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Como você o vê, por toda a parte ao seu redor, quer seja no país no qual você está ou em todos os países, o que lhe é dado a ver é, eu diria, de algum modo, o fim de um modo de funcionamento no qual o conjunto de paixões que possa permanecer junto a alguns irmãos e irmãs exacerba-se, no qual as religiões, também, aquelas que condicionaram essa Terra, exacerbam-se, umas para com as outras. É o tempo, vocês sabem, do Apocalipse, da Revelação. Nesses tempos da Terra que vocês vivem, nós estamos, mais do que nunca – minhas irmãs Estrelas, mas, também, os Anciões, os Arcanjos e todas as formas de vida que lhe eram invisíveis até agora – estamos ao mais próximo de vocês.
Então, é claro, há dois modos de ver as coisas. Ou vocês veem apenas o que se desenrola na tela de sua vida, e vocês veem, por toda a parte, uma forma de balbúrdia, de desorganização, mas, quanto mais vocês aceitam entrar no que vocês são, mais ali encontrarão o Amor, a consolação, mas, também, a Verdade. Então, quaisquer que sejam as circunstâncias de suas vidas, quaisquer que sejam as circunstâncias de seu país, do lugar no qual vocês estão, tudo isso é apenas a conformação, se posso dizer, da vida – tal como ela é, ainda, atualmente, nessa Terra – com a vontade da Fonte e, sobretudo, com o estado de Cristo.
Esse mundo, nesses tempos da Terra, torna-se incerto, instável, cada vez mais instável e, curiosamente – talvez, vocês mesmos o vivam – mais essa instabilidade exterior aumenta e mais seu estado interior de ser consegue emergir, o que lhe dá, por vezes, a interrogar-se sobre como vocês podem estar tão calmos, apesar das circunstâncias e a despeito das circunstâncias desse mundo.
Tudo se revela. A verdade da Eternidade, a verdade de Cristo aflora, agora, cada vez mais, na consciência coletiva da humanidade, e isso, é claro, não é aceito do mesmo modo, segundo o que foi chamado de seu ponto de vista, segundo suas relações, seus apegos, seus interesses em sua vida. Mas todos, em um grau ou em outro, vocês podem constatar a diferença, por vezes, sensível, no que se desenrola na tela coletiva do mundo e o que se desenrola no silêncio de seu interior.
O Comandante dos Anciões falou-lhes, longo tempo, do medo ou o Amor; isso vai tornar-se verdadeiro e é, já, o caso em diversos lugares dessa Terra não mais, unicamente, ao nível do indivíduo, não mais, unicamente, ao nível de alguns grupos, mas na escala de nações inteiras, de continentes inteiros.
Cada parte desse mundo, cada povo da Terra vive, também, de maneira coletiva, esse Face a Face, no qual as crenças encontrar-se-ão confrontadas à realidade da ilusão desse mundo; vocês o veem, efetivamente, ao seu redor e em vocês, também, por vezes. Alguns humanos na Terra, atualmente, desviaram-se, de maneira aparentemente definitiva, da Eternidade, da Beleza, do Amor e da Infância, enquanto outros entre vocês entram, cada vez mais, eu diria, nessa confiança inalienável e eterna da verdade do Amor, da verdade da Eternidade.
É claro, por vezes, isso pode ser duro e difícil, o que os faz passar de um extremo ao outro. Não vejam, aí, qualquer punição da Luz, mas, bem mais, a revelação de quem vocês são ou de sua resistência a quem vocês são. Aqueles que construíram sua vida apenas sobre crenças, aqueles que construíram sua vida apenas na ganância, no prazer imediato, na satisfação dos sentidos, são confrontados, alguns deles, à realização desses desejos no efêmero e, outros, veem-se privados da realização de seus prazeres ou de seus desejos efêmeros desse mundo.
Outros, enfim, descobrem territórios, se posso dizer, inexplorados, nos quais a paz, a alegria, o contentamento manifestam-se, quaisquer que sejam as circunstâncias da balbúrdia desse mundo ou, mesmo, de sua vida. Tudo isso tem apenas um objetivo: é o de preparar, de algum modo, a última Graça de Maria, para que, para inúmeros de vocês não, ainda, despertos à Verdade, produza-se, eu diria, um choque salutar, que os faz relativizar tudo o que pertence a esse mundo em relação ao céu. É, de algum modo, um período de atualização do status da Terra, em seu mecanismo que vocês nomeiam “ascensional”.
Cada um encontra-se em face de certo número de situações no exterior de si, mas, qualquer que seja essa situação exterior, ela está aí apenas para lembrá-los de que a solução está em vocês, a partir do instante em que vocês reencontram a humildade e a simplicidade, a partir do instante em que vocês aceitam não ser mais do que pó nessa Terra, que faz apenas passar, a partir do instante, de algum modo, em que a Eternidade, para vocês é, de algum modo, aí também, o objetivo de sua vida, e esse objetivo não está distante, uma vez que está dentro de vocês.
Há, portanto, não uma fé cega, mas, bem mais, uma fé que eu qualificaria de nova, ligada à experiência de alguns estados contrários em vocês, o que ilustra, assim, as palavras do Comandante, que faz com que, em face de cada situação, isso possa resumir-se, em definitivo, apenas a duas escolhas e, unicamente, duas escolhas: aquela do medo e aquela do Amor. Aquela do medo levará vocês, sempre, para a necessidade de manifestar sua posição nesse mundo, o que os faz perder de vista – como é o caso para inúmeros irmãos e irmãs – a esperança, a Eternidade, a Unidade.
Vocês veem, efetivamente, através do que se desenrola em qualquer país que vocês estejam, que há, realmente, duas humanidades: uma que está ligada à sua Eternidade e que está plenamente consciente dela – ou, ainda, em parte inconsciente – e outra parte da humanidade que se instalou na ilusão do prazer, qualquer que seja sua expressão nesse mundo, o fútil, o agradável, certamente, mas que não dura, jamais, de um lado, e, do outro, a imperiosa necessidade de viver o Amor, despojado de todo dogma, de toda crença, de toda projeção ou antecipação em um futuro qualquer.
Em resumo, o que quer que você tenha podido viver até agora, em qualquer domínio de sua vida, em qualquer domínio do que vocês nomeiam “energia”, “vibração”, a vida puxa-o, sempre, agora, pela graça do Amor e da Luz, a iluminar, de algum modo, de maneira diferente, a tela de sua consciência. E eu o lembro de que essa iluminação, em definitivo, tem apenas uma única finalidade: permitir-lhe viver a graça do Apelo de Maria, sem resistências e em toda confiança.
Assim é o Caminho da Infância: uma confiança permanente. Quaisquer que sejam as circunstâncias, as alegrias, as vicissitudes, os sofrimentos, mesmo, que você porta em sua vida, eles se tornam relativos e apagam-se, mesmo, a partir do instante em que você acolhe o Amor, pela graça do Amor. Aí se situa minha presença hoje: ajudá-los a ir ainda mais à profundeza, a juntarem-se a Cristo, a juntarem-se à Verdade, aquela que não sofre com qualquer circunstância desse mundo e com qualquer condição desse mundo. O tempo é chegado de lembrar-se, o tempo é chegado de viver a Verdade. Esses tempos da Terra são tempos muito específicos, isso lhes foi anunciado pelos Anciões, os Arcanjos, as outras Estrelas: é o tempo da Ascensão da Terra, que revela tudo o que podia ser, ainda, obscuro, mesmo na tela coletiva do mundo.
Essa iluminação da Luz visa, por si só, desviá-los dos prazeres efêmeros e voltá-los para o essencial. Esse “essencial” que não depende de qualquer relação, de qualquer circunstância, de qualquer riqueza, mas que depende, em definitivo, apenas de você mesmo e de você sozinho, a partir do instante em que você tenha a humildade de deixar desenrolar-se o que se desenrola em seu país, em sua região, em sua família, em sua vida e, mesmo, até em seu corpo. Como foi dito, a Luz quer você todo, inteiro, não pode haver meia medida com a Luz, não pode ali haver tergiversações, não pode ali haver oposição de espécie alguma.
Isso colocará você, e se já não é o caso, no que eu chamaria um estado de oração perpétua, no qual o que quer que você faça em sua vida, você mantém a mesma alegria no fundo de seu coração, e no qual você não é mais afetado por qualquer circunstância da tela desse mundo como da tela de seu corpo. Aí se encontra o que eu nomearia a verdadeira vida ou a verdadeira alegria, aquela que não é tributária de qualquer circunstância desse mundo, de qualquer satisfação desse mundo, que nada tem a ver, tampouco, com sua história ou sua progressão para a Verdade.
A Verdade está, ela também, de algum modo, doravante, bruta e nua, ela não tem necessidade de qualquer artifício e é assim que eu os engajo, a vocês também, a não terem necessidade de qualquer artifício, a não terem necessidade de nada do que satisfaz os sentidos sem satisfazer o Espírito. Não rejeitando os sentidos, é claro, mas, bem mais, transcendendo-os de si mesmos, voltando-se, cada vez mais, para o que se desenrola em seu Templo interior, porque aí se encontra, ao mesmo tempo, a paciência, ao mesmo tempo, a tolerância e, sobretudo, a Liberdade, porque nenhuma liberdade desse mundo, mesmo a de maior sucesso material, financeiro, profissional, afetivo pode preencher a falta que há, por vezes, ainda, em vocês. Apenas o Amor é que o pode, e a pessoa é, certamente, o obstáculo o mais importante para essa plenitude do Amor manifestado.
Inúmeros de vocês assumiram, se posso dizer, um papel de Ancorador, um papel de Semeador de Luz; vocês aceitaram deixar-se atravessar, literalmente, pela Luz. Alguns de vocês esqueceram-se de que eram, vocês mesmos, Luz, mesmo vivendo a Luz. Hoje, esses jogos terminaram, não há qualquer escapatória possível, e todas as circunstâncias de suas vidas, em qualquer país, região ou família que seja estão aí apenas para afirmar-lhes e determiná-los na verdade do coração. A humildade, a simplicidade são a chave, porque na humildade não pode haver qualquer reivindicação da pessoa concernente a qualquer domínio desse mundo. Vocês não estão mais no período das escolhas. Nesses tempos da Terra que vocês vivem, é-lhes solicitado assumir, em todo conhecimento de causa, de algum modo, o que vocês descobriram ou redescobriram de si mesmos. Não há outra certeza que não aquela da Luz.
Neste período, e até o Apelo de Maria que pode sobrevir, como vocês sabem, não importa em qual momento agora, incumbe a vocês viver ou o efêmero ou a Eternidade, mas vocês não podem mais nutrir um e o outro ao mesmo tempo. Alguns de vocês já são, aliás, chamados a desaparecer, cada vez mais, da tela desse mundo e da tela da própria pessoa. As injunções da Luz fazem-se cada vez mais prementes. Outros entre vocês estão, ainda, procurando a Luz. Ora, nada há de mais simples, hoje, do que encontrar o que vocês são, verdadeiramente, mas, para isso, é preciso que sua atenção não fique fixada, de algum modo, nos prazeres e nas satisfações desse mundo, mas antecipe, de algum modo, a satisfação de sua Eternidade.
Alguns de vocês descobrem, já, uma forma de completude, mas, também, de distância, entre o que se desenrola em sua vida efêmera e em sua vida na Eternidade, na profundidade de seu coração. Quanto mais vocês entram no interior de quem vocês são, mais a alegria e a paz estarão, mesmo, na tela de sua pessoa, na dianteira da cena.
A Luz exorta-os a permanecerem plenamente aqui e plenamente agora, plenamente no instante presente, mas despojados de todos os papéis, de todas as funções, de todas as crenças, ligadas às mesmas condições do efêmero desse mundo.
O Caminho da Infância, o Pequeno Caminho, como foi nomeado após minha morte nesse mundo, é, certamente, o caminho o mais direto e o mais rápido agora, e cada vez mais acessível, se posso dizer, porque ele não necessita de qualquer ascese, qualquer exercício, qualquer esforço. É, simplesmente, o momento no qual vocês entregam seu Espírito a algo bem maior que vocês nesse mundo, à Luz da Verdade, à Luz-Cristo, e que vocês O acolhem não mais, unicamente, por experiência, não mais, unicamente, por momentos, mas nas circunstâncias as mais insignificantes de sua vida.
Porque a alegria está tanto nas tarefas as mais ingratas como nas tarefas que lhes são as mais agradáveis, é o momento, de algum modo, no qual a realidade efêmera confronta-se à realidade eterna com mais ou menos felicidade, mais ou menos evidência. É nesses momentos que minha presença é-lhes garantida, quer vocês percebam a vibração dela em seu Canal Mariano ou em seu coração, ou que vocês nada percebam, absolutamente, de minha Presença. Eu estarei, entretanto, aí, a partir do instante em que seu pedido e sua relação, vis-à-vis a mim, faça-se nesse reconhecimento de sua humildade e na aceitação plena e inteira do Pequeno Caminho da Infância.
Porque, aí, não há necessidade de conhecer o que quer que seja; vocês não têm necessidade, nesse nível, nem de seus conhecimentos concernentes à vivência de seu corpo de Existência nem, aliás, de qualquer conhecimento, mesmo, nomeado espiritual. Aí, vocês saberão que terão tocado o núcleo do ser, o núcleo da vida, o que alguns entre os Anciões nomearam o Coração do Coração ou o Centro do Centro. É o momento no qual a confiança é tal, mesmo na angústia ou na desesperança a mais importante, que essa confiança transpassa todas as camadas isolantes e dá-lhes acesso ao contentamento.
Não há necessidade, para isso, de escolher momentos de oração, de alinhamento, de meditação, porque esse estado de Graça é chamado a substituir os outros estados e a preencher todos os espaços de suas faltas, como de seus plenos. É o momento, realmente, no qual a própria ideia e o próprio sentido de ser uma pessoa limitada, entre o nascimento e a morte, não tem mais qualquer peso sobre vocês, nem qualquer influência. Aí começa a verdadeira liberdade, aí começa a verdadeira autonomia, ela está na aceitação das duas parcelas da humanidade, respeitando a liberdade de cada um e estando, de algum modo, em uma oração que não é uma oração para pedir, mas uma oração que corresponde, bem mais, bem mais ao estado de ser.
Estar na paz consigo mesmo colocará você na paz com o mundo, qualquer que seja a balbúrdia do mundo, assim como você pode observar, para aqueles que se interessam, ainda, pela tela exterior. A partir do instante em que você se volta, inteiramente, para si mesmo, a partir do instante em que você faz o sacrifício de sua pessoa, então, o Sacro preenche sua vida, preenche seu peito e preenche tudo o que é nomeada a consciência. Porque é aqui que se encontra o verdadeiro apoio e o verdadeiro suporte da Eternidade.
Isso necessita, ao mesmo tempo, eu diria, de uma concentração e de um relaxamento, simultâ-neos. Um relaxamento em relação a qualquer outro objetivo que não aquele de ser Um com Ele.
Isso necessita de ter assumido a escolha da Eternidade agora, eu diria, em detrimento de todas as circunstâncias efêmeras que fazem apenas passar entre a vida e a morte. Por minha ajuda, eu os ajudo a estabilizar a última Reversão da Terra e de sua consciência, a última Passagem. Então, eu nada lhes peço, nem oração nem súplica, mas, simplesmente, ser o mais natural possível, não mais desempenhar outro papel que não aquele de estar presente a si mesmo, no Pequeno Caminho da Infância.
Virá um momento, vocês sabem, no qual todos, sem exceção, passarão por esse momento, quer vocês o queiram ou não, quer vocês o aceitem ou não. Então, não há melhor momento do que agora para vivê-lo de seu lado. Volte-se para você, afaste-se dos prazeres e aproxime-se da Alegria, aquela que não depende, justamente, de qualquer prazer. Seja insatisfeito com esse mundo, mas não fuja dele, porque é nesse mundo que você encontra a Verdade.
Não há melhor preparação do que aquela de apagar-se de si mesmo, de apagar-se de toda reivindicação, de toda investigação, de toda busca e de estabelecer-se aí, na paz do coração, no contentamento absoluto do estado de Graça, que nada mais lhe pede do que ser, realmente, você mesmo, ou seja, não, unicamente, uma pessoa que tem tal idade, tal história, tal problema ou tal alegria, mas transcender tudo isso para estabelecer-se no Coração do Coração, aí, onde está Cristo, aí, onde está o que você é, para além de toda aparência, de todo véu e de toda circunstância desse mundo.
Eu venho pedir-lhe para entrar na relação comigo, não para fazer dela uma finalidade, um objetivo ou uma experiência ainda, nova, mas, bem mais, para ir à profundeza de si mesmo. Todas as circunstâncias de suas vidas, assim como dos países, das nações, dos continentes tendem para isso. Então, é claro, alguns irmãos e irmãs opõem-se a isso, eles podem entrar, como vocês sabem, na negação, na raiva, mas isso não é feito para irritá-lo, mas, bem mais, para, em definitivo, obrigá-lo a olhar a Verdade, não de todas as suas crenças nessa pessoa, nessa vida nesse mundo, mas na Verdade Eterna, não para substituí-la por essa crença, mas, sim, para vivê-la, concretamente e de maneira diária e, eu diria, mesmo, a cada sopro.
Porque quando você está nessa profundeza, nada de você pode vir julgar o que quer que seja ou quem quer que seja. Você não pode condenar ninguém, porque, ao viver isso, você constata que cada circunstância de sua vida, de seus próximos, da humanidade, em sua totalidade, faz apenas manifestar o que você é, aqui mesmo, no efêmero.
A hora chegou, efetivamente, de dar-se conta, não como algo a pagar, mas dar-se conta de suas experiências, de suas buscas, mesmo, de suas adesões, diversas e variadas, à sua própria vivência ou às experiências dos outros. É um apelo silencioso, mas retumbante, da própria Luz, para instalar você Nele, para Ele e por Ele. Então, decida-se. Você decidirá ouvir o apelo antes do Apelo de Maria? O apelo de seu coração, que grita e que pede para manifestar a Verdade, manifestar o Amor. Como disse o Comandante, colocar, igualmente, o Amor à frente ou atrás como no alto, como embaixo, como dentro e como fora, não como um ato de vontade, mas sim, real e concretamente, como um ato de rendição sem condições à verdade eterna do Amor e da Graça.
Eu venho convidá-los ao que, talvez, vocês já tenham vivido há alguns anos, nos processos de comunhão da consciência, de fusão ou, mesmo, de dissolução da consciência, mas em uma oitava diferente. Vocês sabem, vocês entraram na co-criação consciente do Feminino Sagrado. Hoje, desenrolam-se, na tela de sua vida e na tela do mundo, os resultados, eu diria, tangíveis das injunções da Luz. Quer sejam conflitos, quer sejam eventos que sobrevêm em sua vida ou no mundo, que lhe parecem, no entanto, exteriormente, o mais afastados possível da Luz, encontra-se, na realidade, a maior das Luzes, que faz apenas exprimir a falta e sufocação dela.
Isso quer dizer, também, que você não deve parar nas aparências, nem nos julgamentos, não é preciso parar no que lhes dizem seus sentidos, suas experiências, seus hábitos. Ser novo, a cada instante, é tomar, a cada dia, um pouco mais, o Caminho da Infância, confiar na verdadeira vida, confiar em sua eternidade e na Eternidade. Isso não requer qualquer outro conhecimento que não aquele de ser você mesmo, reconhecer-se a si mesmo, ao mesmo tempo, como uma coisa efêmera e que faz apenas passar, mas, também, como Eternidade presente nesse efêmero.
O Caminho da Infância pede-lhe sempre mais paciência, sempre mais humildade, sempre mais sorriso. Não o sorriso da satisfação material, mas o sorriso da satisfação do Espírito reencontrado. Lembre-se de que o testemunho dessa profundeza é apenas visível em sua aptidão para manifestar o mesmo humor, a mesma Presença, o que quer que você faça, o que quer que lhe seja pedido fazer, em qualquer circunstância que seja.
Dizer “sim” à Luz é aceitar nem sempre compreender, nem sempre poder explicar, mas é viver na profundeza do coração, é encontrar esse ponto que espera apenas você para preenchê-lo de suas graças.
Então, quer você acenda uma vela, quer contente-se em pronunciar o meu nome ou, simplesmente, evocar-me, eu me precipitarei, então, junto a cada um de vocês, para preenchê-los das graças de minha Presença. Essas graças não são ligadas, unicamente, é claro, à resolução de uma doença, de um problema, de uma dificuldade, mas lembre-se de que é, sobretudo, destinada a fazê-lo entrar, cada vez mais com intensidade, no Caminho da Infância e da Humildade. Porque, em breve, você não poderá mais reivindicar o céu e reivindicar o que quer que seja nesse mundo; será, cada vez mais, um ou o outro e, isso, de maneira exclusiva.
O Caminho da Infância pede-lhe, também, para efetuar o que lhe incumbe em sua vida, com o mesmo humor e a mesma graça, entregar-se a Cristo, à Luz, nas coisas que você não consegue superar ou atravessar. Fora do Amor não há ponto de solução; fora da fraternidade não há saída; fora da Eternidade, mesmo, não há qualquer saída no efêmero. É a essa tomada de consciência e essa tomada de posição que as circunstâncias desse mundo vão conduzi-los, conforme os países e as regiões, de maneira mais ou menos violenta, mais ou menos evidente. Os impulsos da Luz, sobretudo, se vocês se inclinam para mim, aparecerão a vocês cada vez mais claramente, cada vez mais lucidamente, se posso dizer.
O Caminho da Infância é, verdadeiramente, feito para todos aqueles de vocês que duvidam, ainda, que se colocam questões sobre a própria vivência, sobre as próprias vibrações, sobre a própria consciência. Porque, quanto mais vocês forem ignorantes de todas essas coisas aprendidas que, talvez, vocês tenham vivido, alguns de vocês, mais vocês estarão prontos para o Caminho da Infância. Quanto mais vocês tiverem aceitado soltar todos os conhecimentos fragmentários, todas as experiências que vocês têm vivido, naquele momento, eu já estarei perto de vocês, mesmo se você não preste atenção a isso.
Voltar a tornar-se como uma criança é, também, abandonar todos os partidos tomados, todos os julgamentos, todas as experiências, também, reencontrar-se totalmente nu e despojado de tudo o que pertence ao efêmero. É aceitar o princípio da Inteligência da Luz, da Ação de Graça e do estado de Graça; é, também, não mais ser tributário de quaisquer circunstâncias desse mundo. De fato, os tempos da batalha de todos contra todos chegaram, isso foi chamado, na Bíblia, a batalha de Gogue e Magogue, mas qual importância tudo isso tem, a partir do instante em que você está no Caminho da Infância? Você o vê, você o experimenta, mas você não é afetado, de maneira alguma.
Todos aqueles que resistirem a esse mundo e às suas circunstâncias de vida serão confrontados à vaidade das ilusões desse mundo, na qual tudo é apenas ligado a circunstâncias que vão e que vêm, mas não há qualquer estabilidade e qualquer perenidade; o Amor, a Graça nada têm a ver com isso. O mundo dos sentidos, o mundo dos prazeres é um mundo que dura apenas um tempo, no máximo, o tempo de sua vida. Então, coloque-se, seriamente, a questão, e veja, com lucidez, o que você poderia definir como finalidade, como objetivo ou como presença, mesmo, nesse mundo, veja o lugar que você tem, ou que tem você.
A Luz e o Apelo de Maria não lhe permitirá mais ser enganado com quem quer que seja ou o que quer que seja e, ainda menos, consigo mesmo, nas gesticulações da própria pessoa. Eu diria que a medida de sua alegria interior é o reflexo de seu Caminho da Infância. Eu repito, quaisquer que sejam as circunstâncias de sua vida, de sua idade, de suas deficiências, de seus prazeres, de suas alegrias, você constata, talvez, já, que você está não insensível, mas, cada vez mais, desprendido do que possa desenrolar-se na consciência efêmera desse mundo. A Luz quer você todo, inteiro; o Apelo de Maria quer você, também, na totalidade. Quer você o aceite ou não, no momento vindo, vocês passarão, todos, por aí, você sabe disso, isso lhe foi explicado de inumeráveis modos.
O Caminho da Infância é, também, de algum modo, o caminho da inocência, da inocência reencontrada, plenamente vivida e plenamente aceita. Porque, nessa profundeza, há uma real despreocupação das condições efêmeras de sua vida e desse mundo. Há, também, a certeza inabalável do que você é. Aceite tudo o que a vida propõe a você no efêmero, mas não perca de vista a paz que habita seu coração e a plenitude do contentamento.
Eu sou Teresa de Lisieux. Irmãs e irmãos da Terra, nesta Terra, permitam-me inundá-los da Graça do Amor.
Em minha passagem nessa Terra, muito jovem, eu disse que eu passaria meu céu a fazer o bem nessa Terra; muito numerosos humanos nessa Terra puderam verificar a minha Presença e a minha ajuda.
Hoje, nesses tempos da Terra nos quais vocês entraram, diretamente, eu estarei, mais do que nunca, presente em vocês e ao seu lado, para, justamente, ajudá-los nesses tempos da Terra.
*
lestransformations.wordpress.com
Tradução: Célia G

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