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POR QUE O DESPERTAR ESPIRITUAL É TÃO DOLOROSO?

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1Pela Wikipédia

Discordianismo é uma religião baseada na adoração de Eris (também conhecida como Discórdia), a deusa Grego-Romana do caos. Foi fundada em algum momento entre 1958 e 1959, após a publicação do seu (primeiro) livro sagrado, o Principia Discordia, escrito por Malaclypse the Younger (Malaclypse o Jovem) e Omar Khayyam Ravenhurst, depois de uma série de alucinações compartilhadas em uma pista de boliche.

A religião já foi relacionada ao Zen, baseada em similaridades com interpretações absurdistas da escola Rinzai. O discordianismo é centrado na ideia de que ordem e desordem são ambas ilusões impostas no Universo pelo sistema nervoso humano, e que nenhuma dessas ilusões de aparente ordem e desordem é mais acurada ou objetivamente verdadeira do que outra.

O discordianismo é por vezes considerado uma religião paródia, embora exista disputa sobre a que grau isso é verdade.1 Discordianos usam humor subversivo para divulgar sua filosofia e evitar que suas crenças se tornem dogmáticas. É difícil estimar o número de discordianos porque não lhes é exigido ter discordianismo como único sistema de crenças2 , e porque há incentivo a criar cismas e cabalas.3 4 5

O documento de fundação do discordianismo é o Principia Discordia, escrito por Malaclypse the Younger, um pseudônimo de Gregory HillOmar Khayyam Ravenhurst, pseudônimo de Kerry Thornley.

2 - por Reverendo Ibrahim Cesar

Representante moderno de Carneades, o discordianismo é uma religião baseada no caos fundada no ano de 1958. Qualquer afirmação sobre o discordianismo, nunca sobrevive a um exame mais minucioso. Isso por que, divergir sobre o que são e o que fazem, é lei entre os que se declaram praticantes do mesmo. Primeiro, porque para alguns o discordianismo é apenas uma sátira, uma piada disfarçada de religião. Para outros, na verdade é uma religião disfarçada de piada.

Criação

Os criadores do discordianismo foram Gregory Hill, também conhecido como Malaclypse ( autor do principal livro, o Principia Discordia) e Kerry Wendell Thornley, ou Omar Khayyam Ravenhurst ou ainda Ho Chi Zen.

E foi desenvolvido como um exercício de guerrilha ontológica no que eles chamavam de Operação:Mindfuck através da “versão Irmão Marx do zen”, o discordianismo.

Zen

O discordianismo embora a primeira vista não pareça, é o zen ocidental. Kerry Thornley, anos mais tarde de criar o discordianismo, sob o nome de Ho Chi Zen, lançou uma série de panfletos sobre a Zenarquia.

O zen nasceu na China, como uma escola do budismo mahayana, que é notável por sua ênfase na plena aceitação do momento presente, ação espontânea, e o abandono do pensamento julgamentoso e auto consciente. O zen ainda se divide em vários ramos, sendo mais notórios dois deles: Soto e Rinzai. Enquanto a escola Soto dá maior ênfase à meditação silenciosa, a escola Rinzai faz amplo uso dos koans.

Koans são histórias, diálogos, questões, ou afirmações geralmente contendo aspectos que são inacessíveis ao pensamento racional, ainda que possam ser acessados à intuição. Um dos mais famosos e que figura no Principia Discordia é este: “Qual o som de palmas com uma mão só?”

Da mesma forma, o discordianismo faz amplo uso de histórias, diálogos, questões, afirmações, imagens e qualquer coisa que provoque a confusão, a Operação:Mindfuck. O propósito é sacudir as pessoas de suas zonas de conforto e levá-las a pensar.

Caos

Os discordianos que seguem o erisianismo, usam Éris, a deusa grega do caos e da discórdia, como divindade. A palavra caos irá aparecer muitas vezes no material discordiano. Sobre tal é digno de nota, que para um discordiano, caos não é antônimo de ordem. Para eles, o caos é a natureza da realidade. O antônimo de ordem é a desordem. Eles apenas querem conscientizar a sociedade moderna que busca a ordem em tudo, de que vivemos em um Universo caótico e que não existe essa coisa que chamamos “verdade”. Como escreveu Robert Anton Wilson, também conhecido como Dr. Mordecai Malignatius no meio discordiano:

"A iluminação discordiana é alcançada quando você se conscientiza de que, apesar de a deusa Éris e de a lei dos cinco não serem literalmente verdadeiras, nada é literalmente verdadeiro. Dos cem milhões de sinais zunindo, recebidos a cada minuto, o cérebro humano ignora a maioria, e organiza o resto em conformidade com qualquer sistema de crença estabelecido nele. Podemos selecionar sinais ordeiros e legais e dizer que tudo é projetado por uma inteligência cósmica, como no tomismo, ou selecionar sinais caóticos e afirmar que Deus é uma Mulher Louca, como no discordianismo. O cérebro ajustará os sinais recebidos aos dois sistemas de crença… ou a uma dúzia de outros."

Brasil

Não é certo quando o discordianismo chegou ao Brasil. Mas foi graças à sua presença na internet que ele conseguiu continuar existindo em nossas terras. Nos últimos anos, com o avanço de algumas descobertas em psicologia e física se aproximando dos ideais pregados pelo discordianismo e o aumento de sua presença na internet, ocorreu um aumento no número de seguidores. Seja ele uma piada disfarçada de religião ou uma religião disfarçada de piada, parece que o discordianismo veio para ficar.

Referências:
MAL-2. Principia Discordia. Tradução brasileira: Ibrahim Cesar, 2005
WILSON, Robert Anton. A Nova Inquisição. Madras, 2004
WILSON, Robert Anton. O Gatilho Cósmico. Madras, 2004
WILSON, Robert Anton. The Illuminatus! Trilogy. Dell Publishing, 1984
ALHAZRED, Abdul. Necronomicon. Tradução para o latim: Olaus Wormius, 1228

3 - por Reverendo Peterson Cekemp

Etimologia e história

Discordianismo é por vezes também chamado de Erisianismo, pois a nomenclatura deriva de Éris ou Discórdia, deusa grega do Caos.

O discordianismo é uma religião livre fundada nos anos 60 por Malaclypse, The Younger (ou Mal-2 para os mais chegados) e por Lord Omar. Bom, tirando os pseudônimos, fica Kerry Thornley e Greg Hill.

Simbologia, Mitologia, Literatura e Filosofia

O principal livro discordiano chama-se “Princípia Discórdia”. Em inglês pode ser lido gratuitamente nesse site, mas o Rev. Ibrahim César teve a brilhante e maravilhosa idéia de traduzi-lo para o português, e, é claro, torná-lo disponível para o público em geral.

O discordianismo pode ser explicado brevemente como o Zen para ocidentais. Bom, parece uma piada de mau gosto, uma vez que o Zen é bem difícil de se definir. Então vamos aos poucos: para o discordianismo, o humor é fundamental. É um modo definitivamente muito bom de se encontrar a iluminação interior do Zen.

Outra idéia fundamental do discordianismo é o Caos: ele é indefinível, mas basicamente o temos como o componente fundamental da existência. Afinal de contas, o que vemos são agrupamentos atômicos, mas se formos profundos o suficiente vamos descobrir que somos grupos de átomos que vivem num mundo bem caótico. Ao mesmo tempo, o discordianismo afirma que padrões são apenas organizações feitas pelo cérebro humano, e que não existem objetivamente.

Cada modo de ver o mundo, cada crença, ideologia, cada conceito não-material (abstrato, diga-se) é apenas um padrão para enxergar uma realidade simplesmente caótica. A vida e a matéria são caóticas e a existência é um absurdo? Talvez, mas o principal é que quando padronizamos o mundo destruímos a espontaneidade da realidade.

O discordianismo afirma (e atenção que esse pode ser um ensinamento trivial, mas na verdade é muito profundo) que tudo é verdadeiro, falso e irrelevante em algum sentido. Na verdade, a frase é mais longa que isso. A versão estendida é: Tudo é verdadeiro em algum sentido, falso em outro sentido, irrelevante em outro sentido, verdadeiro e falso em algum sentido, verdadeiro e irrelevante em algum sentido, falso e irrelevante em outro sentido e verdadeiro, falso e irrelevante em algum outro sentido. Esse ensinamento tem conseqüências variadas, mas não é o caso de nos aprofundarmos nisso agora.

Logo, o erisianismo é definido como uma meta crença, pois é antes um modo de ver as crenças e as ideologias, de forma a fazer com que elas percam sua validade absoluta. Isso (olha que surpreendente) também possui diversas conseqüências, mas (adivinha) não é o caso de discutirmos isso agora.

Conseqüências práticas do discordianismo

O anátema, no melhor dos sentidos, é uma reprovação energética (Dicionário Aurélio). Uma brincadeira boa de se fazer é inventar novas palavras ou novos significados para palavras e expressões antigas – então vamos fingir que um anátema seja, por exemplo, uma contradição. É porque eu gosto da palavra anátema, então vamos fingir que ela sirva aos propósitos dessa explanação. Se você for purista, poxa, é só uma brincadeira. Só um pouquinho, vai, depois eu devolvo o significado da palavra.

Todos os humanos têm uma tendência a serem inertes – na realidade, se eu precisasse escolher uma característica que tivesse a cara do universo eu diria “inércia”, não só pela vida humana, mas pela própria forma como as coisas funcionam. Richard Dawkins em seu livro “O Gene Egoísta” explica que uma coisa instável procura estabilidade – procura no sentido normal e não-consciente da coisa. A inércia faz com que qualquer sistema instável tenda a se estabilizar. Surpreendente seria se não fosse assim.

De qualquer forma, continuando… Os humanos têm a tendência a procurar pela segurança e estabilidade – eu usaria a expressão “está no sangue”, mas é melhor “está no gene”.

Pense numa cama quente. Quentinha e confortável. Se estiver quente aí de onde você lê esse texto, imagine-se num inverno rigoroso. Uma cama, um bom filme, cobertores, barulhinho de chuva, chocolates quentes ou massas caseiras… Um bom e delicioso sono, recheado de sonhos maravilhosos…

Isso não é bom? O que os humanos procuram é estabilidade, segurança… Toda a situação descrita acima é boa, não? É algo gostoso. Quando passamos por isso, o fundo de nossas mentes grita… “Eu quero ficar aqui pra sempre…”. É assim com todos os momentos mágicos; a força de expressão mais inútil e impossível de todas – eu quero que isso dure pra sempre…

A questão é que a nossa vida é assim, à procura de segurança, tanto no plano material e pragmático quanto no ideológico. Queremos uma ideologia que “forme a nossa mente”. Equilibre nossa vida e seja coerente. Queremos encontrar um caminho a seguir, um plano de vôo para nossas vidas. Quando usamos a razão pra isso, encontramos boas razões pra ser de um modo e boas razões pra ser de outro. Usando a ética, a moral ou qualquer outro instrumento, escolhe-se um e em geral isto se torna nossa “identidade”, o modo como somos e como agimos. E nós passamos a considerar isso correto, não só pelos instrumentos que usamos para atingir essa identidade, mas apenas porque ela possui boas razões de ser (como qualquer outra).

Procuramos sempre a estabilidade… Entretanto, não espere encontrá-la no discordianismo.

Ao reconhecer que a razão é muito útil para alcançarmos algum tipo de coerência no estudo da existência material, mas nada útil para a existência subjetiva, qualquer identidade calcada na razão perde o sentido. Como se pode viver assim? Bem, existem outros valores na vida, e o que o discordianismo diz pra você é: abstenha-se da razão e encontre dentro de você seus próprios valores. O humor é uma boa dica.

Nietzsche em seu livro “Nascimento da Tragédia” afirma que é preciso ir contra a natureza para forçá-la a revelar seus segredos. É preciso de anátemas na vida para se descobrir; é preciso forçar-se aos extremos para descobrir a própria essência – ou para libertar-se dela. Se você é organizado, procure a desorganização ao máximo. Se você é tímido, procure a exposição e a extroversão (o Word disse que essa palavra não existe, mas tudo bem).

Nietzsche conta que na mitologia persa, um bruxo só poderia nascer de um incesto – ou seja, o crime contra a natureza revela seus segredos… Seja contra sua natureza em ambos os sentidos; contra sua essência enquanto indivíduo e contra sua essência enquanto humano que quer se conformar. Dessa forma, você não encontrará paz, porém encontrará a sua vontade, o seu desejo, o caos necessário para transformá-lo no que você quiser.

Resumindo, o discordianismo não é uma filosofia para quem procura por paz – se você não está em dúvida, fique em dúvida. O discordianismo é uma filosofia de diversão, principalmente com os caminhos e descaminhos da razão, e uma filosofia onde as incertezas ganham sentido e as emoções são valorizadas. É uma filosofia de superação.

4 - por Reverendo Mandrake

Nonsense, contracultura, zen budismo, ciberpunk, mitologia grega, anarquia, erística, conspiração, metafísica, cultura underground e etc: Todas essas palavras podem ser usadas para descrever o discordianismo e ainda assim não o definirão. Afinal de contas, o que é o discordianismo? porque é tão dificil defini-lo? Você está pronto para seguir o coelho branco? Então leia mais e entenda menos sobre o que é o discordianismo e sobre a turba de lunáticos e loucos que se denominam seguidores de Éris: a Deusa do caos e da confusão!

"Somos uma tribo de filósofos, teólogos, magos, cientistas, artistas, palhaços e maníacos similares que estão intrigados com ÉRIS, DEUSA DA CONFUSÃO, e com Seus Atos"
- Conluio Joshua Norton

"O discordianismo é uma piada, disfarçada de religião, disfarçada de piada, disfarçada de religião, etc..."
- Principia Discórdia

"É Zen para ocidentais"
- POEE

"Somos um grupo de o-que-quer-que-sejamos para o-que-quer-que-façamos."
- Desconhecido

"Nenhum discordiano concorda totalmente com o outro sobre o que se trata o discordianismo."
- Reverendo Ibrahim

O que é o discordianismo?

O discordianismo é antes de mais nada, muitas coisas. Talvez a melhor definição seja a do conluio Joshua Norton: Somos um grupo de seres intrigados com o Caos.

Nesse estado de contemplação, cada discordiano acaba por trilhar um caminho próprio em sua curiosidade sobre o caos.

Alguns discordianos adotam o humor como principal aspecto do discordianismo, tratando-a como uma piada em forma de religião. Outros (como esta igreja aqui) consideram o discordianismo como uma Religião em forma de piada. Outros a vêem como uma filosofia equivalente ao zen, mas para ocidentais, outros não se definem em nada.

Seja como for, se há um principio universal no discordianismo é que nada é literalmente verdadeiro. Tudo é circunstancial, logo todas as definições acima estão corretas, erradas ou são irrelevantes, dependendo apenas das circunstâncias. A ordem e a desordem são ilusões.

Assim como a Matrix, você terá que fazer uma escolha: Se deixar tocar pelo Caos e descobrir por trás da cortina o que é o discordianismo ou evitar olhar o abismo e se mesclar novamente ao rebanho adormecido.

Quando Surgiu?

O discordianismo surgiu no início da década de 60 na Califórnia, tendo seu primeiro registro, o livro Principia Discórdia, escrito pelos Reverendos Malaclypse e Omar khayyam. Após uma psicodélica visão onde ambos compreenderam a ilusão da ordem e da desordem, ambos abraçaram sua loucura e se denominaram os maiores sacerdotes de Éris, deusa grega do caos, na terra.

Assim começou o discordianismo, tendo em sua fundação os elementos mitológicos da mitologia grega, fragmentos da filosofia do budismo Zen da escola Rinzai, e uma gama variada de temas ligados a anarquia, contracultura e Nonsense, tornando o discordianismo uma antítese dialética as religiões modernas que adoram conceitos ligados a ordem.

Não se sabe quando o discordianismo veio ao Brasil, mas sabe-se que foi graças a internet que ele se manteve. muitos discordianos despertaram e começaram a agir, seja como legionários da discórdia dinâmica, seja como sacerdotes, para encontrar uma intersecção que servisse de identidade ao discordianismo no país.

Mitologia

O termo Discordianismo, Vem do nome da deusa romana do caos: Discórdia. Um sinônimo para discordianismo é o termo erisianismo, vindo do nome original da deusa, Éris (seu nome grego). Partindo da história mais conhecida de Éris, onde esta causa a guerra de Tróia, muitos discordianos buscam a compreensão da função do caos em nosso mundo.

Para o conluio Joshua Norton (formado pelos fundadores do discordianismo) e sua igreja, a POEE, Éris, ou o Caos, representa a sopa matricial que dá origem a toda a criação. Quando a humanidade passou a se cercar de certezas, começou a dar as costas para o caos, inclusive seus aspectos positivos.

Hoje, o discordianismo é uma sopa politeísta, que por não considerar nada realmente falso, acaba agregando de certa forma outras mitologias. Sendo assim, há discordianos cristãos, com crenças nórdicas, ateus, xintoístas, etc. Pode-se dizer que muito além de um sistema de crenças, o discordianismo se tornou uma abordagem filosófica para se viver neste mundo.

Principia Discordia

O Principia discórdia é o manifesto escrito mais conhecido do discordianismo. Também conhecido como "Como encontrei a deusa e o que fiz com ela quando a encontrei" é o livro que estabelece a história do discordianismo, sua mitologia, sua filosofia e a descrição e ritos da primeira desorganização erisiana, a POEE.

Os pontos mais importantes do livro, além de seus koans, parábolas e contos, são os primeiros fundamentos mitológicos estabelecidos:

Lei dos Cinco: "Todas as coisas acontecem em cinco, ou são divisíveis ou multiplicáveis por cinco, ou estão de certa forma direta ou indiretamente ligadas ao 5".

Pentarroto: O pentarroto é um grupo de cinco leis sagradas do Discordianismo descobertos pelo eremita Zarathud no quinto ano da lagarta.

Papas: "Cada homem, mulher e criança na Terra é um Papa" o que significa talvez que todos temos a liberdade e o poder absolutos dentro desta religião, em contraposição a outras religiões hierárquicas.

Cao: é o singular de caos e representa a natureza da realidade parafísica.

Maldição de caracinza: Caracinza foi um homem que viveu no ano de 1166 DC e pregou que a vida é séria e jogar é pecado. A maldição é um desequilíbrio psicológico e espiritual que resulta dessas crenças.

Glândula pineal: Alguns discordianos parecem sentir que a glândula pineal é a fonte de respostas para as mais difíceis questões da vida. Os hindus e talvez Decartes também viam uma importância nessa glândula.

5 - por Papa Doc Ablurat

Definir o Discordianismo na sua essência é não definir.

Caos, ironia, filosofia, discordia, 'patafísica.... Acho que a melhor coisa é não tentar definir e deixar fluir pelas ondas do absurdo o momento irreal, que se fragmenta em orbes quânticas.

Os que ainda não adentraram em nossa religião(?) devem estar querendo saber como a Deusa fez com que nos iluminássemos. Bom, no caso deste pequeno Papa, foi através das visões do pensador, filósofo, escritor, psicólogo e Papa Discordiano Robert Anton Wilson (que agora está no invisível jogando videogame com outros santos e rindo desta palhaçada toda), que sacudiu os pilares cartesianos desta criatura e me permitiu enxergar a Deusa e toda palhaçada por trás desta bola de lama (claro que algumas tequilas e cachaças, contribuíram também!).

Bom, você deve estar se perguntando, como eu consigo entender tudo isso ? Não se preocupe que o velho Papa aqui lhe dará umas dicas para você se iluminar :

- Coma um cachorro quente com um refrigerante, ajuda a matar a fome e preparar você para a iluminação (acho que mata mais a fome, mas tudo bem...)
- Faça 50 ginuflexões para o leste e grite no final de cada uma delas Krig-ha, Bandolo!
- Ouça a música do The Doors "The End" tomando um copo de chá de camomila.
- Leia o Princípia Discordia
- Cante atirei o pau no gato 7 vezes rodopiando no sentido anti horário.

Pronto a iluminação chegará e você se tornará Papa!

Venha para nossa religião e veja o mundo muito mais fractalizado do que as pessoas a sua volta!

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