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HOMENAGEM À MÃE


HOMENAGEM À MÃE
Mensagem canalizada por Judith Coates

Neste mês, que você reservou para homenagear as mães, saiba que você pode se homenagear, tenha ou não a experiência nesta vida como mãe, pois, na verdade, você é uma mãe criativa.
  
Observe todas as suas criações. Quando você estiver em paz, permanecendo em silêncio, remeta a sua mente à semana passada em seu tempo, e contemple as suas criações. Contemple as experiências. Contemple os relacionamentos. Contemple os seus pensamentos e sentimentos na semana passada e veja como você foi a mãe criativa de tudo o que aconteceu com você e para você.

Conheça-se como Luz. Vivendo como a Luz que você é, agradeça-se pelo Ser criativo que você é. Quando você pensar nos eventos da semana passada, do mês passado, do ano passado, veja o que você criou e os chame de bons – ainda que as aparências e os sentimentos sugiram o contrário.

Quando você estiver no coração, em contemplação, chame no olho de sua mente aquela conhecida como a sua mãe. Convide esta para estar em seu coração com você. Se esta deitou o corpo e fez a transição, como você diria, saiba que você pode, instantaneamente, comunicar-se com ela, pois não há separação. Chame esta para o seu coração e fale o que gostaria de compartilhar com ela.

Se ela estiver em um país distante, seja em outro local geográfico, ou em um país distante, converse com ela a partir do seu coração. Compartilhe com esta os sentimentos e insights que não foram ainda compartilhados. Saiba que no coração você é instantaneamente Um com quem você aí convidar.

O que compartilharia com ela? Ainda que você não mais esteja no que seria visto como uma comunicação física com esta, saiba que esta aguarda somente o seu convite para se comunicar. Converse com ela o que quer que ela saiba, e, então, ouça, pois, realmente, ela irá compartilhar com você. O que ela lhe diz?

Saiba sempre que a comunhão pode vir do coração sempre que você escolher permanecer na quietude e convide-a com amor e com abertura. Na abertura, pode haver diálogo, pois não precisa ser apenas de uma maneira. Há muito que ela irá compartilhar com você, ainda que, talvez, você a veja distante.

Além disto, você é o Filho sagrado de nosso Pai/Mãe celestial, e você escolheu estar aqui para participar com os outros: participar do grandioso drama, algumas vezes, com mais drama do que em outros momentos. Permita-se encarar o relacionamento e os momentos de interação como cenas em uma comédia divina, cada um exercendo o papel, como eles o viram neste momento.

Fale com aquela conhecida como a sua mãe as palavras que você desejaria que tivessem sido expressas, as palavras que você falaria agora. Faça perguntas que não foram respondidas, e permita, depois da habitual linguagem do ego que vem tão facilmente, que uma nova linguagem seja expressa.

Peça compreensão, uma nova visão de algo que poderia ainda o estar incomodando, algo que pareça ainda incompleto. Permita que o amor seja dado, no lugar da compreensão limitada que levou ao julgamento: permita o perdão de si mesmo e da mãe.

Se houver momentos em que encontrar a criança de vocês – a criança interior – a criança que você ainda é, não importa a altura que o corpo possa ter- chamando-o com dor e confusão, saiba que você pode ser a mãe para esta criança. Cuide de sua criança, de si mesmo. Dê à criança que você é, a esta criança interior, o que você pode ter sentido que não recebeu da outra conhecida como sua mãe.

Você é a sua própria mãe. Você é a mãe para a sua criança interior, e esta criança deseja ser reconhecida, ser reverenciada como a Criança sagrada que você é. Seja criativo como a mãe que você é. Encontre meios de permitir que a criança venha, seja apreciada e valorizada.

Divirta-se como a criança que você é. Seja espontâneo. Libere as limitações do mundo que lhe disseram como você “deveria” ser. De vez em quando, ande com os pés descalços – literal e figurativamente. Seja carinhoso e gentil. Caso se encontre em julgamento, faça uma pausa e pergunte: “Como posso ver isto de uma nova maneira?”

Pois agora você está chegando a um espaço de escolher de novo rapidamente, a cada vez que isto ocorrer. Você não habita o espaço do julgamento, tanto quanto costumava. Você está permitindo que o julgamento se vá como o absurdo que é.

Faça uma pausa e se permita se conectar novamente com a criança e peça a si mesmo o amor que você gostaria que outro lhe desse. Conceda-se este amor. Use até os seus braços físicos, colocando-os sobre si mesmo e se dê este abraço que você pediria a outro.

Dê àquela conhecida como a sua mãe, a homenagem, a reverência e o amor, mas não porque ela o mereceu pelo que fez ou não fez. Não julgue de acordo com a maneira do mundo, mas dê a esta o seu amor e a sua honra e a sua reverência, pois ela é como você: o Filho sagrado, a Luz neste plano. E dê a si mesmo a honra e a reverência e o amor como o Princípio criativo, a mãe que você é.

Agradeça a si mesmo por tudo o que chegar a sua frente. Reúna cada experiência para você como se fosse um ramalhete de belas flores, cada uma única em sua cor, forma e perfume, e saiba que você honra, desta maneira, a verdadeira Mãe: o Amor que a Todos criou.

Que assim seja.

Por favor, respeite os créditos ao compartilhar
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO - http://www.decoracaoacoracao.blog.br
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO - https://lecocq.wordpress.com
www.oakbridge.org
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
Grata Regina!

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Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 13 maio 2017 às 15:33

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