidos que vocês formulam, uma vez que lhes foi calorosamente recomendado, se posso dizer, recorrer a nós, em vocês e não, unicamente, pelo Canal Mariano, percebendo, assim, que nós estamos, realmente, em vocês, e que o mundo apenas pode existir em vocês.
É claro, como vocês observam, as circunstâncias, na superfície dessa Terra, poderiam corresponder ao que o ego, a pessoa ou a própria sociedade poderia chamar uma guerra ou um caos.
Vocês têm observado que, quanto mais o caos progride, mais a incerteza progride ao mesmo tempo, e mais a instabilidade predomina nos sistemas sociais, mais cresce, em vocês, independentemente da Infinita Presença, a certeza do que vocês são?
Essa certeza não é uma crença, ela decorre, justa e diretamente, de forças em presença e de forças de atrito ligadas ao medo.
O medo é uma egrégora.
Vocês não são seus medos, eu lhes disse isso também, anteriormente.
Mas eu lhes digo, também, que vocês se banham na egrégora ou na atmosfera gerada pelo que se desenrola ao nível do tecido social da Terra, atualmente.
Aí também, encontra-se uma capacidade enorme, que explica que alguns neófitos, se posso dizer, da vibração e da energia ou da espiritualidade, ponham-se a viver estados incompreensíveis para eles e que correspondem, para alguns de vocês, exatamente, ao que vocês procuravam.
Assim, portanto, o que foi expresso em numerosas reprises, quando nós falávamos do medo ou do Amor, ilustra-se, inteiramente, sob os seus olhos.
Se vocês estão no exterior de si, vocês sofrerão, se vocês estão no interior de si, qualquer que seja o exterior, vocês ficarão na alegria.
Aí está a ilustração, também, do que eu exprimia em relação aos carismas, à compaixão e ao sentir o sofrimento do outro.
Se o sofrimento do outro os arrasta ao sofrimento, além da compaixão, então, como eu disse, não há Alegria e não há fusão entre o efêmero e o Eterno.
As circunstâncias atuais da Terra, que correspondem à época do Apelo de Maria e à presença de Nibiru em seus céus é, muito exatamente, o que é o mais adequado à transmutação, à transubstanciação da matéria da Terra e a Ascensão dela à quinta dimensão, com ou sem vocês, aliás.
Eu lembro, também, que o que é efetivo é a Liberação da humanidade.
A Ascensão, mesmo se os sintomas comecem a assemelhar-se, junto a todos os conscientes humanos ou inconscientes humanos hoje, desembocarão em Ascensões diferentes, segundo o que vocês são.
Ser-lhes-á feito, exatamente, segundo o que vocês são e não segundo o que o que vocês projetam ou segundo o que vocês temem, mas o que vocês são, realmente, na essência.
Se a consciência e a alma têm, ainda, necessidade de manifestações e de experiências, vocês são livres.
Se sua alma está dissolvida, vocês são livres, também.
Se você ama e persiste em amar a matéria, no sentido carbonado, isso lhe será oferecido, também.
Mas mais nenhum confinamento será possível, o que explica, aliás, que alguns irmãos e irmãs humanos da Terra, sem estarem a par do que se desenrola, tanto ao nível global do Sistema Solar como ao nível da mudança de paradigma e de nível vibratório das consciências, vivem, exatamente, e começam a viver processos, mesmo, por vezes, mais importantes.
Essas pessoas, esses irmãos e essas irmãs humanos colocaram o coração à frente, sem sabê-lo, porque elas são assim.
E isso nada tem a ver com a idade e isso nada tem a ver com a profissão nem com a situação social ou familiar.
… Silêncio…
Questão que segue.
Questão: eu aprendi que, quando da Ascensão coletiva, nós não devíamos interessar-nos pelo que teríamos a fazer, mas que devíamos ser.
Você pode voltar a esclarecer isso?
Bem amado, no momento em que as condições de vida, não ligadas à loucura humana, mas ligadas à visibilidade de Nibiru estiverem presentes, nada será possível fazer, devido ao Apelo de Maria e devido à inversão dos polos.
Então, naquele momento, o que você quer fazer?
Só aquele que resiste, que recusa ser, sofrerá.
Isso não é algo que você decida, é algo que se impõe.
É nesse sentido que nós insistimos, hoje, ao mesmo tempo, sobre as últimas técnicas que nós comunicamos, a partir da Dança do Silêncio, passando pelo Kriya Yoga ou, ainda, a hiperventilação, para prepará-los, de algum modo.
Assim, portanto, não há que se colocar a questão do que pode ser o ser e do que pode ser o fazer, é questão, simplesmente, de preparar-se, interiormente, para o que se desenrola, nesse momento mesmo.
O medo ou o Amor.
O medo está no exterior, nas forças que lutam, forças de confinamento, forças de medo, forças nomeadas patriarcais arcaicas, ou o Amor, o Feminino Sagrado, o acolhimento da Luz e o acolhimento da Vida.
A questão do fazer ou do ser deve ser substituída, no contexto atual da Terra, em seu desenrolar temporal.
Vocês estão na fase de Ascensão coletiva, vocês estão na Liberação efetiva da matéria.
A questão do fazer não se colocará mais, a partir do instante em que vocês não puderem mais fazer.
Não porque vocês o tenham decidido, mas porque as condições são realizadas para a Ascensão quando, eu os lembro, do Apelo de Maria.
Entre a visibilidade de Nibiru, o Apelo de Maria e o que havia sido nomeado o planeta grelha final produzir-se-ão, muito exatamente, cento e quarenta dias.
Os cento e trinta e dois dias, mais os três dias de Trombetas, mais os três dias preliminares ao Apelo de Maria, mais os três dias de estase.
Isso perfaz cento e quarenta e não cento e quarenta e um, porque haverá algumas horas a menos, se posso dizer.
A partir do instante em que as Trombetas ecoarem, não mais em algum lugar da Terra, mas de maneira global, em qualquer ponto que seja da Terra, nenhum de vocês poderá colocar-se a questão de fazer ou ser.
Vocês se encontrarão, muito rapidamente, e, eu diria, para os mais abertos de vocês, em estado de estase.
Nós havíamos dito, há um mês, há dois meses, que inúmeros de vocês experimentariam sentimentos de desaparecimento, de pré-estase, absolutamente reais e concretos.
Hoje, esses desaparecimentos modificam-se.
Eles lhes dão esse sentimento de irrealidade do real, eles lhes dão esse sentimento de não mais serem afetados, real e concretamente, por circunstâncias, mesmo, por vezes, dolorosas.
Vocês estão estabelecidos na Morada de Paz Suprema.
Mesmo se a Alegria não esteja na dianteira de sua cena de consciência, é ela que permite isso e é o Amor incondicional que os nutre, doravante.
Não haverá outra nutrição possível que não esse Amor incondicional, no momento da chegada da segunda Estrela.
Simplesmente, o referido período de cento e trinta e dois dias será vivido de modo eminentemente diferente, conforme vocês sejam portadores de um medo ou não.
Em definitivo e, in fine, a Liberação é adquirida.
Não se esqueçam de que esse mundo não tem mais existência do que um grão de areia, e, no entanto, vocês atravessam a história para sair da história.
Assim, portanto, qualquer que seja seu status, se posso dizer, de consciência, atual, o que quer que você tenha vivido como instalação das Coroas, como vibrações, como subida da Onda de Vida, como contatos com a natureza, tudo isso são apenas elementos, ou pretextos para levá-lo ao que você é.
Portanto, a questão do fazer ou do ser não poderá mais colocar-se em um prazo muito curto, porque nada mais do que lhe é conhecido subsistirá.
Do mesmo modo, eu o lembro de que, quando você dorme, à noite, você não experimenta angústias, pelo fato do mundo desaparecer, e, no entanto, ele desaparece, efetivamente, mesmo seus filhos, mesmo suas relações; no sono, tudo desaparece.
Ele pode ser substituído ou povoado de sonhos, proféticos, simbólicos ou, simplesmente, preocupações do que aconteceu durante o dia escoado, entretanto, você é obrigado a constatar que você desaparece, realmente, a cada noite.
A estase é apenas uma forma diferente de sono, eu diria, um sono no qual a Luz toma todo o espaço e no qual nada pode subsistir, na consciência, do que pertence ao efêmero ou ao limitado.
Mesmo se o retorno à realidade fizer-se, efetivamente, setenta e duas horas mais tarde, mas a realidade não será a mesma.
Ela será profundamente diferente para cada um, do modo pelo qual vocês atravessaram isso, que faz apenas traduzir não, unicamente, sua atribuição vibral, mas, também, o que vocês são na Eternidade, quaisquer que sejam os elementos resistentes, se posso dizer, nessa dimensão.
Vocês veem isso, já, por si mesmos, sem, mesmo, falar de Infinita Presença, de Última Presença ou de Absoluto.
Vocês veem, efetivamente, em que vocês portam sua consciência.
Vocês estão na história e no cenário desse filme patético, que se joga, doravante, na tela da consciência, ou vocês são o que vocês são, simplesmente?
Vocês são afetados, vocês veem, claramente, o que se desenrola, vocês estão na raiva, vocês estão na negação, vocês estão na negociação ou vocês estão na aceitação?
Isso é muito simples.
A aproximação de Nibiru desencadeia absolutamente tudo o que vocês observam na superfície dessa Terra, como o que vocês observam em suas estruturas, em suas relações.
O que é Amor, o que é correto é mantido; o que é erro, o que é medo, mesmo se isso pareça mais presente do que anteriormente para você, faz apenas ser iluminado e desaparecerá.
Do mesmo modo, de maneira consciente, que aqueles que aceitaram sua morte, no decurso de uma doença, põem ordem em seus negócios, mesmo sabendo que eles não são mais desse mundo.
Eles se comunicam, aliás, com outras presenças, isso é cada vez mais frequente no que vocês chamam os serviços de acompanhamento aos moribundos.
Não há mais barreiras e não há mais separação e, portanto, o acesso à Luz faz-se bem antes do último sopro.
Vocês constatarão, aqueles que têm a oportunidade ou a ocasião de aproximar-se de moribundos, que há menos resistências do que anteriormente, por uma razão que é muito simples: é que esses seres em fase dita terminal percebem, com os olhos da carne e com a consciência comum, os outros mundos e as outras realidades.
É exatamente o que se produzirá, no momento do Apelo de Maria.
Só aqueles que resistirão à Luz, só aqueles que estarão ferozmente no medo queimarão, literalmente, pelas forças de atrito aplicadas pela fusão entre a matéria e o Espírito, antes, mesmo, do planeta grelha nomeado final, pelo Comandante dos Anciões.
Nós havíamos falado, há algumas semanas, de mecanismos de desaparecimento.
Hoje, nós falamos da Infinita Presença porque, simplesmente, quer vocês já o tenham vivido ou não o tenham, ainda, vivido, é aqui que se situa, precisamente, a nutrição.
Não haverá outra nutrição que não aquela, naquele momento.
Não se preocupem, tampouco, como nós temos dito há numerosos anos, nem com seus filhos nem com os outros.
Não se preocupem com suas necessidades fisiológicas ou de alterações de seus sentidos ligados ao calor, ao frio ou ao que quer que seja mais.
Vocês estarão, simplesmente, invisíveis para esse mundo, durante esse período.
Vocês não têm, portanto, que se preocupar em saber se fará calor em sua casa, se vocês têm o que comer, se têm velas, se têm água, porque essa realidade não existirá mais para vocês.
Quer vocês sejam chamados a desaparecer, definitivamente, quer sejam chamados a consolar os irmãos e as irmãs humanos que permanecem durante os cento e trinta e dois dias nesse mundo desorganizado, quer sejam chamados a transitar nos Círculos de Fogo dos Anciões, quer sejam levados, se posso dizer, pelos Vegalianos ou pelos Arcturianos, isso não faz qualquer diferença.
A finalidade, é claro, do retorno da estase, é diferente, mas a estase é a mesma para todo mundo, com mais ou menos resistências, mais ou menos felicidade, mas essa estase, pare aqueles que não resistirem, e será, eu confesso, extremamente difícil resistir, poderão, eventualmente, sofrer danos, mas que eles terão, eles mesmos, procurado.
Vocês não têm que se preocupar com isso, respeitem a liberdade de cada um, e a liberdade de cada um não é uma liberdade individual, mas ela é a liberdade de alma ou de Espírito que se manifesta naquele momento.
Do mesmo modo que quando você morre nesse mundo você, estritamente, nada leva consigo, você leva apenas lembranças.
Mesmo essas lembranças, após o planeta grelha final, não existirão mais.
Você terá reencontrado o que você é.
Ao reencontrar o que você é, você não terá o que fazer com o que você viveu nesse plano da Terra, você não terá o que fazer, eu diria, com uma identidade passada e ilusória, mesmo se ela, hoje, pareça-lhe intransponível ou impossível.
Não se esqueça de que as forças de confinamento, as mais finas restantes, serão pulverizadas pelo que será visível no céu, mas pelas influências eletromagnéticas e espirituais, ao mesmo tempo, do canto da Terra, do canto do Céu, a presença de Nibiru e o Despertar maciço e, mesmo, a sideração total da consciência coletiva, antes, mesmo, que Maria tenha-lhe chamado.
Lembre-se, também, de que inúmeros de vocês já foram chamados por Maria ou por uma irmã Estrela, há numerosos anos.
É, aliás, para esses seres, eu diria, que pode existir uma forma de impaciência ou de cálculo de datas, porque eles sabem a verdade, eles a viveram, e a ilusão, ao seu gosto, parece durar um pouco demasiado de tempo.
E, no entanto, isso foi amplamente proveitoso, se posso dizer, no desenrolar do que acontece, diretamente, agora.
O assentamento da Luz, a ancoragem da Luz é tal, como eu o disse, que inúmeros seres humanos neófitos em relação à Luz, em relação às vibrações, às energias ou à espiritualidade, vivem, de maneira espontânea, o que vocês levaram, por vezes, anos a viver.
… Silêncio…
Eu sou Anael, Arcanjo.
Que a Paz, o Amor e a Verdade sejam sua Morada.
Até breve.
http://leiturasdaluz.blogspot.pt/2015/12/ascensao-dezembro-de-2015-...

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