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A NOSSA LUZ PRÓPRIA

 

Na Gênese, primeiro livro de Moisés, capítulo 1, versículos 3 e 4, lemos:

"Disse Deus: Haja luz; e houve luz.

E viu Deus que a luz era boa; e fez a separação entre a luz e as trevas."

Aqui, a narrativa da criação, "desde o primeiro dia", na forma alegórica, que colocamos para ilustrar a importância da luz nas nossas vidas.

Primordialmente, o nosso sol está no início da vida e foi considerado um deus na religião de muitos povos da antiguidade. Particularmente, foi cultuado no antigo Egito dos faraós, onde estes eram considerados divinos, filhos do deus solar.

Com efeito, segundo João 1: 9 Jesus é "a verdadeira luz que, vinda ao mundo, ilumina a todos".

Quando nascemos, disseram da nossa mãe: ela deu à luz. O símbolo do nosso nascimento é uma estrela que evoca a luz.

Todas as criaturas almejam a luz; se estamos nas trevas e vemos um foco de luz a ele nos direcionamos. Até os vegetais, quando crescem, buscam a luz e com esta ocorre a fotossíntese produzindo o oxigênio indispensável à vida.

Enfim, sem a luz natural do sol não há vida e, também, dependemos da luz artificial para nos movimentarmos; sem esta, teríamos a inércia. Desde as primeiras eras, o homem se preocupou com a iluminação dos ambientes em que se situa: reportamo-nos às tochas e archotes...

Não é possível fazer trevas; se o fosse, teríamos um interruptor para fazê-las.

Assim, somente a luz é real e as trevas são, apenas, as ausências da luz.

Tais considerações são relativas à luz material. E a luz espiritual?

"Uma vez que a visão espiritual não se efetua pelos olhos do corpo, é que a percepção das coisas não ocorre pela luz comum: com efeito, a luz material está feita para o mundo material; para o mundo espiritual existe uma luz especial [...] Há, pois, a luz material e a luz espiritual. A primeira tem focos circunscritos nos corpos luminosos; a segunda tem seu foco por toda a parte:

É a razão pela qual não há obstáculos para a visão espiritual; [...] O mundo espiritual é, pois, iluminado pela luz espiritual, que tem seus efeitos próprios, como o mundo material é iluminado pela luz solar." [1]
Temos que buscar, acima de tudo, a luz que representa o nosso crescimento moral e espiritual, a nossa luz própria; para tanto, temos que considerar a diferença entre crença e iluminação, conforme a seguinte lição de Emmanuel:

[...] "O que crê, apenas admite; mas o que se ilumina vibra e sente. O primeiro depende dos elementos externos, nos quais coloca o objeto da sua crença; o segundo é livre das influências exteriores, porque há bastante luz no seu próprio íntimo, de modo a vencer corajosamente nas provações a que foi conduzido no mundo." [2]

Enfatizamos que a nossa luz própria será o resultado das nossas conquistas morais e espirituais; logo, cabe-nos iniciar, desde já, o trabalho de iluminação que se faz abeberando-se do Evangelho de Jesus, redivivo pelos postulados espíritas, conforme outra lição de Emmanuel:

"[...] voltemos aos nossos propósitos, cumprindo-nos reconhecer nos evangelhos uma luz maravilhosa e divina, que o escoar incessante dos séculos só tem podido avivar e reacender. E que eles guardam a súmula de todos os compêndios de paz e de verdade para a vida dos homens, constituindo o roteiro de luz e de amor, através do qual todas as almas podem ascender às luminosas montanhas da sabedoria dos céus." [3]

Outrossim, a nossa luz própria propicia um modo de ver superior. Superior no sentido de ver o lado bom das pessoas, coisas e acontecimentos, pela iluminação que nos é inerente; porquanto, o lado mal, nós já o passamos e superamos; temos que respeitar àqueles que ainda estão na fase de superação. Neste entendimento, quanto mais vermos, com bons olhos, os nossos semelhantes e irmãos perante o nosso criador, mais luminosos nos tornaremos.

"São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!" (Mateus 6: 22/23)

Nascemos. Vivemos. Jovens, nos tornamos velhos. Velhos, apenas os nossos corpos que estão sujeitos aos desgastes face ao tempo, doenças e término da vitalidade. Contudo, podemos, através de uma vivência sadia espiritualmente considerada, melhorar, rejuvenescer os nossos corpos espirituais - períspiritos - e, ao deixarmos este plano, adentrarmos noutra dimensão da vida, nos tornar mais belos, mais dignos das bênçãos do Criador e da Espiritualidade Maior.

Evidentemente, temos que cuidar dos nossos corpos perecíveis; todavia, não como o fazem aqueles que, com exclusividade, cuidam da beleza exterior, até fazendo cirurgias plásticas, olvidando ou nem sequer cogitando sobre os corpos espirituais, pré-existentes, modeladores dos corpos atuais e sobreviventes na imortalidade.

Pela nossa desmaterialização e consequente espiritualização, vamos despojando a matéria mais grosseira e carreando conosco o que é de mais belo e sutil.

Enfim, os nossos corpos perecíveis ficam velhos, feios, mas os nossos períspiritos, segundo os nossos pensamentos e ações positivas, ficam novos, belos, luminosos e, aí, estaremos cumprindo a determinação amorável do nosso Mestre Jesus, portando-nos como seus lídimos seguidores:
"Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos que se encontram na casa. Assim, brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus." (Mateus 5: 14 - 16)
---------------------------------
Bibliografia:
[1] A Gênese, Allan Kardec, Cap. XIV, nº 24, pág. 253, Trad. Salvador Gentile,

18ª Ed. IDE - 1988.

[2] O Consolador, Emmanuel, psic. F. Cândido Xavier, 2ª Parte, IV, pág. 132,

6ª Ed. FEB - 1976.

[3] A Caminho da Luz, Emmanuel, psic. F. Cândido Xavier, Cap. XIV, pág. 129,

Ed. FEB - 1972.


Julio Laurentino de Lima –

(Artigo publicado na Revista Internacional de Espiritismo, mês de Janeiro/07,

pág. 649)

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