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Os Grandes Astrologos

Os Grandes Astrólogos:

No Ignotus, você encontra detalhes da vida e da obra dos grandes astrólogos, são os astrólogos mais importantes da história. São considerados ícones, e contribuíram de forma destacada na área da Astrologia, desde os primórdios até o século XX. 

Vamos juntos aprender mais sobre estas figuras, algumas delas não se destacaram apenas na Astrologia, mas também em outras áreas. O fato é que, até hoje, são lembradas, deram a sua contribuição para a Astrologia e a para a Humanidade, e por isto, fazem parte da história. Vamos a eles!

Ramsés II

Ramsés II, um dos maiores Faraós do Antigo Egito, reinou entre 1279 a.C. e 1213 a.C. aproximadamente. Homem de grande valor, dedicado à ciência astrológica e fundador da maior e mais famosa das primitivas bibliotecas do Egito, na sua nova capital Pi-Ramsés. Foi Ramsés II quem fixou os signos astrológicos cardinais: Carneiro, Balança, Caranguejo e Capricórnio. Durante o seu reinado e seguindo as suas instruções, foi construído o magnífico templo de Abu Simbel, escavado na rocha, segundo princípios astrológicos. A grande sala do templo de Amón em Karnak, também mandado edificar por Ramsés II, sabe-se agora que foi construída de acordo com os pontos fixos da esfera celeste.

O reinado de Ramsés II deu ao Egito prosperidade econômica e construções magníficas durante quase 50 anos, depois da sua vitória sobre os hititas.

<< Grande Templo de Abu Simbel, construído por Ramsés II

 

 

 

 

 

Assurbanipal

Assurbanipal, Rei da Assíria, desde o ano 668 a.C. até 627 a.C. Combinando inteligência política e força militar, o seu poder foi tão grande que, pelo menos, dois reis (Cilicia e Tabal), se sentiram honrados por oferecer-lhe as suas filhas para o seu harém. A sua importância para a Astrologia deve-se ao seu grande interesse por esta disciplina, pela mitologia, pela história e pelas ciências naturais e, ao fato de ter fundado uma grande biblioteca em Nínive, formada por pequenas tábuas cuneiformes.

Os astrólogos de Assurbanipal, que gozavam de grande prestígio social, utilizaram a biblioteca para aperfeiçoar a sua arte e, alguns como Rammanu-sumausar, Nabu-musisi e Marduk-sakin-sumi, faziam as suas previsões a partir do movimento diário dos planetas e, criou-se um sistema de informações, através do qual, o rei recebia periodicamente através de mensageiros e desde todos os lugares do reino, a informação sobre tudo o que sucedia no céu e na terra e também o resultado da interpretação que sobre isso faziam os seus astrólogos. Estas informações eram utilizadas como armas políticas e para governar o seu reino. Após a sua morte, Nínive caiu em poder do medo e dos caldeus (em 612 a. C.) e a biblioteca com cerca de 25.000 pequenas tábuas, foi destruída e dispersa.

Claudio Ptolomeu

Claudio Ptolomeu  foi o mais importante astrólogo, astrônomo e geógrafo do mundo antigo (há controvérsias sobre o ano de seu nascimento, há registros variando de 10 d.C. até 120 d.C.). Dedicou-se à observação do firmamento em Alexandria (um privilegiado, pois tinha a sua disposição, nada mais nada menos que a Grande Biblioteca de Alexandria, considerada a maior do mundo na época, com conhecimentos de vários povos e eras), durante os reinados de Adriano e Antonino Pio. Durante séculos foi considerado o Autor da primeira obra de Astrologia com base científica, o “Tetrabiblos”, obra com quatro livros
baseado em documentação astrológica anterior, como babilônica, egípcia e grega. Mesmo que assim fosse, as observações realizadas e descritas por Ptolomeu na sua obra, descrevem-nos um mundo esférico no centro do Universo, rodeado pelos corpos celestes; as dimensões são frequentemente bastante exatas; cataloga mais de 1000 estrelas diferentes, 300 delas pela primeira vez. A contribuição de Ptolomeu para o conhecimento e desenvolvimento da Astrologia e da Astronomia, foi fundamental, é um ícone, um divisor de águas na Astrologia.

Hiparco

Hiparco, em grego Hipparkhos, viveu de 190 a.C. à 120 a.C., foi um astrônomo, construtor, cartógrafo e matemático grego da escola de Alexandria. Nascido em 190 a.C. em Nicéia, na Bitínia, hoje Iznik, na Turquia. Viveu em Alexandria, sendo um dos grandes representantes da Escola Alexandrina, do ponto de vista da contribuição para a mecânica. Trabalhou sobretudo em Rodes (161-126 a.C). É considerado também o pai da trigonometria. A ele é atribuída a descoberta do fenômeno de precessão dos equinócios. Lembre-se que nesta época não tinha separação de Astrologia e Astronomia, tudo era chamado de Astrologia, portanto as observações e cálculos matemáticos (que hoje é a área de atuação da Astronomia) quanto às influências dos astros (Astrologia) se entrelaçavam, se combinavam, em maior ou menor grau ,de acordo com o cientista.

Marcus Manilius

Marcus Manilius foi um poeta e astrólogo romano do século I d.C. Manilius é conhecido principalmente por um poema dividido em 5 livros, chamado Astronomicon, ou Astronomica, que é um tratado sobre Astrologia. Nada é conhecido sobre sua vida, no entanto sua fluência em latim, associado ao conhecimento de autores latinos como Virgílio, Tito Lívio e Cícero, sugere que pode ter sido romano ou, em específico, oriundo da Ásia Menor.

Porphyrios

Porphyrios viveu de 234 d.C. à 305 d.C., foi um filósofo, que escreveu sobre uma gama muito grande de assuntos, sempre com maestria. Na Astrologia, foi o inventor do sistema quadrante de divisão de casas astrológicas.

Regiomontano

Astrólogo pontifício, mais conhecido por Regiomontano,seu nome verdadeiro era Johann Müller, nasceu em 1436 e faleceu em 1476. Alemão de origem, mudou-se para Itália em 1462, procurando os autênticos manuscritos de Ptolomeu. Em 1471 instalou-se em Nuremberg e equipou o primeiro observatório astronômico europeu, para o qual, construiu ele mesmo os instrumentos. Além disso, também construiu uma oficina tipográfica, onde imprimiu a maior parte das suas obras, entre as quais as efemérides, impressas em 1474, válidas para 30 anos. A sua contribuição mais importante à Astrologia, foi o seu sistema de divisão das Casas que, ainda é utilizado por alguns astrólogos. Chamado a Roma pelo Papa Sixto IV, para colaborar na reforma do calendário e para fazer uma previsão astrológica sobre a guerra que este mantinha com Florença, faleceu nesta cidade durante uma praga.

Copérnico

Nasceu na Polónia, em 1473 e faleceu em 1543. Iniciou os seus estudos na Universidade de Cracóvia e, depois, durante dez anos continuou a sua formação em Itália, na época de Leonardo Da Vinci. Quando regressou ao seu país, era formado em Astronomia, Matemática, Direito, Medicina e Grego. No ano em que morreu, publicou “De revolutionibus orbium coelestium”, onde explica a sua teoria, fruto das suas observações, de que a Terra não é o centro do Universo, mas sim que se gira à volta do Sol, como Aristarco de Samos tinha dito, aproximadamente, no ano 270 a . C. A obra está dedicada pelo seu jovem colega, Rheticus, ao Papa Paulo III, protetor da Astrologia e dirigida ao astrólogo contemporâneo Schoner e foi escrita em casa de Copérnico e sob a sua supervisão. Esta longa introdução contém uma longa dissertação astrológica, em que insere as teorias de Copérnico.

Paracelso

Theophrastus Bombast von Hohenheim, Paracelso, nasceu em Einsiedeln, pequena aldeia perto de Zurich, em 1490 e morreu em Salzburgo, em 1541. A sua preocupação constante pela filosofia e prática da Medicina, levam-no a percorrer diversos países e a estar em contato com os médicos da sua época. A sua insistência em estudar alquimia, os minerais, a teologia e a astrologia, distanciaram-no dos outros médicos e, até um dado momento, o seu lugar na história da medicina é um pouco obscuro.

A palavra “láudano” deve-se a Paracelso, e refere-se a uma preparação que inventou, que continha entre outros, pó de ouro e de pérolas e que não deve ser confundida com uma droga descoberta mais tarde pela ciência médica. Entre as suas obras mais importantes estão: “ Das Buch Paragranum, dedicada a expor os princípios da Medicina, “Grösse Wundarznei ou Chirurgia magna” e o primeiro texto de medicina do trabalho, conhecido na literatura médica europeia, “Von der Bergsuchtund anderen Bergkrankheiten”.

Paracelso, fundador da química médica, acreditava que: “todas as influências provenientes do Sol, dos planetas e das estrelas, exercem o seu poder sobre o Homem de forma invisível e, se são más, produzirão efeitos maus.” Apesar de ter utilizado os seus conhecimentos astrológicos que aplicou na prática da medicina, nunca chegou a ser um astrólogo profissional; não levantou nem calculou horóscopos. Apesar disso, durante toda a sua vida se interessou pela inter-relação entre o homem e os planetas, chegando à conclusão de que os corpos celestes atuam como agentes livres, mas o homem não está rigidamente controlado por eles.

Nostradamus

Médico, filósofo, astrólogo e vidente francês nascido em Saint-Rémy-de-Provence em 1503, cujas profecias ainda hoje são analisadas com atenção por estudiosos que se dedicam a interpretá-las. Descendente de judeus, era filho e neto de médicos, e irmão do poeta Jean de Nostradamus, estudou filosofia em Avignon e formou-se em medicina em Montpellier em 1529.

Morou em Agen, mas deixou a cidade após perder a mulher e os dois filhos: César, escritor e pintor, e Michel de Nostradamus, também astrólogo. Após um período obscuro, estabeleceu-se em Salon, novamente casado e exercendo a medicina e onde começou suas atividades videntes em 1547, publicadas com o título de Centúrias em 1555.

Essa obra reuniu suas profecias escritas em quadras rimadas, organizadas em grupos de cem. Ganhou muito prestígio neste campo e foi requisitado com frequência por reis e príncipes europeus e permanentemente protegido por Catarina de Médici.

Morreu em Salon, e suas predições foram condenadas pelo Index da Igreja Católica em 1781.

John Dee

John Dee, nascido em Londres em 13 de julho de 1527, foi um matemático, astrônomo, astrólogo, geógrafo e conselheiro particular da rainha da Inglaterra, Elizabeth I. Devotou também grande parte de sua vida à alquimia, adivinhação e à filosofia hermética.

Dee explorou os mundos da ciência e da magia. Era um dos homens mais instruídos de seu tempo, lecionando na Universidade de Paris antes de completar trinta anos. Era um divulgador entusiasmado da matemática, um astrônomo respeitado e um perito em navegação, treinando muitos daqueles que conduziriam as viagens exploratórias da Inglaterra. Ao mesmo tempo, estava profundamente imerso na filosofia hermética e na chamada magia angélica e devotou a última terça parte de sua vida quase que exclusivamente a este tipo de estudo. Para Dee e para muitos de seus contemporâneos, estas atividades não eram contraditórias, mas aspectos de uma visão consistente do mundo. Decepcionado por não entender os segredos da natureza através da ciência e matemática, Dee voltou-se ao sobrenatural. Dizia receber mensagens de anjos em uma bola de cristal, e fazia palestras espirituais por toda a Europa. Há quem diga que na verdade, estas mensagens eram de espíritos malignos e não de anjos. A verdade é que Dee com o passar dos anos perdeu o prestígio de astrólogo real, cientista e matemático dos maiores de seu tempo, e ficou rotulado como mágico maligno, obscuro. Dee morreu na pobreza em Mortlake no fim de 1608 ou início de 1609, não há registro de sua morte e sua lápide tem local desconhecido até hoje.

Morin

Nasceu em 1583, Jean-Baptiste Morin de Villefranche, astrólogo, médico, matemático e filósofo, foi o último Astrólogo Real da França. Na área da Astrologia, escreveu várias obras, entre elas, Astrológica Gaia, que foi apreendida pela igreja. Era o astrólogo favorito do famoso Cardeal Richelieu. Seu sistema de divisão de casas é ainda utilizado. Morin faleceu em 1656.

Placidus

Placidus de Titus foi um astrólogo e matemático italiano, além de monge católico. Ingressou à ordem monástica por volta de 1624. Em 1657 foi nomeado professor de matemática na Universidade de Milão, em Pavia. Serviu como Astrólogo a vários líderes políticos, incluindo o arquiduque da Áustria: Leopold William.

Em seus estudos se concentrou no Tetrabiblos de Ptolomeu, e acreditava que Ptolomeu tinha perdido a chave para o método verdadeiro de divisão das casas astrológicas baseado na rotação da terra. Tais descobertas foram publicadas em dois volumes entre 1650 e 1657. E assim, o seu método de divisão de casas é um dos mais utilizados até hoje.

Flamsteed

Era astrônomo, nasceu em 1646, porém com conhecimentos profundos em astrologia, montou minuciosamente o mapa astrológico para escolher o dia de abertura do Observatório de Greenwich em 1675, o qual contém o meridiano zero, a partir do qual todos os graus de longitude são contados. O destaque deste ato é que, a Astrologia vivia a sua maior decadência, onde todos a viam com grande ceticismo, e um astrônomo respeitado, inaugurando o grande Observatório de Greenwich, através de um mapa astral, foi um lampejo de vida da Astrologia, que vivia o seu pior momento. Flamsteed faleceu em 1719.

Alan Leo

Seu nome verdadeiro é William Frederick Allan, mas é conhecido como Alan Leo, o Pai da Astrologia Moderna. Britânico, nascido em 1860, editou a revista The Astrologer’s Magazine, mais tarde conhecida como Modern Astrology. Fundou a Loja Astrológica da Sociedade Teosófica em Londres, que existe até hoje. Escreveu cerca de 30 livros de Astrologia (destaque para o livro Astrologia Esotérica), se destacando pela sua maneira de enfocar a psicologia do nativo através do mapa de nascimento. Sempre questionador da grande quantidade de variáveis na Astrologia, foi o responsável por estudar os pontos comuns, e simplificar a Astrologia, com isso fez renascer a Astrologia com seus livros no século XX. Alan Leo faleceu em 1917.

Evangeline Smith Adams

Era a astróloga mais importante e bem-sucedida dos Estados Unidos. Foi a primeira astróloga Superstar. Nascida em 1868, trabalhava em Nova York, sendo consultora de negócios. Ganhou notoriedade, quando foi acusada de ser adivinha, e na corte, lhe deram um Mapa para interpretar durante o julgamento. Após a análise do Mapa, que era do filho do juiz, este então anunciou que tudo havia sido interpretado de forma correta e que, na sua opinião, ela havia elevado a Astrologia para o nível de uma ciência exata. Escreveu os livros Your Place in the Sun (1927), Astrology: Your Place Among the Stars (1930), e sua autobiografia, The Bowl of Heaven (1926). Faleceu em 1932.

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Texto: Edson Luiz Pocahi

Fontes Consultadas:

http://astral.sapo.pt/astrologia

http://www.egito.fernandofelix.com.br

http://placidus.com.br

http://www.galleryhistoricalfigures.com

http://www.astrologosastrologia.com.pt

http://www.fontedeluz.com

http://en.wikipedia.org

http://pt.wikipedia.org

http://www.astroanedotario.com.br

http://www.dec.ufcg.edu.br

 

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