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Médico pesquisador em medicina integrativa e espiritualidade explica suas funções no corpo humano

 

Uma glândula endócrina, em formato de pinha, fascina por seus mistérios e funções no corpo humano. A glândula pineal, ou epífise neural, é responsável pela síntese de melatonina, hormônio do sono, que sincroniza o nosso ritmo biológico (circadiano). Ela também é considerada o nosso meio de contato com o mundo espiritual – o “terceiro olho” -, por estar localizada no epitálamo, parte central do cérebro, ao nível da sobrancelha.

Médico, mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo e neurocientista, Sérgio Felipe de Oliveira é pesquisador na área de medicina integrativa – um tratamento além da doença, onde o paciente é visto como um todo. Além de ser especialista na relação entre a glândula pineal e fenômenos ligados à espiritualidade.

O QUE É A GLÂNDULA PINEAL

“A pineal é um ‘roteador de wi-fi’ que nos conecta com a psicosfera, o pensamento e o sentimento das pessoas. Traz a empatia, a ligação com o mundo espiritual, toda essa interação mental.  Ela também capta as orientações astrofísicas, que indicam se é dia ou noite, havendo também interferências lunares. O ciclo reprodutivo, por exemplo, é lunar, a gravidez tem a duração de um ano lunar… A regulação dos hormônios se dá através do ritmo astrofísico, com o qual a glândula pineal tem a capacidade de se comunicar”, explica o médico.

A FUNÇÃO E A IMPORTÂNCIA DA GLÂNDULA PINEAL

A síntese da melatonina ocorre durante à noite no organismo. A pineal consegue captar a luz e a escuridão, regulando assim o nosso ritmo diário e controlando os ciclos de sono, da maturidade sexual e do equilíbrio psicoemocional – este último, ao secretar serotonina, neurotransmissor que opera os níveis de humor e de energia.

“Toda desordem de ritmo está relacionada à glândula pineal – é uma fronteira da ciência ainda a ser pesquisada. Como, por exemplo, o câncer é uma saída do ritmo de um determinado agrupamento celular”, destaca o médico.

GLÂNDULA PINEAL E A QUARTA DIMENSÃO

No século XVII, o filósofo e matemático francês Renê Descartes já afirmava existir no cérebro uma glândula que uniria o corpo e alma. Sérgio Felipe aborda que, se a relação espaço-tempo é a quarta dimensão, a pineal seria o nosso meio de contato com ela. “Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta através do tempo, através da glândula pineal. E a dimensão espiritual estaria nessas outras dimensões que a física explora, certamente.”

O médico ressalta ainda que a glândula não explica integralmente o fenômeno mediúnico. E cita um exemplo o mecanismo da visão: mesmo com olhos perfeitos, para enxergar, precisamos de áreas cerebrais que interpretem as imagens. A pineal que capta as informações dos campos eletromagnéticos que nos cercam. Porém, as informações precisam ser interpretadas em áreas cerebrais, como o córtex frontal.

ESTUDOS SOBRE A GLÂNDULA PINEAL

Em seus trabalhos pela Universidade de São Paulo, Sérgio Felipe de Oliveira já teve a oportunidade de observar a glândula pineal de perto, com a ajuda de um microscópio eletrônico. “Ele gerou uma micrografia que mostrava uma estrutura de cristal fraturado, com lamelas concêntricas. A pineal é fascinante, uma estrutura extraordinária, longe de ser calcificada, com perda de função”, atenta o médico.

Sérgio Felipe também reafirma ainda a importância da autotransformação. “A transformação na direção dos sentimentos de construção do amor, do perdão, do diálogo, da fraternidade, da honestidade, da justiça e da bondade, faz com que todas as vísceras do corpo, inclusive a pineal, acabem sintonizadas no lado positivo. A questão é como nós lidamos com as lesões que nos acometem, as dores físicas, as doenças e os problemas em geral.”

Sérgio Felipe de Oliveira 
formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

 

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