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MENSAGEM DE HILARION

Postado por Edilza em 18 novembro 2018 às 8:38 0 Comentários

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Em que ponto está o julgamento da Rebelião de Lúcifer? [por Carlos Leite da Silva]

Já há algumas semanas que eu tinha em mente pesquisar no Livro de Urântia as pistas e evidências sobre o tempo de adjudicação da Rebelião de Lúcifer, que alguns estudantes defendem que já aconteceu, posteriormente ao surgimento da Quinta Revelação de Época.

Por uma grata coincidência, há poucos dias foi publicado no grupo Urantia do facebook um estudo repleto de discernimento à luz das revelações no Livro de Urântia. Esse estudo é da autoria de Chuck Thurston, um estudante norte-americano.

A sua qualidade e discernimento são tão grandes que me atrevo a pedir à Urantia Associação do Brasil que insira este texto no seu site.

Este é o texto:


[Estudo de Chuck Thurston (com ligeiras adaptações na tradução para português)]:

Há pessoas que defendem a ideia de que a adjudicação da Rebelião de Lúcifer ocorreu em 1984, e que desde então Caligastia e Daligastia já não estariam conosco neste mundo. A busca em arquivos do movimento da TM (Teaching Mission) traz muitas referências baseadas nesta ideia, a qual, aparentemente, é a base para todo o conceito da Teaching Mission. Eis três exemplos:

Palavras de IRUKA (um suposto mestre moroncial sendo canalizado):
?[?] Quando vocês se referem ao diabo, os humanos usualmente se referem a um indivíduo chamado Satã, ou outro chamado Lúcifer, ou ainda outro chamado Caligastia. Eles são confundidos todos nas tradições humanas como se fossem uma única criatura chamada de diabo, e desde 1984, ano em que a Rebelião de Lúcifer foi adjudicada, estes seres é como se nunca tivessem existido. Deixaram de existir...?

Palavras de AARON (outro suposto mestre moroncial sendo canalizado):
?[?] O Tempo de Correção começou logo a seguir à Rebelião de Lúcifer ter sido adjudicada. Esse julgamento acabou, e as noções da presença do diabo e seus anjos são um remanescente de tempos anteriores...?

Palavras de MONJORONSON (um suposto Filho Magisterial que alguns acreditam que já está na Terra. Alguns defendem que está ou estará em corpo físico e outros não):
?[...] A implementação factual de planos de contingência que não teriam sido postos em ação enquanto a adjudicação não estivesse terminada, o que ocorreu nos anos finais de segundo milênio deste mundo [...]. Vocês estão familiarizados com a Teaching Mission desde que começou, quase simultaneamente com a consumação do processo de adjudicação [...].?

Os autores do Livro de Urântia, por outro lado, parecem estar nos dizendo que não devemos contar com a adjudicação da Rebelião de Lúcifer tão cedo, pelo menos dentro da nossa perspectiva de tempo. Primeiro deve ser dada à rebelião oportunidade ilimitada de expressão e desenvolvimento, mesmo nos mundos evolucionários que foram desencaminhados. Este é o método divino de levar a rebelião até o fim, ?permitindo que a rebelião chegasse, por seu curso natural, à auto-obliteração? [LU, 54:5.8], o que muito provavelmente se estenderá até o futuro muito distante.

Muita da confusão sobre o assunto do período de tempo para a adjudicação parece surgir das diferenças de perspectiva no universo. Do ponto de vista de um Melquisedeque, como expressado nos parágrafos finais do Documento 53, por exemplo, a rebelião ?cessa, nos mundos caídos, tão logo os Filhos divinos cheguem até eles? [53:9.7], apesar de que o triunfo HUMANO final sobre a rebelião pode exigir centenas de anos de luta intensa (conforme será mostrado abaixo).

Esta declaração no Documento 134 sugere uma diferença similar de perspectiva: ?E, quando Jesus desceu da sua estada no monte Hermom, a rebelião de Lúcifer em Satânia e a secessão de Caligástia em Urântia estavam virtualmente acalmadas? [134:8.9]

Como Filho do Homem, Jesus alcançou e demonstrou como um humano derrota a rebelião no universo. O término final da rebelião no nosso mundo agora apenas aguarda o momento futuro em que TODOS os humanos atinjam a mesma realização.

A rebelião de fato chegou ao final no respeitante ao Sistema de Satânia durante os tempos da auto-outorga de Micael, mas ainda está vigente em Urântia e nos outros mundos evolucionários que se juntaram à rebelião.

[53:8.3 ?A auto-outorga de Michael pôs fim à rebelião de Lúcifer, em todo o Satânia, com exceção dos planetas dos Príncipes Planetários apóstatas.?

O final da rebelião no respeitante ao Sistema não foi simplesmente uma decisão administrativa. Terminou porque toda a simpatia pelos rebeldes finalmente morreu quando eles abordaram Jesus no Monte Hermom e tentaram desviá-lo do cumprimento de sua missão de auto-outorga. A simpatia HUMANA pelos líderes da rebelião, no entanto, NÃO chegou ainda ao fim, razão pela qual a rebelião ainda prossegue.

[53:8.2] ?Depois do esforço que fizeram para corromper Micael quando encarnado em auto-outorga, toda a compaixão por Lúcifer e Satã, fora dos mundos isolados em pecado, esvaiu-se em todo o Satânia.?

Portanto, Caligastia e Daligastia devem permanecer em liberdade:

[53:8.6] ?Caligástia, o vosso Príncipe Planetário apóstata, ainda está em Urântia, livre para continuar os seus desígnios nefandos [....]?

[67:4.5] ?As questões, sem dúvida, ficarão como estão até que toda a rebelião de Lúcifer seja finalmente julgada e até que seja decretada a sorte de todos os seus participantes.?

Os governantes do universo não estão adiando a adjudicação arbitrariamente:

[54:6.8] ?As mentes mortais de pouca visão e tolhidas pelo tempo deveriam ser menos apressadas ao criticar as demoras no tempo geradas na amplidão de visão e sabedoria dos administradores dos assuntos do universo.?

O processo de adjudicação é administrado por uma política universal invariável, a qual requer o esgotamento completo de TODA simpatia pelos rebeldes e seus sofismas sedutores.

[54:3.3] ?[...] os Anciães dos Dias negam-se a aniquilar qualquer ser antes que todos os valores morais e todas as realidades espirituais sejam extintas, tanto no pecador, quanto em todos aqueles que o apóiam e os possíveis simpatizantes.?

[54:5.10] ?Para manter as portas do Paraíso abertas para a ascensão, aos seres de Norlatiadeque, seria necessário dar chances de pleno desenvolvimento à rebelião e assegurar a completa determinação de atitude da parte de todos os seres relacionados, de algum modo, a ela.?

[54:5.9] ?Os Fiéis dos Dias, em Edêntia, aconselharam os Pais da Constelação a permitirem o livre trânsito aos rebeldes, com o fito de que toda a compaixão por esses malfeitores acabasse sendo extirpada o mais cedo possível dos corações de cada cidadão presente e futuro de Norlatiadeque ? de todas as criaturas mortais, moronciais ou espirituais.?

Note-se que esta exigência inclui TODOS os mortais ? PRESENTES e FUTUROS ? não apenas do nosso mundo, mas em todos os planetas em rebelião no Sistema de Satânia.

Cada dia nos fornece abundantes evidências de que a negação consciente da existência do Pai e o mal proposital e deliberado (a falsa liberdade enraizada no Manifesto de Lúcifer) estão ambos muito ativos em nosso mundo. O mal deliberado (pecado e iniquidade) não são da mesma categoria que o mal comum, como é a ganância, o egoísmo, a vingança, a violência exacerbada, as paixões míopes, etc.

Jesus explica isto da seguinte maneira:

[148:4.6] ?O mal é inerente à ordem natural deste mundo, mas o pecado é uma atitude de rebelião consciente que foi trazida a este mundo por aqueles que caíram da luz espiritual entrando em trevas espessas.?

E esta é a resposta divina:

[54:5.11] ?A Ministra Divina de Sálvington emitiu, como a sua terceira proclamação independente, um mandado ordenando que nada fosse feito para curar pela metade, para suprimir covardemente ou, de qualquer outro modo, ocultar o rosto horrível dos rebeldes e da rebelião. Foi instruído às hostes angélicas que trabalhassem por uma plena divulgação e fosse dada oportunidade ilimitada à expressão do pecado, afirmando ser essa a técnica mais rápida para realizar a cura perfeita e final da praga do mal e do pecado.?

Remover arbitrariamente Caligastia e Daligastia ANTES de se alcançar ?a cura perfeita e final? (ou seja, enquanto eles ainda são capazes de atrair a simpatia humana) obviamente NÃO seria consistente com esta diretriz. Então, quanto tempo irá demorar para se alcançar a ?cura final??

[53:8.4] ?[...] os tribunais de Uversa ainda não emitiram a sentença executiva a respeito do apelo de Gabriel, rogando pela destruição dos rebeldes; contudo, tal decreto irá, sem dúvida, ser emitido no completar do tempo, pois o primeiro passo na audiência desse caso já foi dado.?

As seguintes passagens sugerem que o requerido ?completar do tempo? poderia oscilar entre 100.000 e 800.000 anos contando a partir de agora, no tempo de Urântia, ou até mesmo quando o nosso planeta chegasse ao começo da Era de Luz e Vida.

Esta passagem sugere 100.000 anos:

[54:5.13] ?[...] se um mortal de Urântia, com um período mediano de vida, cometesse um crime que precipitasse um pandemônio mundial e, caso ele fosse apreendido, julgado e executado, dois ou três dias após haver cometido o crime, pareceria muito tempo para vós? E tal seria uma comparação aproximadamente válida, considerando a duração da vida de Lúcifer; ainda que o seu julgamento, agora iniciado, não terminasse nem dentro de cem mil anos do tempo de Urântia [...]?

As duas passagens seguintes, quando combinadas, sugerem 800.000 anos:

[54:5.12] ?[...] um conselho de emergência de ex-mortais [...] mortais glorificados com experiência pessoal em situações semelhantes, [...] advertiram Gabriel de que seria, pelo menos, três vezes maior o número de seres a se perderem, caso fossem tentados métodos arbitrários ou sumários de supressão. Todo o corpo de conselheiros de Uversa se pôs de acordo para aconselhar Gabriel a permitir que a rebelião tomasse o seu curso pleno e natural, ainda que fosse necessário um milhão de anos para eliminar as consequências.?

[53:9.3] ?[...] o caso Gabriel versus Lúcifer, assinalado nos registros da suprema corte de Uversa há quase duzentos mil anos, na medida de tempo adotada por vós.?

Fazendo as contas, 1 milhão de anos (tempo total estimado), subtraídos de 200.000 anos (tempo decorrido até agora) = 800.000 anos.

E também há isto:

[93:10.8] ?[...] É mesmo possível que, em alguma era futura, quando Urântia se estiver aproximando da era de luz e vida, depois que os casos da rebelião de Lúcifer e da secessão de Caligástia houverem sido finalmente julgados, possamos testemunhar [...]?

Esta frase claramente coloca Urântia beirando a Era de Luz e Vida no mesmo período de tempo da ?era futura? com o julgamento final da secessão de Caligastia, o que seria consistente com as extensões distantes de tempo sugeridas pelas duas outras estimativas. Os autores não usariam o termo ?finalmente? se tal desenvolvimento pudesse ser antecipado para alguma época antes disso.

Quer-me parecer que a seguinte declaração de ?Abraham? [outro suposto mestre moroncial sendo canalizado], obtida dos arquivos do movimento da Teaching Mission, revela um equívoco fundamental (e que soa humano demais) sobre a natureza da rebelião e sua resolução final:

ABRAHAM: ?[...] Com a resolução da adjudicação os circuitos foram reinstalados como prometido. Os rebelados não mais existem, daí que o risco de contaminações adicionais em Urântia não mais ameaçava [...]?

A rebelião não é levada ao final por uma decisão de arbitrariamente se suprimir seus ?contagiosos? defensores. O perigo da ?contaminação? apenas chegará a um fim quando todos os cidadãos ?presentes e futuros? de Norlatiadeque tiveram atingido completa ?imunidade? aos sofismas da rebelião ? apesar dos constantes esforços (em nosso caso) de um sedutor ex-Príncipe Planetário. Não surpreende, então, que isto vá demorar um LONGO tempo.

Um dos notáveis efeitos do fiasco de Lúcifer será o desenvolvimento de uma civilização neste nosso mundo que irá ser completamente resistente a qualquer rebelião no universo. Diante dos incansáveis esforços de Caligastia para sabotar a evolução planetária por intermédio de logro, destruição e meios diabólicos, será essencial para todos os humanos entenderem plenamente e rejeitarem tanto sua agenda quanto suas táticas. Incontáveis urantianos irão transportar esta poderosa sabedoria, individualmente, através de todo o tempo futuro e eternidade. 

A rebelião contra a Fonte é um assunto sério e de risco de morte. O Livro de Urântia refere-se à Rebelião de Lúcifer como ?uma orgia de trevas e morte?, o que é certamente uma descrição adequada de muito do que está acontecendo em nosso mundo.

FONTE:E-mail

POR: Jorge Bandeira

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