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O.M. Aïvanhov (Por OMA) – Parte 2 Setembro de 2015

Bem, caros amigos, eis-me, novamente, com vocês.

Eu lhes transmito todas as minhas bênçãos, todo o meu Amor, e vamos, se quiserem, trocar sobre suas preocupações atuais, sobre o que vocês vivem, sobre o que lhes pareça necessitar de esclarecimentos, eu diria, não para fazer-lhes intervir a bicicleta, como eu dizia, mas, bem mais, para mostrar-lhes que não há existência da bicicleta, que nada há, absolutamente, que se oponha ao que vocês estão vivendo.
E que tudo o que vocês vivem, sem qualquer exceção, como foi dito, aliás, por Anael ou por outros, é apenas resolutório, ou seja, que é preciso tomar isso sem seriedade.
É preciso atuar na cena de teatro, você deve ousar ser si mesmo, em tudo o que há a viver, sem ser afetado, eu diria, de maneira alguma.
Assim, eu me proponho, durante algum tempo, trocar com vocês sobre o que lhes interessa, enquanto eu os deixo, de imediato, a palavra, e eu lhes transmito todas as minhas bênçãos, agora e já.
… Silêncio…
Vocês podem exprimir-se livremente.
Questão: quando minha mão desenha, eu não sei o que ela vai desenhar ou pintar, e eu descubro a realização ao final.
Quem desenha?
Eu lhe responderei, cara amiga, que pouco importa se há entidade ou não.
Isso poderia chamar-se de pintura intuitiva, ou seja, você sai, na espontaneidade e na simplicidade.
Você deixa ir sua mão, pouco importa que seja a Graça da Luz, que seja um Ser de Luz.
Pouco importa que seja um Melquisedeque ou uma Estrela.
Mas, em todo caso, não sou eu, porque desenhar não tem muito a ver comigo.
Isso se junta, também, ao que lhes disse Anael: o importante é vivê-lo.
Não é nomear a entidade que está aí, mas deixar exprimir-se, deixar fluir o que é ligado, também, ao que se disse e ao que foi repetido: é ter a atividade do Verbo criador.
O Verbo criador é não, unicamente, a co-criação consciente, seja com os pensamentos, mas, também, a materialização de algo que vem das profundezas.
Quer essa profundeza seja sua Existência, quer essa profundeza seja ligada a um Ser da natureza ou a uma Estrela, isso não tem qualquer espécie de importância.
É assim que você descobrirá, cada vez mais, eu diria, a ausência de resistência, a ausência de oposição a essa Eternidade que se encarna, literalmente, mesmo através de um desenho ou de uma escultura ou de palavras que você possa pronunciar quando não reflete.
A espontaneidade e, em seguida, o fato, hoje, de não se tomar a sério, porque tudo isso é apenas uma cena de teatro, para descobrir seus próprios potenciais, sua própria atribuição, mas, também, deixar sair de si o que deve sair, não necessariamente para eliminar alguma coisa, mas, sobretudo, mostrar-lhe, por exemplo, na criatividade, você não é obrigada a ter uma ideia preconcebida ou decidir o que quer que seja.
A Vida, a Inteligência da Luz, a Graça agem e trabalham através de você, a partir do instante em que você desaparece.
Então, quando você desaparece, que você não saiba, por exemplo, aí, para a pintura, o que vai desenhar-se, é muito importante.
Isso demonstra, de algum modo, sua aptidão para a vacuidade e para deixar passar o que chega, ou seja, a Graça, a Luz, a Inteligência, independentemente de qualquer conhecimento, qualquer que seja, pictórico ou qualquer ideia preconcebida do que vai sair.
É ainda uma forma, eu diria, de experimentação, aí também, que desembocará, de maneira inevitável, na verdadeira Liberdade que não é condicionada por nada que venha do passado e que exprime, no instante presente, a verdade do que tem necessidade de exprimir-se e projetar-se a partir do coração, a partir do coração de sua consciência, porque é assim que você descobrirá – ao entrar nessa espontaneidade de criança, de algum modo – que você se torna, como eu, um velhote.
Portanto, não se coloque, jamais, a questão do por que nem do como, mesmo se, é claro, eu possa responder.
Quando você o vive, viva-o, inteiramente.
Aí, você coloca uma questão em relação ao que foi vivido, mas eu atraio a sua atenção: quando você vai viver processos como esse, quer concirna ao canto, quer concirna à vontade de tomar alguém em seus braços ou de dar uma bofetada em alguém – mas, aí, é mais raro, de qualquer forma – não se importe se isso se faz na Graça, isso se fará na Graça, mas você sentirá muito bem se é espontâneo ou se é refletido.
Porque, assim que há reflexão, hoje, há alteração.
A reflexão é o apanágio do mental.
A compreensão é o apanágio do mental.
A vivência é o apanágio da Existência, que não se embaraça com quadros de referência, que não se embaraça com justificações ou objetivos, no limite.
Vocês estão, nesse momento, no que é nomeado o instante presente, mas, sobretudo, na Graça e na Verdade.
O impulso da Luz é tal, que muitos de vocês descobrem, talvez, novas ocupações, novas atividades, novos potenciais.
Não vejam, aí, a necessidade de criar alguma coisa mais que não a criação do instante presente.
… Silêncio…
Mesmo aí, entre nós, nada reprima, deixe sair o que deve sair de você, nesse instante presente.
Qualquer que seja a questão absurda, lembre-se de que hoje, as bicicletas não podem mais girar, portanto, não se inquiete.
Libere-se a si mesmo de tudo o que podia parecer-lhe não pertencer à moral, às convenções e aos seus hábitos anteriores.
Porque, através disso, você encontra, verdadeiramente, a espontaneidade, e é essencial, hoje, porque é na espontaneidade que se encontra a verdade da Graça e não na cogitação ou saber qual vantagem ou inconveniente vai resultar de tal coisa.
Atravesse, na Graça, tudo o que se apresenta a você, sem qualquer exceção.
Questão: existe, no local em que vivo, uma vibração ligada à vigésima quarta dimensão...
Boa sorte.
Questão: como se pode viver nessas vibrações? Você tem um conselho a dar?
Desapareça para si mesmo.
Enquanto você é uma pessoa, você vai sentir, mesmo se...
Imagine, você sabe, por exemplo, que o planeta grelha é ligado a certo número de elementos que foram desenvolvidos, eu creio, durante o ano 2005, por Sereti, Guia Azul.
Você sabe muito bem que o que está se desenrolando sob os seus olhos – a menos que desça, como um avestruz, a cabeça no solo – está claro que, hoje, você sabe, olhando tanto em si como ao seu redor, que você entrou, precisamente, nesses eventos.
Então, é claro, existem contatos privilegiados com a natureza e alguns se reencontram com dimensões que são, efetivamente, extremamente difíceis a encaixar para esse corpo.
Então, naquele momento, o que é que isso quer dizer?
Isso quer dizer, simplesmente, que o que quer que encaixe o corpo, qualquer que seja a dificuldade, real – não é questão de dizer que não é verdade – mas é questão, ao invés disso, de ajustar-se não a essa vibração, mas continuar, se posso dizer, suas ocupações comuns, quer elas sejam importantes ou limitadas, fazer como se isso não estivesse aí.
Isso está aí, é claro, você sabe disso, você o vive, entretanto, se isso está aí, é que é indispensável para você.
E, naquele momento, quaisquer que sejam os desagrados ao nível da consciência comum, não há que lutar contra, há, aí também, que deixar-se absorver ou absorver sem qualquer desejo, essa vibração específica dos Hayot Ha Kodesh.
Assim, portanto, há, qualquer que seja o sofrimento do corpo ou da consciência, elementos extremamente potentes e liberadores que estão presentes aí dentro.
Lembre-se de que aquele que está centrado no coração e que permanece centrado no coração – verdadeiramente – ou seja, que ele já não está procurando uma solução paliativa para isso, porque é a Luz e a Graça que se apresentam dessa maneira.
Enquanto os contatos na natureza tornam-se cada vez mais evidentes ao nível dos povos da natureza e dos seres da natureza, enquanto vocês tocam esse gênero de dimensões, é um pouco desestabilizador, para o efêmero, mas isso nada mais é do que a instalação de sua Eternidade.
E se sua consciência, naquele momento, aceita o que se produz, com graça e com gratidão, se posso dizer, você verá que isso o afetará menos.
O corpo não estará mais na reação, porque ele se deixará atravessar tudo, como a consciência, por esses níveis dimensionais.
Então, não há receita milagrosa, porque a única receita e a única solução é sua própria consciência.
Isso quer dizer que, de algum modo há, de qualquer forma, um apego a uma história e a uma pessoa, mesmo se essa pessoa desapareça, frequentemente, para puxar de tais energúmenos, eu diria, em sua casa.
Esses energúmenos não estão aí por acaso, eles estão aí, também, para fazê-lo viver alguma coisa, mas não fazê-lo viver, unicamente, em seu corpo e sua consciência limitada, mas para permitir-lhe juntar-se à Eternidade.
E, quando a Luz estiver suficientemente presente ao redor de seus casulos de Luz, então, naquele momento, você viverá isso e poderá beber um copo com eles.
(Mas eles nada bebem, hein?, não se inquiete).
Mas você poderá percebê-los de maneira mais nítida e, aí também – sem entrar na curiosidade de onde eles vêm, como eles são constituídos, como você os vê – você crescerá, ainda mais, em sua estrutura física e em sua consciência efêmera, em sua Eternidade, aqui mesmo, nesse mundo, o que lhe dá a Paz, qualquer que seja o sofrimento ou a dificuldade.
Esses Seres não estão aí para fazê-lo sofrer.
Do mesmo modo que aqueles que seriam, eu diria, assediados por algumas forças, isso não é para afundá-lo, mas é para obrigá-lo a descobrir a Autonomia e a Liberdade.
Qualquer que seja o grau de deficiência real de um corpo, qualquer que seja a dor de um corpo, qualquer que seja a dificuldade para a consciência a viver, não se esqueça de que é através disso que você vai encontrar, realmente, aqui mesmo, sua Eternidade, de maneira definitiva.
Portanto, não lute contra.
Aceite e acolha tudo o que se apresenta a você, é, também, para isso.
Antes, mesmo, de agradecer, acolha.
Acolha, no mais profundo de seu coração, e você verá, naquele momento, que qualquer que seja a impressão de ser incomodado, qualquer que seja uma dor física, uma dor da própria consciência, pode-se dizer, ou uma dor do corpo, bem, isso nada impedirá ao seu estado de Ser.
Mesmo se seu corpo paralise, mesmo se você não tenha mais força alguma, você manterá a mesma paz, a mesma Morada de Paz Suprema, quaisquer que sejam as circunstâncias.
De fato, todos os eventos, felizes ou desestabilizadores, que você vive, atualmente, tem apenas um único objetivo pela Graça da Luz: é o de estabelecê-lo na Morada de Paz Suprema.
Portanto, se você recai, em algumas ocasiões, ao nível da pessoa, porque a pessoa não o suporta, talvez haja, aí, um pequeno erro.
Isso necessita de que a pessoa acolha tudo o que se desenrola, deixe-se atravessar, quer seja pelo diabo, quer seja por um Hayot Ha Kodesh, não faz diferença alguma, porque você está não mais nos tempos reduzidos, mas nos tempos reais, do fim da consciência limitada.
Então, não há melhor método do que aquele de acolher, inteiramente, o que se apresenta em seu lugar de vida.
Há uma aclimatação necessária, mas, a um determinado momento, tudo isso se estabilizará na paz e na alegria.
Ao estar na paz e na alegria, você não será mais, mesmo, afetada, mesmo se tenha uma dor que você qualifique de delicada ou transfixiante, você a sentirá, mas não sofrerá com isso.
Porque, efetivamente, cada um de vocês, hoje, em cada diferença de manifestação, vocês fazem apenas experimentar sua capacidade de Autonomia e de Liberdade.
Essa Autonomia e essa Liberdade são aquelas da consciência, não aquelas do corpo, porque o corpo, você tem a idade que tem, tem as doenças que tem, tem as alegrias que tem, tem os conflitos com seus próximos, com a autoridade, com a matriz, isso não tem qualquer espécie de importância.
Tudo isso é feito apenas para fazê-la ir diretamente, por vezes, batendo-se no próprio traseiro, é claro, diretamente, no coração do coração.
E se você está no coração do coração, você pode sentir, pode ressentir a dor, tanto a sua como aquela de que quer que seja mais, mas o ressentir não provocará alteração de sua consciência, é isso o mais importante.
Você sabe, há inúmeros místicos e, sobretudo, bem antes, na história da humanidade, na Idade Média, por exemplo, no Renascimento, que ficavam no Êxtase, quaisquer que fossem os sofrimentos que eles viviam.
E, frequentemente, esses místicos fizeram uma ligação entre a dor a mais intolerável, em todo caso, não uma ligação, mas uma ressonância, uma afinidade entre a dor a mais intensa e a alegria a mais intensa que, ao nível da consciência, juntam-se.
É por isso que existiu, em especial no Ocidente, toda uma corrente que eu qualificaria de dolorismo, na qual as pessoas infligiam-se, a si mesmas, sofrimentos.
Hoje, é a Graça que provoca isso.
Então, quer seja como eu disse, com o diabo ou com a própria Fonte, pouco importa, é preciso atravessar isso.
Há, eu repito, nem punição nem retribuição, há apenas experiência resolutória e salvadora que a leva, como eu disse, à Autonomia e à Liberdade.
Mas, para isso, é preciso parar, entre aspas, de reagir ou de opor-se.
É preciso acolher e é preciso encontrar, em si, a mesma Luz que aquela que se manifesta em sua vida, porque essa Luz é aquela que a nutrirá e que lhe permitirá transcender, sem esforço algum, o que pode parecer-lhe, a priori, desagradável e, por vezes, efetivamente, difícil a viver.
Mas eu virei dar uma volta para ajudá-la.
Você saberá que sou eu, porque eu darei umas palmadinhas na cabeça, eu adoro isso.
Vocês vão, aliás, constatar, aqueles de vocês que têm esses contatos, quer seja com os seres da natureza ou com alguns Anciões, alguns Arcanjos, que nossa Presença não está mais, unicamente, ao seu lado no Canal Mariano, mas que vocês vão ter uma sensação física.
Por exemplo, Anael vai dar-lhes uma doçura feminina, vocês vão reencontrar «love» – amor – como vocês dizem.
Bidi, ele vai tomar-lhes o braço, ele vai arrancar-lhes o braço, por vezes, e eu dou palmadinhas na cabeça.
Eu os deixo descobrir o que fazem os outros, mas é a verdade.
Interroguem-se entre si mais tarde, vocês verão aqueles que sentiram, por exemplo, nesses últimos tempos, que os tomavam pelo braço esquerdo.
Eu, doravante, darei palmadinhas na cabeça.
E cada Ser tem sua vibração, é claro, mas, também, uma manifestação ao mais próximo da carne, portanto, não mais, unicamente, sutil e vibral, ao nível, por exemplo, do Canal Mariano, nas Presenças que desciam até vocês, mas, diretamente, com vocês, que se manifestam, eu diria, de maneira física.
Ora, os Hayot Ha Kodesh, os Triângulos, a vigésima quarta dimensão e até a trigésima primeira – há alguns – portanto, você vê, depois, você aceita a vigésima quarta, há a trigésima primeira.
E aí, a cada vez, há um ajuste que se faz, mas o ajuste faz-se sozinho, assim que a pessoa não intervém.
Coloque-se onde você desaparece, ou seja, por exemplo, no Sol.
No Sol, sim, mas, antes de tudo, no sono, mas, também, em seus momentos de repouso, nos quais você desaparece, completamente, e aí não há mais dor, sofrimento, você vê.
Mas lembre-se de que, agora, nós agimos do mesmo modo como você vê os seres da natureza.
Alguns de vocês começam a ver coisas verdadeiramente muito especiais, não, unicamente, à noite, mas, também, em pleno dia, de olhos abertos.
Quer seja na natureza ou, também, em seus lugares de vida.
Há dragões que começam a entrar e instalar-se nas casas, nos apartamentos.
Há pequenos Triângulos que vêm colocar-se em suas casas, eles gostam muito da eletricidade, então, eles se põem nos campos elétricos.
Eles não estão aí para perturbá-los, eles são apenas a manifestação de sua consciência de Existência.
Eles estão aí para fazê-los atravessar tudo isso.
Portanto, mesmo se seja incômodo, mesmo se seja difícil, vá através disso com a mesma alegria e a mesma Graça, coisa que a pessoa não pode conhecer: o que está na alegria e na Graça não é a pessoa, é o corpo de Existência, uma vez que o corpo de Existência está aí, qualquer que seja o estágio de sua reconstrução total.
Você sabe: a partir do instante em que você sente um ou vários Triângulos, a partir do instante em que sente a Onda de Vida, a partir do instante em que sente a Coroa radiante do coração, a partir do instante em que percebe o alargamento de seus casulos de Luz, o que você nomeia a aura, e que vai dar-lhe percepções que não passam mais pelos sentidos, mesmo os sentidos sutis, elétricos e magnéticos, mas que passam, diretamente, à consciência, pelo que se nomeava, anteriormente, o ovo áurico.
E, quando há esse reencontro e essa ressonância, não se coloque questões, qualquer que seja a dor ou qualquer que seja a alegria.
Permaneça na alegria e tudo passará à maravilha.
Não se esqueça de que é a ilusão que desaparece e, portanto, você entra, diretamente, na Eternidade, aqui mesmo, nessa Terra.
Você vê os Anjos, vê as Fadas, vê os Arcanjos, você vê os Triângulos, percebe modificações de seu estado de consciência ou de seu estado de humor.
Não se preocupe com isso, porque não foi você que desencadeou, não é uma reação, você o constata, efetivamente.
Isso chega assim, de improviso, de repente, quer seja ao volante no qual, de repente, você desaparece, quer seja em sua casa.
Você quer dormir e há algo que o impede de dormir, então, você vai procurar de onde vem a perturbação, é lógico, mas será que você sabe, realmente, se é uma perturbação?
Será que não há alguém que bate à sua porta?
Antes de tudo, a Luz que bate à porta, e Cristo.
Mas viva o que você tem a viver.
Não se leve a sério.
Não procure, tampouco, continuar a lutar contra ou a opor-se ou transcender.
Não é você que realiza isso.
É, justamente, quando você desaparece que isso é vivido e isso se realiza, completamente.
É o aprendizado do desaparecimento.
Alguns viverão isso com Dragões, outros, com os Elfos, outros, já, com Gnomos e, muito em breve, com as Ondines, outros, com os golfinhos, outros, com os vegetais.
Vocês tiveram todos os ensinamentos de Snow, eu os lembro, que lhes abriram as portas de algumas percepções.
Hoje, é muito mais denso, uma vez que a Luz está cada vez mais presente.
O corpo formiga.
Vocês estão sensíveis à Luz do Sol e do Céu.
Por vezes, há um evento que faz irrupção em sua vida, que vem sacudi-los e que lhes restabelece, de algum modo, a verdade.
Atravesse tudo isso, é uma cena de teatro.
Considere, realmente, que você joga.
Você sabe, há jogos que terminam mal, «eu o tenho, você me tem pelo cavanhaque», isso termina por um tapa e, no entanto, é um jogo.
É similar aí, em seu reencontro com seu face a face com a Eternidade e, sobretudo, com as outras dimensões, aqui mesmo, nesse mundo.
… Silêncio…
Questão: o que se faz quando se dorme ao volante?
Mas você sabe bem que há primícias.
As primícias que vocês têm são vocês que sentem, se estão atentos, que a consciência muda.
Assim que você sinta isso, então, os sintomas podem ser diferentes: há os olhos que se fecham, a visão que se turva, os cantos nos ouvidos que se amplificam.
Há, por vezes, um sentimento de dormência, há formigamentos na cabeça, há portas que se ativam.
Esteja disponível, nesse momento, para acolher o que se apresenta.
Então, é claro, se você está ocupado, independentemente de conduzir um automóvel, se você é, por exemplo, professor e dá um curso e isso acontece, mas não é questão de ir deitar-se, acolha, simplesmente, e você verá que isso se desenrolará, o que quer que faça sua consciência comum – é a sobreposição dessas duas consciências aqui mesmo.
Você se lembra, por exemplo, de Tereza, que se manifesta por odores de rosa ou por tudo o que é ligado à rosa.
Bem, você vai aperceber-se de que alguns Melquisedeques, alguns Arcanjos têm, também, sua especificidade.
Eu não posso detalhar tudo, porque é algo que você deve viver, antes de tudo.
Antes de ter, eu diria, a localização, se posso dizer.
É preciso viver isso com uma confiança e um abandono total.
Eu diria, em resumo, que o mais importante é permanecer na alegria.
Então, é claro que a dor impede a alegria, mas a dor é apenas a cristalização do medo, qualquer que seja, mesmo se seja um processo que você nomearia, por exemplo, fisiológico, ligado ao envelhecimento, ligado a uma doença, isso não tem importância alguma.
É, justamente, nessas circunstâncias que você deve mostrar e viver a alegria.
Sobretudo, com o que chega que, do ponto de vista da pessoa não é, verdadeiramente, muito feliz, mas do ponto de vista da Eternidade, é extremamente feliz.
Onde você se coloca – como disse, recentemente, o Arcanjo Anael no Eterno ou no efêmero?
Eu disse, simplesmente, antes, vocês tinham as nádegas entre duas cadeiras, mas não há mais cadeiras e, em breve, não haverá mais nádegas.
São, eu diria, as últimas injunções da Graça e da Luz.
Mesmo algo que, por exemplo, você tenha vivido, durante os períodos detournicoti-tournicota, como eu falava, talvez, eventos desagradáveis, como todos e cada um nesse mundo.
Mas se você olha, hoje, um pouquinho para trás, mas você deve rir de tudo isso.
Você pode, também, recorrer a nós, mas atenção para não ficar dependente de nós, porque você sabe que nós estamos em seu interior.
Mas o Si não se embaraça com entidades, nem objetos nem Presenças.
O Si É, a Existência É.
Instale-se em sua Eternidade.
Não recuse o que a vida propõe a você.
Mas, se a vida o põe no fundo de um leito, com 40° de febre é, talvez, para evitar-lhe de ir trabalhar, por exemplo.
Se você se quebra alguma coisa, é, também, porque você tem, nesse nível, através do traumatismo, uma liberação que se faz.
Retenha que não é uma retribuição, no sentido cármico, hein?
São, verdadeiramente, os agentes de sua Liberação.
A problemática – e eu sei disso – é que, quando se está encarnado, tem-se necessidade de respostas, de soluções e, se possível, de fazer desaparecer um sofrimento, isso é normal.
Mas você tem a possibilidade, pela co-criação consciente, de agir, você mesmo em si mesmo.
Mas como você quer agir, você mesmo em si mesmo, não para lutar contra algo, mas para deixar florescer a alegria, se sua consciência fixa sua atenção no que está sofrendo ou no que se manifesta?
Porque, naquele momento, você não está mais no instante e não está disponível para viver o que há a viver, não totalmente, em todo caso.
E, no entanto, nesse lapso de tempo muito curto, você deve desaparecer, não como uma vontade de desaparecer ou de fugir desse mundo, é claro, mas você deve desaparecer de seu efêmero.
É o que vai acontecer no momento da estase, não é?
E você tem, diante de si, uma espécie de revisão final, de controle final, de ajuste final, eu diria.
Então, viva-o com felicidade.
A alegria não depende do estado de conforto desse corpo.
Antes era o caso, era preciso um corpo são, e eu o disse, em minha vida, o corpo devia manifestar certa retidão.
Eu fiz muitas conferências, falei muito sobre tudo isso.
Eu disse, também, nós temos falado, lembre-se, nos anos das Núpcias Celestes, quando o Arcanjo Anael falou-lhes muito de alimentação, porque era preciso subir na vibração.
Mas, aí, hoje, o que é que vocês constatam?
Eu volto à questão de antes.
É, às vezes, a vibração torna-se tão densa que ela os impede de funcionar como antes.
Então, é claro, isso tem implicações.
Então, é muito simples, se eu tomo o exemplo do automóvel.
Você não consegue dirigir mais do que um quarto de hora, por exemplo, ou meia hora, sem adormecer.
Mas peça ao Universo que ele lhe aporte um automóvel e um motorista.
É muito simples, no entanto, você não tem, mesmo, necessidade de pedir.
Se você não resiste e aceita, verá que tudo se organizará de maneira fluida, de maneira fácil e sem qualquer intervenção de sua parte, sobretudo.
Questão: o fato de que um Dragão invertido tenha se apresentado em meu canal central, acima de mim, perturbou-me e despertou algo de antigo.
Ah, sagrado Dragão, hein?
Questão: eu gostaria, de qualquer forma, de sair disso, porque entre os dragões e os Dracos...
Mas é a mesma origem, é a mesma família.
Há os que estão invertidos, outros redimidos, eu expliquei tudo isso à época.
Mas, hoje, mesmo se você encontrasse o diabo em pessoa, não há regressão.
Aliás, você constatou e deve constatar, por si mesmo, que, a partir do instante em que você se entrega ao seu coração, tudo isso desaparece, mas seria preciso atravessá-lo.
Questão: eu mantive uma espécie de apreensão, porque nada se vê, nada se compreende, nada se sente.
A apreensão é o medo, simplesmente.
Mas onde está o medo?
Na pessoa, no efêmero, não em sua Eternidade.
Tudo o que acontece hoje, e que se desenrola, quer seja Bidi que lhe esmague o braço, quer seja eu que lhe dê palmadas na cabeça e, em breve, a golpes de martelo, se isso continua para alguns, vocês vão aperceber-se de que isso era apenas para reajustá-los.
Então, justamente, o medo ou o Amor, também, nessas circunstâncias.
É um encorajamento para deixar, totalmente, florescer o Amor que você é, qualquer que seja a história dessa pessoa, quaisquer que sejam suas linhagens, quaisquer que sejam suas origens, uma vez que, em definitivo, tudo isso participa de uma reconstrução, se posso dizer, da Eternidade, mas não é a verdade, tampouco.
A única Verdade é o coração e o Absoluto, vocês sabem disso, o Si realizado na liberdade.
Então, é claro que há elementos, há pouco, era uma dor ou uma dificuldade para assumir os Triângulos, você, é uma dificuldade, a impressão de ter como que um gosto amargo na boca de voltar atrás.
E, aliás, todos vocês apercebem-se de que a Graça reapresenta-lhes elementos, talvez, que vocês haviam resolvido no passado.
Então, é claro, o mental vai correr.
Ele vai dizer «mas, finalmente, eu não o tinha resolvido».
Mas é claro que sim, você o tinha resolvido.
É, simplesmente, uma injunção para colocar-se fora de toda história, o que será o caso no momento da estase.
Você compreende isso?
Veja além da própria manifestação nesse mundo, porque é cada vez mais presente, não é?
É cada vez mais manifestado.
Olhe uns e outros em sua vida, qualquer que seja sua idade, quaisquer que sejam suas ocupações, o número de horas nas quais vocês estão mais em contato com a eternidade do que o efêmero.
Você vê, efetivamente, que é algo, para aqueles que atravessam uma noite escura da alma, você não é sua alma, tampouco, mesmo se ela esteja aí.
Você é o Si, você é o Absoluto isso foi gritado em todos os sentidos.
Com o que o Si se importa, das circunstâncias desse mundo?
O Si é a vida, então, é preciso amar a vida.
Se a vida dá-lhe a viver uma amargura, um sofrimento, uma prova ou uma alegria, isso nada muda.
É, sempre, para ir ainda mais ao coração do coração porque, vocês sabem disso, não há outra porta de saída.
É a única.
Então, são experiências de via que ou são ligadas às suas memórias, mas que são ligadas à atualização dessas memórias, à resolução dessas memórias, mas, além disso, é, sobretudo, uma injunção para estabelecer-se na Eternidade.
E isso será cada vez mais intenso.
Faça o balanço de seu dia, quer você esteja sobrecarregado pelo trabalho, quer esteja totalmente inativo, quer esteja adoentado ou em plena forma.
Olhe o número de horas nas quais você passa nessa Eternidade em relação há ainda alguns meses.
E, também, em seus sonhos, isso foi dito.
Em seus reencontros, em suas provas.
Onde você põe a fé?
Onde você põe a verdade?
Na pessoa, no efêmero ou no Eterno?
O Eterno é a resolução de todos os efêmeros e de tudo o que se desenrola no efêmero, na condição de não recusar o efêmero através do que é vivido, quer seja sua experiência há pouco ou, ainda, a criação, há pouco, de pinturas intuitivas ou, ainda, o reencontro com os Hayot Ha Kodesh ou os Triângulos.
Tudo isso tem apenas um objetivo: prepará-los, ativamente, para a Eternidade.
E quanto mais você permanecer nessa Eternidade, quaisquer que sejam os desagrados de seu corpo ou de sua vida, qualquer que seja seu grau de ocupação, isso não tem qualquer espécie de importância.
Permaneça centrado no coração e no instante presente, porque a Graça está, unicamente, aí.
Você vê o que eu quero dizer.
Questão: no teto de minha sala eu vi aparecer uma nuvem de Luz branca e uma nuvem de Luz azul.
A que isso corresponde?
A Luz branca são as partículas adamantinas.
Por vezes, você vê, também, formas sombrias passarem, isso não quer dizer que você seja portador disso, isso quer dizer que você vê, realmente, além dos véus.
Então, é claro, isso tem um significado, porque o branco remete-o à Luz adamantina vibral, e o azul é uma especificação da Luz branca.
Isso pode ser Maria, mas pode ser, também, formas sombrias que passam em sua casa.
Não, unicamente, à noite, agora, como você disse, é em pleno dia que isso acontece.
Antes, era mais fácil, quando vocês estavam deitados e punham-se na cama, ou durante a noite.
Agora, como você diz, isso acontece na cozinha, isso pode acontecer no banheiro, também.
Isso pode acontecer não importa onde.
Isso prova, efetivamente, que está aí, que a sobreposição do efêmero e do eterno está em plena ação para cada um de vocês.
Os próprios sinais da matéria, da matriz, vão tornar-se cada vez mais evidentes.
Vocês não terão necessidade de refletir, quando um evento climático acontece em um lugar, um acidente acontece em um determinado lugar do planeta, é isso que está no trabalho.
Não é o homem, são os Elementos que estão no trabalho, e a Luz.
Questão: você pode esclarecer-me sobre uma visão que eu tive antes de adormecer, na qual havia duas montanhas e dois rios paralelos que fluíam entre elas?
Em seguida, essa paisagem reencontrou-se impressa em uma moeda?
A montanha é a Ascensão.
A água é a fecundidade Mariana, é ligada a Sírius.
Ver representado isso em uma moeda, se bem compreendi, é, efetivamente, isso: corresponde à descida da Eternidade em você e para você.
Há os dois, o que quer dizer que é, também, a fusão de suas duas polaridades.
É, também, a fusão real com a consciência da chama gêmea, por exemplo, se há uma.
Mas tudo isso é a reunificação.
Tudo isso anuncia a você sua própria Ascensão, na matéria, aqui mesmo.
Questão: eu tenho cada vez mais necessidade de solidão, no silêncio; eu faço o que a vida me propõe, sem procurar.
No mundo, eu me sinto muito mal e aspiro voltar à minha solidão.
Eu volto a tornar-me o que se chamou um inocente, que não procura, não tem dúvida e está contente de viver.
Cada um de vocês dá-se conta da estupidez desse mundo, agora, eu espero.
Não da vida, mas desse mundo, tal como ele é agenciado.
Então, é claro que há sede de interioridade.
Então, se sua vida permite-lhe entrar na solidão, entre em si mesmo, ainda mais.
Não há culpa alguma a ter.
Não é dito, de qualquer forma, para ser masoquista, ou seja, se você se sente mal no mundo, ao reencontrar pessoas, quer seja na vida comum, nas atividades, quaisquer que sejam, e que você tem a possibilidade de fazer de outro modo, do que você quer culpar-se?
Tudo o que vocês vivem, desde 15 de agosto, não é mais a atribuição vibral, não é mais o ajuste à Obra no Branco.
É a concretização de tudo isso.
Por que você quer fazer-se sofrer para ir para o mundo, já que você sente, por si mesmo, que é ali que você fica mal.
Eu não disse que era preciso ser masoquista, de qualquer forma.
É que, talvez, para você, a solidão é um elemento indispensável para encontrar sua Liberdade e sua Autonomia, como você o exprimiu.
Vá passear na natureza, reencontre os seres da natureza.
Mas é verdade que o que você tem a viver, não você, individualmente, mas coletivamente, na superfície desse mundo, é destinado apenas a mostrar-lhe a iniquidade e a estupidez da humanidade.
Felizmente que você vê isso agora, e é claro que isso provoca, de algum modo, uma retirada, não da vida, mas da interação social, da interação com a sociedade.
Lembre-se de que, à época, muitos se refugiaram e tornaram-se eremitas.
Há seres que meditaram toda a sua vida em cavernas.
Será que eles se preocuparam de ter calor, frio ou ter o que comer?
Não, aportavam-lhes e, se nada lhes aportavam, eles estariam mortos.
Então, eles ficavam tranquilos.
Em todo caso, nada acontece por acaso.
Não há recaída do que quer que seja, o que quer que vocês vivam.
Há apenas, eu diria, a atualização e a eliminação.
Mas a atualização, antes de tudo, das circunstâncias as mais propícias para vocês.
Se é um tijolo na cabeça, eu já disse isso, será um tijolo na cabeça.
Se é um golpe de martelo do Vovô, será um golpe de martelo do Vovô.
Se é Bidi que lhes arranca o braço, é isso de deve ser assim.
Vão para onde é fácil, isso não quer dizer recusar.
Isso quer dizer acolher o que vem, como eu disse, e atravessá-lo.
Lembre-se: a Luz é simples.
Ela é humilde.
Porque vocês, tampouco, são desse mundo, vocês estão vivendo, é claro, nesse mundo.
E vocês estão, agora, cada vez mais vivos, mas o fato de estarem plenamente vivos e despertos, isso lhes mostra coisas nem sempre agradáveis, estamos de acordo. Sobre o funcionamento da sociedade, sobre o funcionamento, por vezes, de seu marido, de sua mulher, de seus filhos.
Vocês devem ver tudo isso, para ficarem irremediavelmente desgostosos da falsificação, mas não como uma negação, hein?, mas, verdadeiramente, porque vocês o vivem.
Aí também, não há qualquer culpa a ter.
Questão: há trinta anos, eu tenho uma hiperatividade dos seios nasais e dos brônquios e, há um ano, isso tem aumentado, fortemente.
É preciso, efetivamente, morrer um dia, não?
E então?
Questão: isso é ligado aos eventos atuais e, se sim, todos os nossos males vão amplificar-se?
Tudo vai amplificar-se, eu já disse isso.
Aqueles que se tornaram, por exemplo, eletrossensíveis vão tornar-se, cada vez mais, eletrossensíveis.
Aqueles que têm uma dor terão..., enquanto eles não tenham atravessado, a dor será mais forte.
Enquanto você não vê claramente, você receberá bofetadas cada vez mais fortes, mas não são bofetadas, é a Luz que age.
É a Graça.
Porque o estado no qual você está, a vida que você vive, hoje, é estritamente adaptada ao que você tem a viver para encontrar a Eternidade, cada vez mais, e os lembretes da Luz, as injunções da Luz, como eu disse, vão tornar-se cada vez mais potentes.
Você vê, efetivamente, que as embarcações aparecem em seus céus.
Você vê, efetivamente, como eu havia dito, que as nuvens são cada vez mais bizarras.
Tudo isso são sinais celestes.
Você vê, efetivamente, em sua atualidade, que se produzem eventos específicos.
O que é que está no trabalho?
Será que é a escuridão?
Mas não, é o apocalipse, é a revelação.
E cada um de vocês vive seu próprio apocalipse.
Liberados ou não liberados, como disse Anael, vocês estão todos na mesma panela de pressão.
Não é mais o caldeirão com a rã dentro, é a panela de pressão agora.
A pressão sobe, vocês a sentem, vocês a vivem.
De uma maneira ou de outra, a pressão sobe.
E a pressão da Luz é cada vez mais forte.
Era, efetivamente, o objetivo, não?, parece-me.
Não há marcha-ré possível agora.
Os tournicoti- tournicota, terminaram.
Questão: com uma exceção, de uma maneira geral, eu nada vejo.
Então, eu gostaria de convidá-lo a vir dar-me palmadinhas na cabeça, na condição de não pegar um martelo muito grande.
Mas, se eu bato na cabeça, você verá ainda menos, você vai, talvez, tornar-se cego.
Aquele que nada vê, hoje, e isso foi dito também, aquele que não sente as vibrações tem, contudo, marcadores presentes em sua vida da Graça da Luz.
Então, o importante é sentir e viver a vibração ou constatar, materialmente, a ação da Luz.
Reflita dois segundos.
Agora, se você quer golpes de martelo, isso será com grande prazer.
Questão: é preciso inscrever-se?
Vamos criar listas de espera.
Ademais, não há pagamento, quando você chega lá em cima, não é como aqueles que brincaram de grandes avatares ou os grandes mestres, aí.
Está quase terminado, o recrutamento...
Sim, enfim, dizem-me que terminou e há dois que chegam aí...
Bom, acabou.
Mas o importante, nós o dissemos a certa época, há os que viviam de comunhões, de fusões, de dissoluções, de viagens no Sol, de experiências inacreditáveis.
Hoje, vocês veem, efetivamente, que essas experiências, elas são vividas na natureza e, também, ao mais próximo da matéria, da matriz, em sua matriz.
E seja como as crianças, a vida encarrega-se de você, você se dá conta?
O importante não é, tanto, viver ou vibrar ou sentir.
Olhem, há pouco, eu creio, Anael falou do caminho de Teresa.
Será que Teresa sabia o que era um chacra, a Onda de Vida ou o que quer que fosse concernente, mesmo, ao seu próprio corpo, essa garota?
Não, ela tinha a fé a mais total e a mais inabalável que jamais havia existido nessa Terra.
E eu informo que é, verdadeiramente, a única.
Ela jamais duvidou um segundo, desde sua mais jovem idade, você se dá conta?
E vocês, vocês vivem sincronias, mecanismos de fluidez, mecanismos de Graça, mecanismos de vibrações, mecanismos de reencontros.
Então!
E depois, de qualquer modo, o choque da humanidade está tão próximo, que isso não tem, verdadeiramente, mais qualquer espécie de importância.
… Silêncio…
Questão: quando se tem, frequentemente, a percepção do décimo corpo, de comunicação com o Divino, isso está em relação com o Si?
Isso está em relação com o Si, mas é, também, um dos novos potenciais espirituais, que é a comunicação, como você disse.
A comunicação é mais fácil para alguns seres, isso se acompanha da ativação das novas funções espirituais ligadas, igualmente, ao Verbo criador, à androginia primordial, à qualidade de irradiação do divino, independentes de sua pessoa.
Tudo isso é a mesma coisa.
Questão: há uma linhagem de cavalos e, se sim, qual é o papel deles?
O cavalo é ligado à Terra, assim como outros animais que estão presentes, sobretudo nas florestas, mas o cavalo primitivo era o cavalo das planícies.
Do mesmo modo que o rei dos animais das florestas é o cervo.
Na savana, há o leão.
Portanto, as linhagens, lembre-se do que havia sido desenvolvido, há, há mais de cinco anos, seis anos.
Era a falsificação dos Arcontes que criaram formas genéticas que vocês chamam de animais, mas que são apenas uma paródia, se posso dizer, dos seres humanoides com essas cabeças um pouco bizarras; há Horus, por exemplo, há o Panteão Egípcio, que é representado com cabeças animais, não?
Mas os verdadeiros são aqueles.
Então, o cavalo é ligado à Terra.
Ele é ligado à força.
Ele é ligado à velocidade.
Ele é ligado, é claro, a dimensões mais sutis que se chamam de unicórnios, por exemplo.
Então, é claro, há linhagens de insetos, mas há linhagens, de qualquer forma, muito mais presentes.
Outras são linhagens, digamos, anedóticas.
Os insetos, por exemplo, é anedótico, isso quer dizer que ela concerne a poucas pessoas.
Enquanto, tal como vocês o vivem, o que vem de Sírius, o que vem de Vega, o que vem dos répteis, dos dracos, dos dragões, é onipresente.
É, simplesmente, uma questão de densidade de egrégoras ou de vibrações, mesmo, além das egrégoras, segundo o número de irmãos e de irmãs humanos, humanos-almas, que têm essa linhagem.
Vocês todos sabem, por exemplo, que Maria é criadora não da vida, mas da possibilidade de encarnar-se em um corpo carbonado na superfície desse planeta, antes da falsificação.
Portanto, é perfeitamente lógico que a maior parte dos seres humanos do planeta tenha, de um modo ou de outro, uma linhagem estelar ligada a Sírius.
Então, é claro, há um panteão de linhagens.
Vocês entram em contato com isso.
Aí também, eu repito, não vejam a utilidade, mesmo se falamos dela.
Atravessem isso e, depois, como diria Bidi, deixem tudo isso atrás de vocês.
Isso é do cinema.
Quando vocês vão, aliás, ao cinema, ver um filme, não vão ficar, sem parar, a colocar-se questões sobre o filme.
Quando saem do filme, vocês pensam em outra coisa.
Vocês viveram um momento de prazer ou de desprazer, se o filme não os agradou.
É a mesma coisa para o conjunto de sua vida, hoje.
Bem, meus caros amigos, eu lhes digo até breve.
Fiquem bem.
E prometo, eu virei dar palmadinhas em alguns.
Eu não disse bater papo, eu disse dar palmadas.
Até breve.
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Em francês: https://lestransformations.wordpress.com/2015/09/22/o-m-aivanhov-pa...

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