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A felicidade é parte fecunda do interno, é o próprio alimento da alma. E todas vezes que nos dissociamos dela, estamos nos dissociando de nós mesmos…
Nascemos para que a partir de uma essência de amor, banhada pelos fluídos de uma energia feliz, possamos distribuir faíscas contagiantes nos caminhos que passamos, para contribuirmos ao reencontro daqueles que se dissociaram de si mesmo, e do seu próprio caminho feliz…

Envoltos desde do nascimento num mundo de busca constantes, onde desde os primórdios de nossa existência terrena temos que aprender a nos adaptarmos, o que acontece logo que saímos do ventre materno, sem perceber pela própria lei da sobrevivência, voltamos o tempo todo o olhar a observar o externo, como o outro fala, como o outro se expressa, como anda, e assim, neste rítmo observacional com uma ligação ao que está externo a nós, vamos dando os nossos primeiros passos de vida.

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E é natural neste percurso que se segue ligarmos tudo isso a nossa vida, mantendo esta atenção mais voltada ao externo do que ao nosso próprio interno.
Já na vida adulta, buscamos o tempo todo por instrumentos que estão externos a nós, acreditando que são estes que nos farão felizes, é a busca por uma profissão, por aumentar os rendimentos financeiros, por um amor que trará o carinho que queremos ou necessitamos, por amigos para uma boa convivência e para que dividamos momentos agradáveis, e assim seguimos, predominantemente com a atenção focada no externo, sem voltarmos na grande maioria das vezes o olhar para o nosso interior, para o nosso eu, para aquilo que carregamos dentro de nós, latente na alma, pronto o tempo todo a tocar a superfície do inconsciente e depois do consciente, gerando novas emoções, provocando novas sensações.

E com esta atenção predominantemente voltada ao externo, temos uma tendência de nos frustrarmos, do aparente insucesso, porque nada na vida pode nos causar mais plenitude do que o aconchego da nossa verdadeira casa, da nossa comunhão una, com o nosso “Eu superior”, com a nossa morada interna. Sim, é esta morada interna, composta em sua unicidade, criada em essência de amor e banhada pelos fluídos da felicidade, que existe a verdadeira plenitude.
Somos seres completos, somos seres que temos tudo o que é necessário para ficarmos plenos o tempo todo, no nosso mundo de amor, que é o nosso próprio mundo. E todo o externo apenas acaba por ser o complemento para fazer a nossa labareda de fogo feliz se multiplicar ainda mais, provocando uma grande chama, uma grande fogueira de amor com capacidade para nos alimentar com a chama da paz.

E é por isso, que durante todas as escolhas da vida, temos que estarmos centrados no alimento de nossa alma, naquilo que nos fará bem, naquilo que nos fará ainda mais felizes e mais plenos do que já somos. Sem nos preocuparmos com o externo, com o julgamento alheio, com o que vão achar ou deixar de achar, porque aquele que menos se encontrou, que menos encontrou o seu caminho interno, de amor e de plenitude feliz, certamente será o primeiro a apontar a flecha do julgamento.

Nada na vida importa mais do que termos a consciência de que somos seres perfeitos em nossa imperfeição em busca de evolução, de termos a consciência de buscarmos sempre fazer o nosso melhor, se se aparentemente erramos frente ao julgo alheio, o que importa é mantermos a nossa paz da consciência por sabermos que fizemos o melhor que pudemos, seguindo o nosso estágio de consciência do momento, que é mutável assim como a escala do tempo.

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E a vida é um constante movimento em direção a nós mesmos, e jamais podemos deixar de prestar atenção em suas ondas, em seus ventos, e assim, quanto muito atentos estamos, estamos aptos a fazermos um movimento interno a seu favor, abstraindo do externo o que vem para completar ainda mais o movimento de faíscas felizes que já carregamos dentro de nós mesmos.

E que possamos dia após dia, pegar faísca por faísca da vida externa, e somar ao grande conjunto da que carregamos, para vivermos em plenitude a partir da grande chama de amor e felicidade que naturalmente trazemos em nossa alma desde a sua criação…

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