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12 12 12 E A LUA CHEIA

Postado por Edilza em 11 dezembro 2019 às 8:00 1 Comentar

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Esta história é sobre um soldado que finalmente estava voltado para casa depois de ter lutado no Vietnã. Ele ligou para seus pais em São Francisco: - Mãe, Pai, estou voltando para casa, mas eu tenho um favor a pedir: Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo. - Claro! Eles responderam. Nós adoraríamos conhecê-lo!!! - Há algo que vocês precisam saber - continuou o filho - ele foi terrivelmente ferido na luta; ele pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco. - Eu sinto muito em ouvir isso filho, nós talvez possamos ajudá-lo a encontrar um lugar para ele morar. - Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco. - Filho, disse o pai, você não sabe o que está pedindo. Alguém com tanta dificuldade seria um fardo para nós. Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver. Acho que você deveria voltar para casa e esquecer este rapaz: ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo. Neste momento, o filho bateu o telefone. Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele. Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um telefonema de São Francisco. O filho deles havia morrido depois de ter caído de um prédio. A policia acreditava em suicídio. Os pais angustiados voaram para São Francisco e foram levados para o necrotério a fim de identificar o corpo do filhos. Eles o reconheceram, mas para o seu horror, descobriram algo que desconheciam: o filho deles tinha apenas um braço e uma perna. Os pais nessa história são como muitos de nós. Achamos fácil amar aqueles que são bonitos, divertidos ou que fazem sempre o que nos agrada, não gostamos das pessoas que nos incomodam ou nos fazem sentir desconfortáveis. De preferência, nos afastamos destas e de outras que não são saudáveis, bonitas ou que não fazem aquilo que nós achamos que é certo.

Autor desconhecido

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Comentário de Mara do Socorro Rocha em 11 maio 2015 às 21:59

Linda história para refletirmos.

Comentário de Joselita Maria Gonzaga Monteiro em 10 maio 2015 às 21:58

Muitas vezes, por egoismo ou comodismo esquecemos de exercer a caridade amorosa no auxílio ao próximo e a vida nos testa à toda hora. O filho testou os pais na esperança de que se aceitassem o amigo demonstrariam todo o seu amor por ele neste gesto de compaixão e pensou que não seria amado e aceito pelos pais e não teria o poio que necessitava no estado em que se encontrava. A rejeição ao amigo (no caso ele) ceifou-lhe toda a esperança, suicidou-se para não sacrificar os pais.

Comentário de Ieda de Araujo Figueredo em 9 maio 2015 às 22:42

Que linda, emocionante, uma lição que deve ser aprendida pelos seres humanos, atualmente, tão desumanos. 

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