Cientistas ao redor do mundo querem provar a ideia de que existe #vidaapós a #Morte. Eles descobriram, por exemplo, que a consciência pode continuar ativa mesmo depois do falecimento total dos órgãos.

O assunto ainda é tratado com muito ceticismo. Há, no entanto, evidências de pessoas que passaram por uma experiência de quase-morte e que nos fazem refletir sobre o assunto.

O fato de que vamos morrer é inevitável, não é mesmo? Neste artigo, vamos conferir nove provas que irão fazer você, no mínimo, refletir sobre o assunto. 

1. A consciência continua após a morte

O Dr. Sam Parnia, professor assistente britânico conhecido por seu trabalho sobre experiências de quase-morte e ressuscitação cardiopulmonar, acredita que a consciência humana pode sobreviver à morte cerebral.

2. Experiências fora do corpo

Todos os dias, ouvimos novas experiências de pessoas que conseguiram estar fora do próprio corpo. Podemos pensar que é tudo falso, mas essas pessoas conseguem provar que estamos errados. Pam Reynolds, uma cantora e compositora americana, afirmou que teve uma experiência de quase-morte durante a operação do cérebro, aos 35 anos.

Ao passar pela cirurgia, ela disse que deixou seu corpo e observou sua própria operação. Sua descrição da operação foi tão viva que deixou todo mundo com a pulga atrás da orelha.  

3. Reuniões com os mortos

Bruce Greyson, pesquisador no campo de estudos de quase-morte, acredita que o que vemos durante o tempo em que vivemos perto da morte é mais do que apenas nossas alucinações extremamente vívidas.

Em 2013, em um documentário, ele observou que são poucos os casos verificados em que um sujeito conheceu um parente morto do outro lado, apesar de não ter como saber que essa pessoa havia morrido. 

4. Realidade extrema

Steven Laureys, um neurologista belga, reconhecido mundialmente como clínico e pesquisador líder no campo da neurologia da consciência, não acredita na vida após a morte. Mas, por que ele está aqui na nossa lista?

Ele acredita que todas as experiências de quase-morte podem ser explicadas através de fenômenos físicos. Ele e sua equipe descobriram que a lembrança de uma NDE (Near-death experience, que em tradução livre significa experiência de quase-morte) permanece vibrante e fresca, não importa quanto tempo tenha passado.

5. Similaridades

Durante um estudo publicado na The Lancet, uma equipe de cientistas verificou 344 pacientes que sofreram parada cardíaca e pediu que eles conversassem sobre suas experiências dentro de uma semana de ressuscitação.

De todas as pessoas que foram questionadas, 18% poderiam lembrar vagamente a experiência e 8-12% lhes deram um clássico exemplo de NDE. Isso significa que, 28 a 41 pessoas desconectadas, de 10 hospitais diferentes, recordam experiências quase idênticas:

6. Mudanças de personalidade

Pim van Lommel, autor holandês e pesquisador no campo de estudos de quase-morte, começou a estudar os resultados das memórias da NDE em pessoas que a experimentaram.

Com base no resultado, as pessoas perderam o medo da morte, ficaram mais felizes, mais positivas e mais extrovertidas.

Quase todos relataram sua NDE como uma ação extremamente positiva.

7. Experiência em primeira mão

O Dr. Eben Alexander, um neurocirurgião americano, passou sete dias em coma em 2008, o que o fez mudar de idiea sobre NDE.

Ele afirma que ouviu sons não tão fáceis de acreditar. Ele disse: "Havia essa linda melodia nesta luz girando cada vez mais perto e um portal se abriu para um lindo reino, com cascata verdejante, cores indescritíveis e milhões de borboletas voando por uma cena muito ultra real."

8. Visões do cego

Com base no livro 'Mindsight', escrito por Kenneth Ring e Sharon Cooper,pessoas que nasceram cegas podem recuperar a visão durante uma experiência de quase-morte.

Os dois entrevistaram 31 cegos para o estudo, todos os quais afirmam ter tido uma EQM ou uma OBE (experiência fora do corpo).

14 deles tinham sido cegos desde o nascimento. No entanto, todos eles relataram um componente visual de suas experiências, seja na forma de um túnel de luz, vendo parentes mortos, ou mesmo olhando para seus próprios corpos de cima:

9. As crianças podem se lembrar de suas vidas passadas

Este tópico pode ser um dos mais interessantes nesta lista.

O Dr. Jim Tucker, um psiquiatra infantil e professor associado de Psiquiatria e Ciências Neurocomportamentais da Faculdade de Medicina da Universidade da Virgínia, pode ter apenas as reivindicações mais fortes para a vida após a morte. Desde 1996, o Dr. Jim Tucker vem reunindo estudos de reconhecimento da vida passada em crianças que poderiam provar que uma alma volta à terra em outro corpo. 

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